terça-feira, 30 de dezembro de 2008

INVERNO DEMOGRÁFICO: O DECLÍNIO DA FAMÍLIA HUMANA

http://www.invernodemografico.org/

Um dos eventos com maior impacto na história moderna está a desenrolar-se silenciosamente. Os sociólogos e os economistas estão de acordo: estamos a ir na direcção de um inverno demográfico que ameaça ter consequências sociais e económicas catastróficas. Os efeitos serão severos e duradouros e estão já a manifestar-se em grande parte da Europa.

“Inverno Demográfico: o declínio da família humana” é um filme espantoso, mostra de forma cristalina como as sociedades com uma reduzida influência da família são vistas agora como estando com sérias ameaças a nível social e económico.

O “Inverno Demográfico” é desenvolvido sobre os testemunhos de peritos de todo o mundo - demógrafos, economistas, sociólogos, psicólogos, líderes civis e religiosos, parlamentares e diplomatas.

Juntos, revelam os perigos que as sociedades e economias mundiais enfrentam, perigos muitíssimo mais iminentes do que o aquecimento global e, pelo menos, tão graves. Estes peritos discutirão como:

· A “bomba da população”, não somente não teve as consequências previstas, como quase todos os países desenvolvidos estão a experimentar agora taxas de fertilidade bem abaixo dos níveis de reposição. As taxas de natalidade caíram tanto que mesmo a imigração não pode substituir as populações em declínio, e esta emigração está a minar o potencial dos países em desenvolvimento, cujas taxas de natalidade estão agora a cair a um ritmo mais rápido do que aconteceu nos países desenvolvidos.

· As economias mundiais continuarão a contrair-se à medida que “o capital humano”, referido pelo prémio Nobel de Economia Gary Becker, for diminuindo Os motores do comércio serão postos à prova à medida que os trabalhadores de hoje não conseguirem ser substituídos e serão incapazes de assumir a responsabilidade de suportar uma população em envelhecimento.

· Os programas dos governos reduzirão pela diminuição dos impostos recebidos de uma força de trabalho sempre a diminuir. A relação exponencial dos aposentados versus trabalhadores jovens tornará os actuais sistemas da segurança social totalmente incapazes de suportar a população em envelhecimento.

· As nossas tentativas de modernização com as políticas e os programas de engenharia social deixaram as crianças crescer em lares quebrados, com pais ausentes e pouco amparo da família alargada, desligada das gerações, e estas crianças estão a sofrer graves consequências psicológicas, sociológicas e económicas. O incomensurável papel da família intacta no desenvolvimento e na prosperidade das sociedades humanas está em desintegração.

· A influência dos problemas sociais e económicos nas gerações em permanente redução e cada vez mais desligadas acelerará a deterioração. Os nossos filhos e os nossos netos carregarão a responsabilidade económica e social de regenerar “o capital humano” que é responsável por 80% da riqueza na economia, e eles estarão limitadamente preparados para o fazer.

· Será que existe um ponto de não-retorno a partir do qual as consequências da aceleração tornarão a recuperação impossível sem colapso social e económico completo? Mesmo os peritos não podem dizer-nos até onde poderemos seguir esta rampa descendente até que alcancemos um ponto onde se torne inevitável a queda no abismo.

· Só se se ultrapassar a incorrecção política de se falar na família intacta nos círculos políticos é que poderão começar a ser encontradas soluções. Estas soluções passarão necessariamente por alterações nas políticas, mudanças que promoverão a família natural intacta.

· Da mesma forma que foi necessário o envolvimento cumulativo de organizações de activistas, políticos, o mundo de negócios e a comunicação social para provocar estas consequências involuntárias que estamos a começar a sentir, também terá que ser o envolvimento combinado de todas estas entidades, juntamente com as organizações civis e religiosas, para alterar os corações e as mentalidades de toda a sociedade para nos levar a uma reversão.

· Talvez seja já demasiado tarde para se evitar algumas consequências muito graves, mas com esforço talvez possamos evitar uma calamidade. O “Inverno Demográfico” constitui uma plataforma e motivo para discussão. As vozes de aviso neste filme têm que ser ouvidas antes que um silencioso, intenso Outono, se torne num longo e duro inverno.

“Inverno demográfico: o declínio da família humana” é o primeiro de dois filmes sobre este tópico.

Este primeiro filme tem entrevistas com muitos académicos distintos, designadamente:

· Gary Becker, Ph.D, universidade de Chicago, prémio Nobel em Economia, 1992

· Phil Longman, Schwartz Senior Fellow na New America Foundation e autor de “The Empty Cradle: How Falling Birthrates Threaten World Prosperity And What to Do About It” (“O berço vazio: como a queda das taxas de natalidade ameaça a prosperidade mundial e o que fazer acerca disso”);

· Nicholas Eberstadt, Ph.D., Economía Política e Governo, Universidade de Harvard,

· Henry Wendt, Investigador em Economia Polítca, American Enterprise Institute; Victor Medkov, Professor, Departmento de Sociologia, Universidade Estatal de Moscovo Lomonosov, co-autor da “Population: An Encyclopedic Dictionary”;

· Steve Nock, Ph.D, Commonwealth Professor, Professor de Sociologia e Director do projecto Marriage Matters, Universidade da Virginia;

· Kay Hymowitz, William E. Simon Fellow, Manhattan Institute, Contributing Editor, City Journal;

· Linda Waite, Ph.D. Lucy Flower Professora em Sociologia Urbana, Universidade de Chicago, Director, Centro sobre Envelhecimento no N.O.R.C.;

· Alban d'Entremont, Ph.D, Chair, Dept de Geografia, Professor de Geografia Económica e Humana, Universidade de Navarra, Espanha.

Lista de académicos participantes

Académicos que aparecem no “Inverno Demográfico: o declínio da família humana” (por ordem alfabética)

· Maria Sophia Aguirre Ph.D, Associate Professor, Departmento de Business and Economics, The Catholic University of America

· Gary Becker Ph.D, Universidade de Chicago, Prémio Nobel de Economia, 1992

· Harry S. Dent MBA, Harvard, Presidente, H.S. Dent Foundation

· Alban d'Entremont Ph.D, Chair, dept de Geografia, Professor de Economic and Human Geography, Universidade de Navarra

· Nicholas Eberstadt Ph.D., Economia Política e Governo, Harvard University, Henry Wendt Scholar em Economia Política, American Enterprise Institute

· Patrick Fagan, ex U.S. Deputy Assistant Secretary of Health and Human Services, Director, Center for Family and Religion, Family Research Council

· Norval Glenn Ph.D, Ashbel Smith Professor of Sociology, Stiles Professor of American Studies, Universidade do Texas em Austin

· Kay Hymowitz William E. Simon Fellow, Manhattan Institute, Contributing Editor, City Journal

· Dr. Jianguo Liu Rachel Carson Chair em Ecological Sustainability and University Distinguished Professor no Departmento de Fisheries and Wildlife assim como Director do Center for Systems Integration and Sustainability na Michigan State University

· Phil Longman Schwartz Senior Fellow New America Foundation, Autor-“The Empty Cradle: How Falling Birthrates Threaten World Prosperity And What to Do About It“

· Robert Michael - Eliakim Hastings Moore Distinguished Service Professor na Harris School of Public Policy, Universidade de Chicago

· Victor Medkov, Professor, Departamento de Sociologia, Moscow Lomonosov State University, co-autor de Population: An Encyclopedic Dictionary

· Steve Nock, Ph.D, Commonwealth Professor, Professor de Sociologia e Director do projecto “Marriage Matters“, Universidade da Virginia

· David Popenoe, Ph.D, Professor deSociologia em Rutgers, Autor: “War Over The Family”

· Mark Regnerus, Ph.D, Assistant Professor de Sociologia, Universidade do Texas em Austin

· Inese Slesere, Membro do Parliamento da República da Letónia

· Dr. Allan Tapper, Autor: “The Family In the Welfare State“

· Lola Velarde, Presidente, European Network Institute For Family Policies

· Allan Viard, Ph.D, Economics, Harvard University, Resident Scholar American Enterprise Institute

· Linda Waite, Ph.D,Lucy Flower Professor em Urban Sociology, Director, Center on Aging at N.O.R.C.; Co-Director, Alfred P. Sloan Center on Parents, Children and Work; Co-Director, MD/PhD Program in Medicine, the Social Sciences, and Aging;

· Bradford Wilcox, Ph.D, Assistant Professor de Sociologia, Universidade da Virgínia

GENOCÍDIO HOMOSSEXUAL?

A Folha de São Paulo, neste dia 09 de dezembro de 2008 traz uma carta, no “Painel do Leitor” discutindo notícias recentes sobre assassinatos de homossexuais em uma praça de São Paulo, que vêm sendo correntemente investigados pela polícia. Nela, o missivista fala de um “genocídio de homossexuais” que estaria ocorrendo no Brasil. Obviamente, como cristãos e cidadãos ordeiros dessa nação brasileira, somos contra qualquer assassinato. Acreditamos até que a punição corrente para esses crimes seja por demais suave, quando comparada com as determinações bíblicas que especificam a pena de morte para a retirada da vida de pessoas que são formadas à imagem e semelhança de Deus. No entanto, esse rótulo de “genocídio homossexual” é curioso, estranho e intrigante.

O autor da carta e da expressão é um militante da causa homossexual, de presença amiúde nas páginas dos jornais. Com um currículo impressionante, ele é Chefe do Departamento de Antropologia da Universidade Federal da Bahia; membro da Comissão Nacional de Aids, do Ministério da Saúde (CNAIDS) e do Conselho Nacional de Combate à Discriminação do Ministério da Justiça. Para que não paire a falsa idéia de que ele é prestigiado apenas pelo presente governo, o Sr. Luiz Mott foi agraciado com o grau de Comendador da Ordem do Rio Branco pelo presidente Fernando Henrique Cardoso.

Ele é um dos principais promotores da chamada “lei contra a homofobia” (PLC 122/2006), que tramita no Senado Federal e que já foi alvo de alguns posts neste Blog (veja aqui, aqui e aqui). Promove, também, outras leis semelhantes que estão sendo aprovadas por municípios e estados desse nosso país. Uma das pérolas nauseabundas de sua lavra é um texto no qual coloca em dúvida a historicidade de Jesus, para, a seguir, afirmar que se há qualquer veracidade nos relatos bíblicos, o que sobressai é um Jesus que é sodomita ativo e um apóstolo João como um de seus amantes. Paro por aqui, sem entrar em detalhes mais obscuros e pornográficos de outros textos sua autoria e promoção. Informo, em adição, que o Luiz Mott tem contestado algumas acusações que tem recebido, em vários blogs, nesta sua página.

Interessa-me, na realidade, analisar a sua expressão e a divulgação freqüente de que atravessamos um “genocídio homossexual” em nosso país. Uma das estatísticas mais utilizadas (faça uma pesquisa no Google) é a de que “a cada três dias um homossexual é assassinado no Brasil” (veja, por exemplo, aqui e aqui). Essa tem sido a principal bandeira para promover o malfadado Projeto de Lei já mencionado, supostamente contra a homofobia. Recentemente, estive em um evento e ouvi um Ministro de Estado repetir essa mesma estatística, sem pestanejar, nem ponderar. A inferência desse número, é que isso retrataria uma brutalidade e ataque intenso aos homossexuais em nosso país. Os gays necessitariam, portanto, da proteção dessa lei contra tal intolerância. Para chegar a esses números, e afirmar que, no Brasil, “tivemos 122 mortes, neste ano, superando o México e os Estados Unidos”, Mott compilou os seus dados através do método duvidoso de referir-se às notícias dos jornais, por inexistência de “estatísticas oficiais”. Segundo Mott, o Brasil atravessa um “homocausto” (trocadilho que procura associar a morte de homossexuais ao Holocausto)!

Repetindo, acredito na lei de Deus e em seus princípios de justiça, bem como na dignidade humana. Repudio, portanto, qualquer tipo de assassinato ou crueldade contra qualquer pessoa. Sobre essas estatísticas e sobre a terminologia que está sendo utilizada, entretanto, pondero o seguinte:

1. Em primeiro lugar, a utilização da expressão “genocídio” é interessante, curiosa e contraditória. A palavra tem a sua origem com o trabalho do judeu polonês, Raphael Lemkin, que protestava as ações dos “atos bárbaros” da Alemanha nazista. Em 1944, ele cunhou o termo em seu livro “O Domínio do Eixo na Europa Ocupada”. Lemkim pegou a palavra grega “genos”, que significa “raça”, “tribo”, “grupo étnico”, unindo-a ao sufixo latino “cidium”, que significa “ato de matar”, “assassinato” - resultando na palavra genocídio, ou seja, o assassinato de uma raça ou de um grupo étnico. Quando um homossexual se refere a assassinatos de homossexuais como sendo “genocídio homossexual”, está atribuindo um determinismo genético ao homossexualismo (equacionando a prática com “raça”, “tribo”, “grupo étnico”). Ocorre que, curiosamente, eles próprios têm se posicionado contra a noção de que existe uma inclinação biológica ou genética à prática. Afinal, uma das grandes bandeiras do movimento gay é sobre “o direito de opção sexual”: ser-se aquilo que se quer ser, em vez de procurar ser aquilo que biologicamente são. Rebelam-se contra a noção de que Deus criou dois sexos, e não três ou quatro. Colocam na pessoa a definição de sua sexualidade, e não no Criador. Pois bem, ao clamar “genocídio”, contradizem-se em sua própria argumentação.

2. Segundo, alguma coisa está sendo perdida nessa estatística. A cada ano, 50.000 brasileiros são assassinados, o que dá 138 brasileiros por dia, ou 414 a cada três dias. Se a questão é que “um homossexual é assassinado a cada três dias”, isso dá 1 a cada 414 pessoas. Ou seja, 0,25% dos assassinatos totais.

3. Ocorre que “... o movimento gay declara que o número de homossexuais na população brasileira atinge o percentual de 10%...”. Juntando essas duas afirmações, se verídicas (procedem, ambas dos grupos gays) chega-se à conclusão que morrem menos homossexuais do que o restante da população (414 x 10% = 41). Isto é, morrem 40 vezes menos homossexuais do que heterossexuais. De acordo com essas estatísticas distorcidas, a melhor forma de escapar com vida, no Brasil, é virar gay.

4. A questão, que essa discussão evita, é que mata-se indiscriminadamente no Brasil e isso não é restrito a um segmento ou grupo em particular. É verdade que falar genericamente dos assassinatos, da falta de lei, da violência contra os cidadãos, não “dá mídia” nem impressiona tanto, quanto as estatísticas do Mott. Por exemplo, o movimento Rio de Paz fez recente manifestação nas praias cariocas apontando a cruel estatística de que somente nos últimos dois anos, na cidade do Rio, há o registro de 9.000 desaparecidos. Destes, 6.300 foram presumidamente assassinados e nunca retornarão aos lares. Vários desses foram mortos com requintes de crueldade, no chamado “micro-ondas”, onde as pessoas condenadas a morrer são colocadas em pneus nos quais toca-se fogo, carbonizando a vítima. Esse “crematório individual”, praticamente impede a identificação dos restos mortais. Isso é um arremedo tropicalizado, mais sofisticado e mais cruel, daquilo que a gang de Winnie Mandela, na África do Sul (conhecida como Mandela Football Club) praticava contra os desafetos (lá, era um pneu, só, em chamas, colocado ao redor do pescoço), nas décadas de 70/80. Antônio Carlos Costa (líder do Rio de Paz) aponta que se fez um escarcéu enorme com 138 ativistas políticos que desapareceram na época do regime militar, mas ninguém aparenta dar a mínima com esses desaparecidos e essa matança indiscriminada de agora.

5. É curioso, portanto, que um grupo específico, manipule dados e formule estatísticas enganosas. É intrigante, que na contabilidade do Sr. Mott, homossexuais só morrem – eles não matam. É surpreendente como realidades são ignoradas, como no caso desses assassinatos mencionados no início deste texto, no Parque dos Paturis, em Carapicuíba ninguém aponta que o principal suspeito, preso em 10 de dezembro de 2008, um ex-PM, aparenta ser igualmente homossexual. Ele procurava encontros naquela localidade (uma das testemunhas informou que esteve com ele em um motel, nas vizinhanças). A mídia Esquece que os “ativos” são igualmente homossexuais. E assim, com essas frases e “estatísticas” de efeito, contando com apoio e projeção governamental, os gays e simpatizantes procuram impor uma lei da mordaça heterofóbica, sob o suposto manto de uma pretensa proteção à violência social que impera em nossas plagas; quando a violência não enxerga cor, raça ou sexo. Pior, ainda, é que essa lei é voltada contra as convicções e liberdades religiosas; contra princípios de acato à instituição da família, em vez de contra criminosos de verdade e assassinos de fato.

A triste realidade é a de que o governo tem abdicado de suas responsabilidades de proteção à vida, como sendo a prioridade número um de suas funções. Sofrer violência não é característica de um grupo específico, mas é conseqüência da impunidade e da omissão do estado. Provavelmente deveríamos formar um grupo: os OHEB – Órfãos Heterossexuais do Estado Brasileiro. Quem sabe conseguimos promulgar uma lei que nos proteja?

SOLANO PORTELA
www.solanoportela.net

FONTE: http://tempora-mores.blogspot.com/2008/12/genocdio-homossexual.html
Quinta-feira, 11 de Dezembro de 2008 - Genocídio Homossexual? - Postado por Solano Portela às 22:43

Polícia vigiará juiz Nicolau por tornozeleira eletrônica




da Folha Online

Reportagem de Lilian Christofoletti, publicada nesta terça-feira na Folha (a íntegra está disponível apenas para assinantes do jornal e do UOL), informa que o juiz aposentado Nicolau dos Santos Neto deverá estrear em 2009 a tornozeleira eletrônica com sistema GPS. O mecanismo permitirá que os passos de Nicolau sejam monitorados, via satélite, pela Polícia Federal.

Polícia Federal vigiará juiz Nicolau dos Santos Neto por tornozeleira eletrônica
Nicolau está preso há oito anos pelo desvio de R$ 324,1 milhões da construção do Fórum Trabalhista de São Paulo.

Sentenciado a 26,5 anos de prisão, Nicolau cumpre pena em regime fechado em sua residência, no bairro do Morumbi, em São Paulo. Ele é vigiado hoje por agentes da PF 24 horas por dia. Ele só pode deixar sua casa se apresentar problemas de saúde ou para a realização de exames médicos.

De acordo com a reportagem, ele obteve o direito de ser monitorado por tornozeleira eletrônica devido à idade avançada: 80 anos.

Leia a íntegra da reportagem na edição da Folha desta terça-feira, que já está nas bancas.

"Bem aventurados os que observam o direito, que praticam a justiça em todos os tempos." Sal. 106:3

Nobre Prof. Luis Cavalcante,

Folgo com seu bom contato, eis que, apesar da grande quantidade de e-mails, correspondências e ligações de todo o Brasil, e de alguns outros países, faço questão de contactar a todos pessoalmente, por isso, nem sempre a resposta é dada com a brevidade e objetividade aguardada pelos internautas.

Honra-nos saber que você tem acessado o "site direitonosso", esperamos que ele esteja contribuindo para seu enriquecimento jurídico-eclesiástico, eis que é a disponibilização de material de utilidade para as Igrejas e Organizações Religiosas.

Foi neste mesmo objetivo que escrevemos os livros: "O Novo Código Civil e as Igrejas", que conta com o "Suplemento Atualizador", contendo as recentes alterações do Código Civl, e ainda, "O Direito Nosso de Cada Dia", ambos pela Editora Vida, ou seja, despertar e instrumentalizar os irmãos para as questões legais que envolvem nossas Igrejas e Organizações Religiosas, neste nova ordem jurídica.

Por oportuno, registro que participamos, na condição de Co-autor, da Obra Coletiva: "Questões Controvertidas - Parte Geral do Código Civil", Vol. 6, e, nossa 4ª Obra Jurídica, lançada na Bienal do Livro do Rio de Janeiro, sob o tema: "Novo Direito Associativo", ambos pela Editora Método, em 2007, onde abordamos, de forma detalhada a regulamentação legal para todos os tipos de Organização Associativa, inclusive Igrejas de todas as confissões de fé, atualizadíssima, pelas últimas alterações no Código Civil, e ainda, lançamos o DVD - Palestra: Implicações Tributárias das Igrejas", pela Editora CPAD, em 2008.

Cremos as obras que produzimos tem exatamente a proposta de orientar a liderança religiosa nacional das implicações do novo Código Civil para as Igrejas, e penso que o irmão, após examiná-las terá uma visão panorâmica das questões legais que envolvem a Igreja, enquanto pessoa jurídica de direito privado, com o direito de auto-regulamentar-se na elaboração do Estatuto Social, estando submissa a nova lei civil brasileira, e aí sabera das implicações jurídicas para a Igreja, nesta nova ordem jurídica nacional.

Com relação a sua mensagem eletrônica, registro minha gratidão por sua consideração na indicação de seu BLOG, que é um riquíssimo acervo de material teológico-jurídico, e ainda pela gentileza da inserção do link para um de nossos artigos inseridos no Portal do Instituto Jetro, sob o tema: "Os Evangélicos e a Homofobia".

Aproveito o ensejo para encaminhar o BLOG da Associação dos Advogados Evangelicos do Brasil: http://oadvogadoevangelico.blogspot.com/, administrado pelo Dr. Carlos H.B. de Castro Magalhães, Coordenador Geral: decastromagalhaes@yahoo.com.br, e, presidida pelo Dr. Joel de Brito Soares: joel@igrejadorecreio.org.br.

No afã de prover orientação ao nosso povo, temos encetado variadas parcerias na realização de Simpósios sobre "AS IMPLICAÇÕES DA ALTERAÇÃO NO CÓDIGO CIVIL E AS IGREJAS", e será uma satisfação encetar uma salutar parceria, sob vossa liderança, na promoção de um Simpósio Legal, voltado a pastores, diáconos, ministros, seminaristas, presbíteros, evangelistas, religiosos, advogados, contadores, estudantes de direito e contabilidade, bem como, todos os demais líderes eclesiásticos preocupados em estar preparados para ser exemplos dos fiéis também nas questões legais.

Rogando a Deus que permaneça a abençoa-lo, eis que necessito de sua intercessão para que possamos continuar a prover o povo de Deus de orientação preventiva em nosso Ministério de Suporte Jurídico-Eclesiástico Profissional, neste novo tempo legal.

Aí sem "...os embaraçados desta vida...", possamos prosseguir na propagação do evangelho do Reino, do qual somos todos cooperadores pela graça de Deus.

Fraternalmente,

Gilberto Garcia,
Consultoria de Soluções Jurídicas.
Tel.:(21)2696-5244//Cel.:(21)9912-6678
www.direitonosso.com.br
"Dá-nos (ó Senhor) sucesso em tudo que fizermos,
sim, dá-nos sucesso em tudo." Sal. 90:17b NTLH

quinta-feira, 25 de dezembro de 2008

BIBLIOGRAFIA PARA O DESENVOLVIMENTO DE UMA CIÊNCIA JURÍDICA REFORMACIONAL

Law in Christian perspective

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© Copyright: Christian Faith and Action Trust, 1997.
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FONTE:http://homepages.ihug.co.nz/~faithact/BIB14.HTM


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