domingo, 29 de março de 2009

(LULA) O PRESIDENTE QUE O INFERNO PEDIU

O presidente que o inferno pediu por Julio Severo

Não é muito difícil saber o que o diabo deseja. Quando em sua obsessão nazista Hitler começou a perseguir judeus, os sinais estavam claros. Quando Hitler começou a interferir na liberdade dos cristãos fiéis a Deus e persegui-los, os sinais estavam claros.

De forma semelhante, quando em sua obsessão comunista Stálin começou trucidar os ucranianos, que pereceram aos milhões, os sinais estavam claros. Quando Stálin começou a destruir a liberdade dos cristãos, os sinais estavam claros.

Seria um crime horroroso não condenar Hitler e o nazismo ou Stálin e o comunismo. Seria também, em qualquer época, um crime não condenar ditadores genocidas.

Pior seria um presidente que, dizendo-se a favor de direitos humanos, não condena indivíduos desta geração que têm as características e pensamentos de Hitler e Stálin.
O Conselho de Direitos Humanos da ONU aprovou em 26 de março de 2009 uma resolução que condena duramente as gravíssimas violações dos direitos humanos na Coréia do Norte. O Brasil, que estava presente durante a votação, fez o quê?
O Brasil, sob Lula, que defende direitos humanos até para quem pratica o homossexualismo, resolveu se abster. Afinal, para que condenar a Coréia do Norte?
É claro que cristãos inocentes são torturados e assassinados lá. Cidadãos norte-coreanos desarmados que não tenham uma postura comunista também são trucidados pela ditadura comunista feroz de seu país. Mesmo assim, o Brasil de Lula prefere não condenar uma das ditaduras mais assassinas do mundo moderno.

O que se poderia esperar de Lula? Ele nunca condenou a ditadura comunista cubana também. Pelo contrário, ele sempre a elogia. Sem dúvida alguma, ele tem uma fraqueza: ele não consegue condenar amigos de ideologia.

A Coréia do Norte tem sorte de não ser Israel, pois se fosse o governo Lula não faria abstenção de forma alguma. Tradicionalmente, o governo Lula sempre vota contra Israel no Conselho de Segurança da ONU. Se Lula não se preocupa nem com Israel, por que ele agiria diferente com os cristãos norte-coreanos, que sofrem martírios aos milhares?

Aliás, no Brasil nem mesmo os cristãos se importam com o sofrimento dos cristãos na Coréia do Norte. Se eles se importassem, reagiriam contra as loucuras de Lula. Mas onde está a reação?

Ser omisso diante da ditadura norte-coreana e seus crimes é como ser omisso diante de Stálin e seus crimes comunistas ou diante de Hitler e seus crimes nazistas. Mas as loucuras de Lula e seu governo socialista não param na omissão ao sofrimento dos norte-coreanos trucidados.

O ditador do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, tem o mesmo desejo de Hitler: eliminar os judeus e acabar com Israel. Diante desse aspirante a Hitler, Lula o “defensor dos direitos humanos” tem o desejo do que? De acordo com a agência iraniana de notícias FARS, Lula aguarda com ansiedade a visita de Ahmadinejad!

Lula declarou: “Estamos ansiosamente esperando a visita importante e histórica do presidente iraniano ao Brasil”.

Será que eles vão apenas tomar um cafezinho juntos? Ou será que vão brincar de cirandinha?

Devo confessar que tenho uma fraqueza: eu não conseguiria tomar um cafezinho com um Hitler, Stálin ou Ahmadinejad! Mas eu aceitaria o desafio, apenas para lhes dizer que Jesus Cristo morreu na Cruz para salvá-los e libertá-los de suas loucuras. Essa é uma mensagem importante que até Lula precisa ouvir.

Duvido muito que Lula esteja desejando seu encontro com o ditador iraniano anti-Israel para lhe pregar o Evangelho. O único “evangelho” que Lula e seu governo promovem é o aborto e o homossexualismo. Ahmadinejad e o Irã têm algum interesse nesse “evangelho”?

O Irã é um dos únicos países do mundo que oficialmente matam homossexuais. Mas Lula não aborrecerá o iraniano com lembranças incômodas sobre a pena de morte iraniana para homossexuais. “Homofobia”? Essa palavra, que será devidamente omitida das conversações lulistas com o iraniano, só se aplica a brasileiros que ousam expressar qualquer opinião contrária ao homossexualismo ou à agenda gay. Longe de Lula ofender ou irritar Ahmadinejad com termos ocidentais desconhecidos no Irã!

Não é, pois, o amor ao homossexualismo que atrai os dois homens. Aliás, é um mistério que o muçulmano Ahmadinejad, que não gosta de homossexualismo e homossexuais, se dê tão bem com o “caótico” Lula, que ama a agenda gay do jeito que hiena gosta de rir.

Talvez a única afinidade visível entre eles seja o socialismo, os sentimentos anti-Israel e a amizade com o lunático Hugo Chavez.

O Irã de Ahmadinejad, Hugo Chavez, a Coréia do Norte comunista, Fidel Castro e outros ditadores estão torcendo para que Lula realmente conquiste para o Brasil um lugar permanente no Conselho de Segurança da ONU. A ONU, que está pulando de alegria com o Obama pró-homossexualismo, vai comemorar quando o Brasil estiver definitivamente no Conselho de Segurança da ONU. Com seu programa federal “Brasil Sem Homofobia”, Lula é uma inspiração para Obama e para a ONU.

Enquanto Lula está morrendo de vontade de ver o iraniano e o iraniano está morrendo de vontade de fazer uma limpeza étnica de judeus em Israel, eu tenho vontade de vê-los libertos e fora do governo enquanto estiverem possessos de suas loucuras.
Muito diferente de Lula, que em sua primeira viagem ao Oriente Médio anos atrás não teve vontade nenhuma de visitar Israel, eu tenho vontade de fazer essa visita e mostrar ao povo israelense que, apesar de toda a farsa, cinismo e preconceito anti-israelense do governo Lula, eu apóio Israel.

Deixo aqui registrado o meu protesto e indignação contra o governo Lula e suas atitudes diante da ditadura norte-coreana e de Ahmadinejad:

“Lula, você não tem qualificação moral, espiritual e política para dirigir um país. Você fracassou completamente no chamado que Deus lhe deu de ser servo de Deus. Provavelmente, você não está em condições nem mesmo de dirigir um carro. Sua presidência está trazendo grandes maldições ao Brasil. Por isso, se você de fato tem algum respeito mínimo por Deus e pelo Brasil, deixe a presidência imediatamente”.
Quanto ao povo do Brasil, é preciso se arrepender do grave pecado de apoiar políticos corruptos em troca de subornos sociais: bolsas famílias para os pobres e facilitações de concessões de TV, rádio e outros privilégios para os ricos. Como um povo que gosta de subornos terá governantes com gostos diferentes?

Enquanto tenho liberdade de expressão, vou me expressar minhas opiniões, antes que o governo Lula realize seu desejo de controlar e censurar a Internet para calar aqueles que a usam como o único canal livre para dizer o que Lula e o Brasil precisam ouvir.

Versão em inglês deste artigo: A president Hell asked for

Fonte: www.juliosevero.com

Perseguição contra cristãos na Coréia do Norte

Governo Lula se aproxima de ditador que quer a destruição de Israel

Diante do silêncio covarde dos liberais e esquerdistas, levanta-se outro Hitler
contra Israel

Ministério da [in]Justiça do governo Lula quer controle rígido sobre a Internet

Lula quer Plano Nacional de Combate à Intolerância Religiosa

Governo brasileiro diz que 99% de seus cidadãos são “homofóbicos” e precisam ser reeducados

“Pesquisa” no jornal O Globo indica: 99% dos brasileiros não aceitam o homossexualismo

sexta-feira, 27 de março de 2009

OLHO POR OLHO: A LEI DE TALIÃO NO CONTEXTO BÍBLICO

OLHO POR OLHO: A LEI DE TALIÃO NO CONTEXTO BÍBLICO
Mauro Fernando Meister*

O artigo busca demonstrar que a chamada “Lei de Talião” (olho por olho, dente por dente), no contexto bíblico, é justa, serviu ao propósito de Deus naquele tempo para a vida do seu povo e deveria continuar a servir de parâmetro para a lei civil proclamada pelo Estado em seus códigos civil e penal. Ainda que a lei civil do sistema mosaico não mais seja normativa em nossos dias, ela tem uma função pedagógica que, se refletida em nossas leis, nos permitiria viver em um contexto social mais justo. Não só a “Lei de Talião”, mas diversas outras leis bíblicas de natureza civil deveriam servir como inspiração para a legislação aplicada pelo Estado, a exemplo da lei da proporcionalidade da restauração em crimes contra a propriedade. É fundamental lembrar que o sistema bíblico de leis civis, ainda que concebido e aplicado a uma situação temporal particular, é um sistema construído sobre a lei moral de Deus.

* O autor é doutor em Literatura Semítica pela Universidade de Stellenbosch, na África do Sul, professor de Antigo Testamento e coordenador do curso de Mestrado em Divindade (M.Div.) no CPAJ e um dos pastores da Igreja Presbiteriana da Lapa, em São Paulo.

terça-feira, 24 de março de 2009

AVÓS PERDEM CUSTÓDIA DE NETOS E CASAL HOMOSSEXUAL OS ADOTA

Avós perdem custódia de netos e casal homossexual os adota

Dois avós no Reino Unido de 59 e 46 anos respectivamente foram "informados" de sua incapacidade por idade para cuidarem de seus dois netos, um menino de 5 anos chamado "Josh" e uma menina de quatro chamada "Chloe"; e por esta razão foram entregues em adoção a um casal de homossexuais.

As crianças, que inicialmente estavam sob a custódia dos avós enquanto sua mãe lutava contra seu vício à heroína, ainda não saem de seu assombro. Em declarações à revista The People, o avô, não identificado pela publicação, assinala que o dia que os trabalhadores sociais se levaram aos pequenos "foi o pior dia de minha vida".

"Chloe era pequena ainda e embora lhe dizíamos que a veríamos logo, não acredito que tenha compreendido que essa noite não a deitaríamos em sua cama. Mas Josh se sabia e estava chorando. Agarrava-me e me dizia 'por favor avô, não me mande longe. Quero ficar com minha mamãe'".

Faz duas semanas, os avós se inteiraram de que os pequenos estavam sendo entregues em adoção a um casal de homossexuais.

“Se tivéssemos sabido como terminaria tudo, que os trabalhadores sociais iriam escolher a um casal sem mãe para eles e que isso devia nos gostar de ou aceitar a possibilidade de não vê-los de novo, nunca teríamos deixado de lutar", comentou entristecida a avó; quem com seu marido foi aos tribunais por este caso 4 vezes e devido a algumas ameaça do serviço social e à falta de dinheiro tiveram que deixar as cortes.

A avó, que tampouco é identificada por The People, assinala que seus netos "eram muito felizes aqui. Sabiam que eram amados e que estavam seguros". Os meninos agora estão com uma mãe substituta e estão sendo "adaptados" pouco a pouco a seus novos pais homossexuais.

Segundo The People, os avós afirmam que os trabalhadores sociais os ameaçaram lhes restringindo o acesso aos pequenos se se opunham à adoção homossexual. A semana passada lhes informou que não veriam nunca mais a seus netos porque tinham feito público que os tinham tirado de sua custódia para dá-los a dois homossexuais.


Fonte: Acidigital


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quarta-feira, 11 de março de 2009

GOVERNO ESTÁ COLABORANDO PARA O AUMENTO DA PEDOFILIA?

Governo está colaborando para o aumento da pedofilia?

Casos de pedofilia têm índices mais elevados em estruturas familiares desajustadas, onde um padrasto ou amante da mãe substitui o pai legítimo
por Julio Severo

Há casos de pais biológicos que estupram as próprias filhas? Sem dúvida. Mas esses casos raríssimos estão muito longe de ser padrão.

A pedofilia é muito mais comum em lares sem a proteção do pai biológico, que é o maior e mais ferrenho defensor de sua família. Os estupradores de meninas dentro de famílias são geralmente padrastos, homens que não têm nenhuma ligação biológica com as filhas da mulher com a qual estão.

Os exemplos são inúmeros. Quem é que conseguirá tão cedo esquecer a menina de 9 anos que, estuprada pelo padrasto em Pernambuco, ficou grávida de gêmeos? O padrasto, que vivia com a mãe dela, acabou se aproveitando da menina de 9 anos e de sua irmã um pouco mais velha.

Ele é o único padrasto do mundo a ficar interessado nas filhas da mulher? Infelizmente, não.

A partir do momento em que uma criança fica longe de seu pai e mãe biológicos, os riscos aumentam. Podem ocorrer vários tipos de abusos. Há o caso em que um conselho tutelar tirou os filhos de uma família, por uma questão do método de disciplina dos pais, e entregou as crianças para um casal adotivo, que acabou abusando sexualmente delas. Há também os famosos casos de orfanatos estatais, onde crianças eram abusadas aos milhares. E quem não se lembra da menina de quatro anos que o Estado entregou a um “casal” homossexual? A menina encontra-se agora traumatizada por abusos sexuais. Esses são apenas três exemplos onde a participação do Estado em crimes contra as crianças é direta e inegável.

O Estado não consegue proteger tão bem as crianças quanto seus pais legítimos. Se a família não tiver condições de proteger seus próprios filhos, então muito menos o Estado. Por isso, é fundamental que, em vez de tentar substituí-las em suas importantes funções, o Estado fortaleça e proteja as famílias.

A família natural — que é composta por um homem e uma mulher unidos em compromisso conjugal — é o único lugar certo para a criação e proteção de crianças. O divórcio e a promiscuidade sexual destroem a estrutura da família, expondo os adultos a problemas físicos e emocionais e expondo as crianças aos mesmos problemas, com a adição do risco do abuso sexual.

A estrutura da família natural, que precisa ser conservada intacta, é semelhante ao corpo humano. Quando um membro fica doente e é amputado, o corpo nunca mais funcionará de forma saudável e normal. Quando há um divórcio e o pai biológico é substituído por um padrasto ou amante, a família deixa de ser natural e intacta e nunca mais será normal. Pode haver exceções raríssimas, mas os exemplos negativos são abundantes.

É claro que, com relação ao corpo, o governo não cria leis e políticas que facilitam a amputação dos membros do corpo. Pelo contrário, o que existe é uma preocupação para que iniciativas de prevenção médica evitem tanto quanto possível a dolorosa e extrema solução da amputação.

Um governo saudável criaria incentivos para o casamento e penalidades para os que fazem escolhas moralmente nocivas e prejudiciais à ordem familiar. Entretanto, é o próprio governo que vem facilitando os divórcios e tornando o casamento quase que obsoleto.

Com o descaso estatal para com a estrutura familiar e para com o casamento, as pessoas entram hoje em vários relacionamentos sexuais, onde as mulheres têm às vezes um filho de cada amante, e o resultado são justamente os casos de abuso infantil.

A mulher de hoje, que está liberada – pelo Estado – da estrutura familiar tradicional, pode livremente se envolver sexualmente com um homem, ter uma filha com ele e depois se envolver com outros homens. As chances de sua filha não ser abusada num desses relacionamentos não são pequenas. O governo e a mídia chamam tudo isso de “liberação” da mulher.

Em vez de proteger as mulheres e suas filhas desses riscos, aplicando penalidades para a irresponsabilidade sexual de homens e mulheres e criando incentivos para o casamento e família natural, o governo realiza imensas campanhas de contracepção, onde a mensagem clara é: “Não se preocupe com casamento nem com filhos. Faça sexo à vontade!”

Homens, totalmente despreocupados com casamento, fazem sexo com uma multidão de mulheres, sem se importarem com os filhos que são gerados. Sexualmente, eles são os grandes beneficiários das políticas governamentais que promovem a irresponsabilidade sexual. Mulheres fazem sexo à vontade sem se preocuparem com o futuro e a segurança dos filhos que lhes são gerados. É um jogo de poder onde o Estado sai fortalecido, à custa do bem-estar das crianças e suas mães.

Desde que parou de cumprir sua função principal de punir criminosos – os mais de 50 mil brasileiros assassinados por ano são um poderoso atestado da total incompetência do Estado brasileiro – e passou a querer substituir à força o papel do pai na família, o papel de Deus na sociedade e o papel das igrejas nas comunidades, o Estado vem representando ameaça tão grande quanto a ameaça dos próprios criminosos que era sua função castigar.

O Estado, que devia castigar estupradores de crianças com pena capital, dá educação sexual pornográfica nas escolas e a pena capital do aborto para as meninas estupradas. O Estado, que não consegue impor a lei e a ordem diante do elevadíssimo número de assassinos no Brasil, impõe verdadeira ditadura nos relacionamentos da família, facilitando divórcios, adultérios, promiscuidade sexual, nascimentos ilegítimos, etc. O Estado, que se diz tão anti-pedofilia, fomenta e apóia a mídia pornográfica do Brasil.

Tragédias estão no encalço das ações governamentais que interferem na estrutura da família intacta. Uma das tragédias é justamente o aumento da violência doméstica, cujas estatísticas, ao contrário do que pensa a maioria das pessoas, não envolve exclusivamente os membros da família natural. Quando vêem notícias sobre violência doméstica pela TV, as pessoas imaginam que é assunto ligado diretamente à família natural.

No entanto, a violência doméstica, quando apresentada pelo Estado e por sua mídia comprada, engloba, muito além da família normal, casais amigados, casais divorciados, casais promíscuos, mães solteiras, etc. Se o governo separasse as famílias normais nos resultados finais dessas estatísticas, ficaria muito óbvio que o foco do problema são as “famílias” onde não há a presença do pai biológico.
Mas o governo não faz essa importante distinção e ainda usa as estatísticas de violência doméstica para justificar maior intrusão nas famílias intactas.
Em vez de dar soluções, o Estado gera problemas para as famílias. Se impusesse restrições ao divórcio e promiscuidade sexual e proteção para a família intacta, a menina de 9 anos e muitas outras meninas não estariam sendo criadas por padrastos, mas pelo pai legítimo.

Depois que cria seus próprios problemas, o Estado propõe mais “soluções”. Depois que a menina de 9 anos engravidou de gêmeos, o Estado, com a cumplicidade da mídia esquerdista, explicou para a população que matar os gêmeos estava nos melhores interesses da menina. O Estado lhe deu aborto como solução.

O Estado, que está abortando milhões de famílias naturais com suas políticas insanas de divórcio fácil e sexo fácil, agora traz o aborto diretamente no colo de meninas novas. É o governo especialista na destruição de valores morais, famílias e meninas.
Políticas governamentais que afastam as crianças de seus pais biológicos são ou não uma forma de entregá-las de bandeja para situações de risco sexual?
Políticas governamentais que priorizam o sexo fácil, mas não a sacralidade do casamento e da família natural intacta, expõem ou não crianças a situações de abuso sexual?

Políticas governamentais que impõem a pornografia dentro da sala de aula e através da TV como educação sexual e entretenimento são ou não uma forma de abuso sexual, preparando as crianças para muitos outros abusos?

É quase impossível ver tais indagações na TV, que é hoje cúmplice das intrusivas políticas governamentais voltadas para a sexualização precoce das crianças.
Mas na hora em que surgem os problemas que eles próprios cultivaram, eles têm a cara de pau de aparecer para apontar para o público suas soluções, que mais tarde trarão mais problemas, que mais tarde trarão mais de suas soluções, etc.

É um infindável círculo vicioso, onde o Estado pró-pornografia escolar incha e se fortalece, onde a mídia pornográfica incha e se fortalece, porém onde as famílias sofrem e as crianças gemem.

O Estado está ilegalmente ocupando o lugar central de Deus na vida das pessoas, substituindo o papel de liderança dos pais nas famílias e substituindo o papel de reabilitação das igrejas. Mas quando as famílias colocarem suas esperanças em Jesus Cristo, o Rei do universo, haverá solução para tudo, pois Jesus é a única solução. Enquanto confiarem no governo para tudo, as famílias continuarão a viver muitos problemas, pois o maior problema do Brasil é o próprio governo do Brasil.
Eu tenho esperança. Um dia, o Estado opressor gemerá e a mídia totalitária chorará, mas as famílias e as crianças se alegrarão.

Fonte: www.juliosevero.com

Distorções e abusos do Estado voraz gerando caos às famílias

Família: beneficiária, refém ou vítima de políticas públicas?

Outros artigos que falam de pedofilia:

Menina de 4 anos que vivia com “casal” gay é violentada

Grupo Gay da Bahia premia colaboracionistas da agenda gay no Brasil

Safernet de olho nos “criminosos” que não aceitam a agenda gay

Combate à pedofilia: cavalo-de-tróia estatal contra a “homofobia” e a “intolerância religiosa”?

Lula culpa hipocrisia religiosa por abusos sexuais a menores

CPI da Pedofilia de Magno Malta ajuda governo e ONGs radicais a tirar vantagem do
combate à pedofilia

segunda-feira, 9 de março de 2009

CATÓLICOS, PROTESTANTES: MENINA E ABORTO

Reflexão Episcopal

CATÓLICOS, PROTESTANTES: MENINA E ABORTO

por Revmo. Bispo Robinson Cavalcanti (Teólogo, Cientista Político e Bacharel em Direito e Prof. Aposentado de Ciências Políticas da Universidade Federal de Pernambuco - UFPE)

Fui católico romano praticante até os 18 anos de idade, e, na infância, pretendi ser Padre (tinha um primo Cônego), mas tive a minha primeira “crise religiosa” justamente em razão do celibato. Passei por uma experiência de conversão, aceitando a Jesus Cristo como meu único Senhor e Salvador, aos 16 anos. Permaneci anda dois anos da Igreja de Roma. Fui, em grande parte, educado pelos jesuítas, como aluno do Colégio Nóbrega e da Universidade Católica de Pernambuco, onde me formei em Ciências Sociais e onde fui professor de três departamentos por seis anos. Saí da Igreja de Roma por uma questão de honestidade para comigo e para com a própria Igreja, quando não mais aceitava alguns dogmas e disciplinas. Retive os estudos de Filosofia e da Doutrina Social.

O problema no Brasil, com a massa de católicos romanos nominais ou tradicionais, é o desconhecimento e a desobediência dos ensinamentos daquela Igreja. Muitos querem ser “católicos ao meu modo”, como o sujeito que quer ser atacante em time de futebol, mas insiste no “direito” de pegar a bola com a mão...

Dom José Cardoso Sobrinho é um tradicionalista, uma personalidade arredia e nada ecumênica, mas devo respeitar a sua fidelidade ao que a Igreja de Roma é e ensina. Para a Igreja de Roma, com sua hierarquia e o seu Código de Direito Canônico, se aplica a máxima “Ame-a ou Deixe-a”. Não adiante exercer o “jus sperniandi”, que é não é, nem nunca pretendeu ser, uma organização democrática, acredita no seu “magistério”, e pouco está se lixando para o que seja pretensamente “atual” ou “moderno”.

Se outros grupos religiosos expõem outros entendimentos, temos todos que ser honestos, reconhecendo que, no caso do Aborto da menina estuprada pelo seu padrasto em Pernambuco, Dom José não deu opinião própria, nem falou nenhum absurdo, mas apenas foi transparente afirmando a posição oficial da sua Igreja. Se médicos, jornalistas ou Presidentes da República pretensamente “católicos” ficaram surpresos ou irados, isso fica por conta da ignorância ou incoerência dos próprios para com a sua religião.

Vivemos em um mundo secularizado, que contesta a autoridade e os valores, que não dá valor à vida, e que fica surpreso quando essa falta de valores e de respeito à vida resulta em injustiças, opressão, exclusão, exploração e toda sorte de violência, inclusive doméstica, entre cônjuges, destes para com filhos e destes para com seus pais e avós.

Como Bispo Anglicano, devo expressar, por um lado – e principalmente –, meu compromisso com as Sagradas Escrituras e com o Consenso Histórico dos Fiéis, e, por outro, o que tem deliberado a Conferência de Lambeth, como nosso fórum maior.

No caso específico, os anglicanos, como a maioria dos cristãos, reconhece que o ser humano após o Pecado Original vive distante dos ideais do seu Criador, pecando por pensamentos, palavras, obras e omissões, contra Deus, contra o próximo, contra si mesmo e contra a natureza. Como Protestante não cremos em pecados “mortais” e “veniais”. Mas afirmamos que todo pecado é pecado, e que todo pecador deve se arrepender, buscar o perdão e novidade de vida, e quando o pecado também for um delito diante do Estado, cumprir a sua pena em uma Justiça confiável.

A vida é um dom de Deus, e ninguém, desde a sua concepção, tem o direito de tirá-la.

O aborto não é um direito da mulher em relação ao seu corpo, mas um homicídio qualificado em relação ao ser ou seres que ela gerou (juntamente com o seu companheiro) e que hospeda em seu ventre por nove meses. Somos, em tese, contra o aborto porque somos pró-vida, inclusive depois do nascimento, com a dignidade que a todos o Criador outorgou e que os modelos sócio-político-econômicos, em geral, privam.

Somos favoráveis a todos os métodos anticoncepcionais não-abortivos. Somos favoráveis a campanhas de educação sexual, que inclui a prevenção da gravidez precoce. Somos a favor da paternidade e da maternidade responsáveis, de um Estado responsável e de uma sociedade solidária. Somos favoráveis ao instituto da adoção.

Para a Comunhão Anglicana, há apenas uma exceção para que o aborto seja legal e legítimo: quando implicar, concretamente, em risco de morte para a mãe. Isso, porém, deve ser comprovado pela Justiça e pelo Ministério Público mediante atestado técnico assinado por uma junta médica de especialistas. No caso dos menores, deve-se levar em conta, também, o posicionamento dos genitores. O pátrio poder pode, até, vir a ser suspenso, nos casos mais graves e urgentes.

As perguntas de Dom José, e de todos nós, é: poderia a menina ser assistida clinicamente, para superar a sua anemia, e ter fortalecido o seu organismo? Poderia o parto cesariano vir a se dar sem maiores riscos para a mãe? Sim ou não? Se sim, o aborto não se justificaria; se não, o aborto se justificaria. Quanto aos traumas emocionais, esses existiram com ou sem aborto, embora o aborto, em princípio, se constitua em um trauma a mais.

Quanto ao estuprador, que cometeu um grave pecado, mas (sem emocionalismos) não se equipara ao tirar uma vida. Que se cumpra a Lei Penal, e que o mesmo se arrependa e se corrija. Que acerte as suas contas com o Juiz Togado e no Juízo Final. O mesmo aconteça com pais omissos, adolescentes lascivos, médicos pragmáticos, jornalistas sensacionalistas, teólogos permissivos ou repressivos, e governantes irresponsáveis.

Que a Palavra de Deus seja anunciada! Que os valores do Reino de Deus sejam anunciados! “Eu vim para que tenhais vida, e vida em abundância”, disse Jesus.

Olinda (PE), 07 de março de 2009.
Perpétua, Felicidade e seus companheiros, mártires em Cartago, 203
Fundação da Sociedade Bíblica Britânica e Estrangeira, 1804

+Dom Robinson Cavalcanti, ose
Bispo Diocesano

Secretaria Episcopal
Diocese do Recife - Comunhão Anglicana
Escritório Maceió – AL
(das 8h às 13h)
Visite nossa página: www.dar.org.br

domingo, 8 de março de 2009

PROCURADOR COMPRA BRIGA DE TRABALHADORES E ENTRA EM CPI

DIA-A-DIA

COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

O maranhense Fábio Fernandes, 41, ocupa um dos cargos públicos mais desejados pelos advogados: o de procurador do Ministério Público do Trabalho.

Emprego da esfera federal, atrai candidatos pelo status e pelo salário, que chega a R$ 20 mil no início da carreira. Há dez anos, ele também foi seduzido por esses atributos, mas sua ideia era usar o conhecimento para ajudar trabalhadores. "Entrei no MP por acreditar na Justiça."

Começou no Maranhão. "Trabalhava com denúncias envolvendo Lei de Cotas [de deficientes nas empresas], escravos e discriminação de trabalhadores aidéticos."
Em 2002, foi transferido para São Paulo, onde passou a fiscalizar leis do trabalho. "Baseado em denúncias, como as de sindicatos ou as anônimas, de trabalhadores, atuo no caráter preventivo. Peço ajustes na conduta da empresa antes que haja dano à saúde do trabalhador e ao ambiente de trabalho."

Ele também se envolveu, em 2007, na CPI do caos aéreo, o que considera um dos momentos mais difíceis de sua carreira. Ele foi o primeiro procurador a instaurar procedimento investigatório em São Paulo para averiguar condições de trabalho dos controladores de tráfego aéreo. "Não tive apoio nem do Ministério Público e fui vítima de perseguição ao defender os controladores", diz.

Também houve bons momentos. "Ganhamos ação de danos morais de trabalhadores doentes, contaminados no trabalho. Parte do dinheiro foi para a Santa Casa. Nessas horas, percebo que ajudei a fazer justiça", avalia. (LC)


http://www1.folha.uol.com.br/fsp/especial/fj0803200909.htm

ESTUDO MARCA ASCENSÃO AOS CARGOS MAIS COBIÇADOS

DIREITO

Estudo marca ascensão aos cargos mais cobiçados
Advogado começa como estagiário e se especializa para chegar ao topo como juiz

LUCIANE CRIPPA
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

Na área de direito, quem tem planos de fazer carreira pública já pode dar os primeiros passos ainda durante a faculdade.

O ponto de partida são cargos como técnico, auxiliar judiciário e estagiário nos tribunais -como os do Trabalho, da Justiça e os regionais eleitorais.

"Eles têm concursos para quem tem segundo grau completo", diz Fábio Gonçalves, 40, diretor do Complexo Jurídico Damásio de Jesus e da Academia de Concurso Público.
Para Gonçalves, esses cargos ajudam a ganhar prática em atividades jurídicas. Mas os de mais status e com maior salário, como o de promotor de Justiça, exigem ao menos três anos de experiência.

Os que já se formaram mas ainda não têm a carteira da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) podem prestar concursos para cargos como os de analista judiciário e delegado de polícia (civil ou federal).

Já quem tem OAB deve investir em especialização para se destacar no serviço público. "Muitos concursos não preenchem vagas por falta de especialização do candidato", aponta o professor Anis Kfouri Junior, 35, especialista em direito público. "É importante conhecer direito constitucional [que regula o poder estatal]."

Dez anos até o ápice

Nas seleções, sai na frente quem domina direito administrativo e ambiental -especialmente para assumir cargos como advogado da União, procurador federal, procurador da Fazenda Nacional, consultor ou assistente jurídico, que usam esse conhecimento para elaborar leis e fiscalizar.

"O maior comprador é o governo. É necessário conhecer processos de licitação, elaboração de editais, entender de leilão público e de pregão eletrônico", lista Kfouri Junior.

Quanto ao direito ambiental, ele cita a série de licenças que são necessárias para construir, por exemplo, uma ferrovia. "Leis como a Cidade Limpa e a de zoneamento também estão na alçada do direito ambiental urbano", esclarece.

Ascendendo na carreira, advogados chegam, por concurso, a postos na Advocacia Geral da União e na Defensoria Pública da União. E ao de juiz.

Nos Tribunais Regionais Federais e dos Estados, um quinto das vagas são destinadas a juízes. Eles são escolhidos, por nomeação, entre membros do Ministério Público com mais de dez anos de carreira ou entre advogados que tenham notório saber jurídico e reputação ilibada. Eles também devem contar com ao menos dez anos de atividade profissional.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/especial/fj0803200908.htm

quarta-feira, 4 de março de 2009

POSTURA PRÓ-VIDA DE MENINA DE 12 ANOS COMOVE PROFESSORA PRÓ-ABORTO

Postura pró-vida de menina de 12 anos comove professora pró-aborto
Kathleen Gilbert

TORONTO, Canadá, fevereiro de 2009 (LifeSiteNews.com) — A menina “Lia” de 12 anos, que vive em Toronto, Canadá, virou estrela na sua escola e no Youtube com seu discurso pró-vida de cinco minutos, feito para uma competição escolar. Apesar do desânimo e oposição total, a apresentação de Lia tão bem feita que ela ganhou a competição, embora ela tivesse sido avisada que ela seria desqualificada, devido à mensagem “polêmica” de seu discurso.

O discurso está disponível no Youtube onde já foi visto mais de 100 mil vezes e produziu discussões acaloradas. (Veja: http://www.youtube.com/watch?v=wOR1wUqvJS4&feature=channel_page)

“E se eu lhe dissesse que neste exato momento, alguém está escolhendo se você deveria viver ou morrer?” começa a menina charmosa no seu discurso que está gravado no Youtube. “E se eu lhe dissesse que essa escolha não foi baseada no que você poderia ou não fazer, no que você fez no passado, ou no que você faria no futuro? E se eu lhe dissesse que você nada poderia fazer para impedir isso? Colegas alunos e professores, milhares de crianças estão neste exato momento nessa situação. Alguém está escolhendo o destino de bebês sem mesmo conhecê-los. Estão escolhendo se eles irão viver ou morrer. Esse alguém é a própria mãe. E essa escolha é o aborto”.
Lia, falando facilmente e com entusiasmo radiante, dispara respostas a várias objeções comuns no breve discurso.

“Por que pensamos que só porque um feto não pode falar ou fazer o que fazemos, ele não é ainda um ser humano?” pergunta ela. “Alguns bebês nascem depois de cinco meses. Será que esse bebê não é humano?

“Jamais diríamos isso. Contudo, abortos são realizados em fetos de cinco meses todos os dias. Será que só os chamamos de seres humanos se alguém os quiser?
“Pense nos direitos da criança, que nunca lhe foram dados. Não importa quais direitos sua mãe tenha, não significa que podemos negar os direitos do feto”, disse ela. “Precisamos nos lembrar de que com nossos direitos e nossas escolhas vêm responsabilidades, e não podemos arrancar direitos dos outros para evitar nossas responsabilidades”.

A mãe de Lia diz que o assunto foi escolhido pela própria filha, e que ela estava determinada a não ceder, até mesmo depois que os professores lhe disseram que sua apresentação era “adulta demais” e “polêmica demais”.

“Ela também foi avisada de que se fosse adiante com o assunto, ela não teria permissão de continuar na competição de discurso”, escreveu a mãe de Lia no blog Moral Outcry. “Inicialmente, tentei ajudá-la a achar outros assuntos sobre os quais falar, mas no fim ela estava inflexível. Ela queria continuar com o assunto do aborto. Assim, ela desistiu de sua chance de competir a fim de falar sobre algo que está profundamente em seu coração”.

A mãe disse para LifeSiteNews.com que um das professoras da menina apoiou seu discurso, muito embora a professora fosse pró-aborto. “Depois de ajudar Lia a fazer o discurso ela disse, ‘Isso realmente me fez pensar’”, observou a mãe.

Na competição escolar, a mãe disse que um dos jurados da competição era outra professora pró-aborto que “nem mesmo queria ouvir” o discurso da menina, e saiu de sua cadeira pouco antes de Lia começar. Depois do discurso, que a família de Lia disse que foi bem recebido pelos estudantes e pelos professores, os jurados inicialmente disseram para Lia que ela havia sido realmente desqualificada. Mas uma polêmica entre os jurados acabou levando a uma reversão, e a família de Lia ficou sabendo no dia seguinte que os jurados concordaram que a menina merecia vencer a competição.

Quando perguntada sobre o que inspirou Lia a prosseguir no assunto com tanta insistência, sua mãe disse:

“Ela se envolveu nesse assunto com paixão, e pesquisou muito. Realmente creio que é algo que Deus colocou no coração dela”.

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com - Fonte: LifeSiteNews
Apoiado pelo Prof. Luis Cavalcante

ESTATUTO RACISTA

Estatuto racista
Carlos Alberto Di Franco

Em recente entrevista à revista Época, o senador Demóstenes Torres (DEM-GO) teve a coragem de romper o monólogo politicamente correto que tem dominado a tramitação do projeto de lei que cria cotas para negros e índios nas universidades federais.

Segundo o senador goiano, "esse é um projeto com grande potencial de dividir a sociedade brasileira. A partir do momento em que nós jogarmos uns contra os outros e passarmos a rotular aqueles que terão mais direito a frequentar uma universidade pública por causa de raça, nós vamos deixar de ser brasileiros. Seremos negros, pardos, brancos, mamelucos, bugres, mas não seremos mais brasileiros".

O tema é polêmico. Deve, portanto, ser discutido com profundidade e respeito à diversidade de opinião. Não é o que tem acontecido. "O patrulhamento é tanto que muito parlamentar tem medo de arranhar a própria imagem", sublinha Torres. "Muitos têm medo de aparecer em público contra o movimento negro e ser tachados de racistas, embora não sejam."

Está surgindo, de forma acelerada, uma nova "democracia" totalitária e ditatorial, que pretende espoliar milhões de cidadãos do direito fundamental de opinar, elemento essencial da democracia. Se a ditadura politicamente correta constrange senadores da República, não pode, por óbvio, acuar jornalistas e redações. O primeiro mandamento do jornalismo de qualidade é a independência. Não podemos sucumbir às pressões dos lobbies direitistas, esquerdistas, homossexuais ou raciais. O Brasil eliminou a censura. E só há um desvio pior que o controle governamental da informação: a autocensura. Para o jornalismo não há vetos, tabus e proibições. Informar é um dever ético.

Não Somos Racistas: uma reação aos que querem nos transformar numa nação bicolor (Editora Nova Fronteira, Rio de Janeiro, 2006) é o título de um livro do jornalista Ali Kamel. A obra, séria e bem documentada, ilumina o debate. Mostra o outro lado da discussão sobre as políticas compensatórias ou "ações afirmativas" para remir a pobreza que, supostamente, castiga a população negra.

Kamel, diretor-executivo de Jornalismo da Rede Globo de Televisão e ex-aluno do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), é uma alma de repórter. Por isso, questiona pretensas unanimidades.

Fustigado pela sua intuição jornalística, flagrou um denominador comum nos diversos projetos instituindo cotas raciais: a divisão do Brasil em duas cores, os brancos e os não-brancos, com os não-brancos sendo considerados todos negros. A miscigenação, riqueza maior da nossa cultura, evaporou nos rarefeitos laboratórios dos legisladores.

"Certo dia", comenta Kamel, "caiu a ficha: para as estatísticas, negros eram todos aqueles que não eram brancos. (....) Pior: uma nação de brancos e negros onde os brancos oprimem os negros. Outro susto: aquele país não era o meu."

Do espanto nasceu a reflexão. O desvio começa na década de 1950, pela ação da escola de Florestan Fernandes, da qual participava Fernando Henrique Cardoso. Para o autor, FHC presidente foi sempre seguidor do jovem sociólogo Fernando Henrique. Convencido de que a razão da desigualdade é o racismo dos brancos, FHC foi, de fato, o grande mentor das políticas de preferência racial. Lula, com sua obsessão populista, embarcou com tudo na canoa das cotas raciais. O Brasil, como todos vivenciamos, nunca foi um país racista. Tem, infelizmente, pessoas racistas. A cultura nacional, no entanto, sempre foi uma ode à miscigenação. As políticas compensatórias, certamente movidas pela melhor das intenções, produzirão um efeito perverso: despertarão o ódio racial e não conseguirão cauterizar a ferida da desigualdade.

Esgrimindo argumentos convincentes, o jornalista mostra que os desníveis salariais entre brancos e negros não têm fundamento racista: ganham menos sempre os que têm menos escolaridade. "Os mecanismos sociais de exclusão têm como vítimas os pobres, sejam brancos, negros, pardos, amarelos ou índios. E o principal mecanismo de reprodução da pobreza é a educação pública de baixa qualidade." Só investimentos maciços em educação podem erradicar a pobreza. É preciso fugir da miragem do assistencialismo. "Tire o dinheiro do programa social e o pobre voltará a ser pobre, caso tenha saído da pobreza graças ao assistencialismo. E o pior: num país pobre como o nosso, cada centavo que deixa de ir para a educação contribui para a manutenção dos pobres na vida trágica que levam", adverte o autor.

Numa primeira reflexão, nada mais justo do que dar aos negros a oportunidade de ingressar num curso superior. Mas, quando examinamos o tema com profundidade, vemos que não se trata de uma providência tão justa quanto parece. Ao tentar corrigir a injustiça que, historicamente, marcou milhões de brasileiros, cria-se um universitário de segunda classe, que não terá chegado à universidade por seus méritos. Ademais, ao privilegiar etnias, a lei discrimina outros jovens brasileiros pobres que não se enquadram no perfil racial artificialmente desenhado pelo legislador. Oculta-se a verdadeira raiz da injustiça: a baixíssima qualidade do ensino.

Os negros brasileiros não precisam de favor. "Precisam apenas de ter acesso a um ensino básico de qualidade, que lhes permita disputar de igual para igual com gente de toda cor." Impõe-se um debate mais sério. Uma discussão livre das ataduras do patrulhamento ideológico. Afinal, caro leitor, o que está em jogo é a própria identidade cultural do nosso país.

* Diretor do Master em Jornalismo (www.masteremjornalismo.org.br), professor de Ética e doutor em Comunicação pela Universidade de Navarra, é diretor da Di Franco - Consultoria em Estratégia de Mídia (www.consultoradifranco.com) E-mail: difranco@iics.org.br

Fonte: Estadão 09/02/2009 - Divulgação: www.juliosevero.com

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S.D.G. - SOLI DEO GLORIA

MEC DIVULGA LISTA DE CURSOS DE DIREITO QUE DEVERÃO REDUZIR VAGAS

MEC divulga lista de cursos de direito que deverão reduzir vagas

MEC corta quase 7.000 vagas em cursos de direito. O que você acha?

Um total de 29 instituições particulares (relação no final do texto) assinaram termo de compromisso com o MEC (Ministério da Educação) para melhoria na qualidade dos cursos de direito que oferecem. Dessas, 26 terão de reduzir 6.323 vagas por ter apresentado baixo desempenho de ensino. A lista de instituições foi divulgada nesta quinta-feira (17) pelo MEC, em coletiva realizada em Brasília.

A SESu (Secretaria de Educação Superior) havia anunciado anteriormente que o corte seria de 7.000 vagas. A assessoria de imprensa do órgão informou que o novo número se deve ao fato de algumas instituições não terem assinado o termo de compromisso do MEC. Segundo a SESu, a assinatura do documento não é obrigatória, mas aquelas que não assinaram têm até abril para fazê-lo. Caso contrário, será aberto um processo administrativo.

A determinação do MEC para as 29 instituições deve ser cumprida nos próximos 12 meses. Segundo o secretário de ensino superior, Ronaldo Mota, a explicação para a redução no número de vagas das faculdades é de que "oferecem um total superior autorizado pelo ministério em novos cursos de direito durante todo o ano de 2007". Mota afirmou ainda que os protocolos assinados contêm medidas específicas para cada instituição.

O presidente da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), Cezar Britto, disse à Agência Brasil que não faltam exemplos, em todas as regiões do país, de cursos de direito de qualidade ruim. "É como se fosse um câncer. Algumas instituições se espalham no Brasil como grandes shopping centers de fachada bonita e qualificação inexistente".

Duas faculdades terão de reduzir mais de mil vagas. É o caso do Centro Universitário Euro-Americano, de Brasília, que tem 2.769 vagas e passará a ter 1.461 (1.309 a menos). O Centro Universitário Nove de Julho, de São Paulo, tem a maior perda: das 5.000 vagas, passará a ter 2.406 -- são 2.594 a menos.

Exigências para adequação

Os cursos listados deverão passar por adequações. Eles apresentaram conceito 1 e 2 -de escala que vai até 5 -- no Enade (Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes) e baixo desempenho no IDD (Indicador de Diferença entre os Desempenhos Observado e Esperado). Além disso, registraram menos de 10% de aprovação no Exame de Ordem da OAB (Ordem dos Advigados do Brasil).

No total, 89 instituições se enquadram nesta situação, mas só 80 foram notificadas pelo MEC -- segundo a SESu, as instituições estaduais não entram na avaliação pois estão a critério do governo do Estado. Outros 51 cursos continuam sob supervisão do MEC.

A intenção do ministério é anunciar, até meados de abril, medidas para todo o conjunto de cursos carentes de aperfeiçoamento, após concluídas visitas feitas por um grupo de especialistas.

Uma comissão, designada por portaria e composta por representantes da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) e da Abed (Associação Brasileira de Ensino de Direito), trabalhou na definição do termo de compromisso.

A diminuição global do número de vagas é definida pelo secretário como necessária para adequar a capacidade acadêmica da instituição a um número apropriado de estudantes recebidos a cada ano.

"Isso não deve ser interpretado somente como punição. Recebendo um número mais adequado de alunos, a contribuição das instituições na formação poderá ser melhor", argumentou Mota.

Outras exigências do ministério são uma mudança no perfil do corpo docente, com a contratação de mais mestres, doutores e professores em tempo integral; melhorias no núcleo de prática jurídica; reorganização das turmas; revisão do projeto pedagógico e melhoria do acervo bibliográfico, com aquisição de novos títulos.

Ao serem reavaliados após 12 meses, os cursos que não cumprirem os compromissos firmados estarão sujeitos a um processo administrativo, que pode resultar no fechamento. As instituições que se negarem a assinar o termo de ajuste até abril, podem sofrer a mesma punição.

29 instituições particulares
http://download.uol.com.br/educacao/direito_29cursos_inadequado.xls


Fonte: Da redação* - Em São Paulo
http://educacao.uol.com.br/ultnot/2008/01/17/ult105u6168.jhtm

MEC DIVULGA LISTA DE CURSOS DE DIREITO QUE DEVERÃO REDUZIR VAGAS
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