quinta-feira, 23 de abril de 2009

TOQUE DE RECOLHER PARA MENORES - URGENTE

Campanha Nacional pelo Toque de Recolher para Menores no Estado de São Paulo.

BLOG: http://toquederecolherparamenores.blogspot.com/

ORKUT: http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=87383164

terça-feira, 21 de abril de 2009

BERLIM DEDICA EXPOSIÇÃO A REFORMADOR JOÃO CALVINO

BERLIM DEDICA EXPOSIÇÃO A REFORMADOR JOÃO CALVINO

Diz-se que as ideias de Calvino, reformador da igreja no século 16, inspiraram a democracia moderna e o capitalismo. Hoje, 500 anos após seu nascimento, o Museu
Histórico Alemão lhe dedica exposição em Berlim.

Com mais de 360 documentos históricos, obras de arte e objetos litúrgicos, a atual mostra de Berlim é a maior exposição na Europa durante o Ano Calvino, que marca os 500 anos do reformador nascido em 10 de julho de 1509, na cidade francesa de Noyon.

A exposição tem como foco a pessoa de Calvino e sua influência na Europa. A mostra também trata de temas como expulsão, migração e minorias — assuntos problemáticos para o continente durante diferentes épocas. O próprio Calvino foi forçado a fugir da França para a Suíça em 1535, quando a tensão religiosa levou a levantes violentos contra protestantes.

Isso aconteceu numa época em que a Europa estava dominada por monarcas e a Igreja Católica tinha grande influência tanto na política quanto na sociedade civil. E fazia apenas duas décadas que o alemão Martinho Lutero havia pregado suas 95 teses na porta da Igreja do Castelo de Wittenberg, defendendo a salvação através da fé e acendendo, inadvertidamente, a centelha da Reforma Protestante.

Foi nesse contexto que Calvino desenvolveu e propagou o movimento protestante que se iniciava. Mais tarde, sua doutrina teológica ficou conhecida como calvinismo.
O nascimento do Estado sem corrupção

Em entrevista à Deutsche Welle, o teólogo católico e professor aposentado Arnold Angenendt declara que “o calvinismo influenciou decididamente a forma moderna de vida”. Segundo o teólogo, Calvino é interpretado como aquele que disse que qualquer erro é sinal de que se foi abandonado por Deus.

O calvinismo é conhecido por propagar o trabalho duro, a confiabilidade e o perfeccionismo. Angenendt explica que “a ética calvinista criou o funcionário público responsável e profissional”. Para o historiador, isso significou “o nascimento do Estado europeu”.

Um funcionário público que se comporta conforme a ética calvinista não está passível de envolvimento com a corrupção. Os países ocidentais mais influenciados por Calvino têm governos menos corruptos que seus vizinhos do Leste, afirma Angenendt.
Responsabilidades individuais

As igrejas calvinistas são caracterizadas não somente pela forte consciência ética, mas também pela organização não-hierárquica, diz em entrevista à Deutsche Welle Achim Detmers, da Igreja Luterana na Alemanha. Esta igualdade “democrática”, segundo ele, não traz somente liberdade, mas também responsabilidade.

O calvinismo não prescreve um credo universal para cada situação. Em vez disso, novas situações históricas — como o surgimento do nazismo na Alemanha dos anos de 1930 ou tempos de desigualdade econômica — requerem que fiéis leiam novamente a Bíblia e façam interpretações relevantes, diz Detmers.

A redução da influência política eclesiástica e a ênfase no papel do indivíduo são todos ensinamentos do calvinismo, que têm mais em comum com a moderna democracia europeia do que com as últimas monarquias medievais.

“Calvino defendia um democracia aristocrática. Ele defendia uma separação administrativa da Igreja e do Estado, embora quisesse assegurar que a sociedade estava embasada em princípios cristãos como Os Dez Mandamentos”, explica o teólogo alemão.

Detmers comenta que particularmente em comparação com outras doutrinas, que são organizadas mais hierarquicamente e dão menor valor à participação dos fiéis, o calvinismo oferece às sociedades “modernas” um grande potencial de inovação e reflexão.

Uma solução calvinista para a crise financeira?

O clérigo luterano adverte, no entanto, que não deve ser estabelecida uma ligação muito forte entre Calvino e o desenvolvimento da democracia moderna e do capitalismo, chamando a atenção para o papel exercido por uma série de outros fatores sociológicos e históricos neste contexto.

Se os ideais calvinistas — baseados mais no medo do que na misericórdia — tiveram uma maior influência na sociedade atual, já é uma outra questão.

Na abertura da exposição em Berlim nesta semana, o premiê holandês, Jan Peter Balkenende, salientou que a forte ética de trabalho, que é parte importante da teologia calvinista, “se transformou num sistema moral”.

À luz da atual crise econômica, seria “bom se os mercados financeiros fossem mais fortemente governados por estes princípios”, afirmou Balkenende.
Bastiões da teologia reformista

Mais de 25 milhões de pessoas fazem parte da Igreja Luterana na Alemanha, de acordo com informações da própria Igreja. Desses, dois milhões pertencem às igrejas protestantes reformadas. Outros bastiões da teologia reformista na Europa são a Suíça, a Holanda, a Hungria, a Escócia e a França.

Na Alemanha, os membros das igrejas reconhecidas pelo Estado pagam uma dízimo mensal às Igrejas Católica e Protestante. No país, a Igreja Católica conta oficialmente com 25 milhões de fiéis.

A exposição Calvinismo fica aberta até 19 de julho próximo no Museu Histórico Alemão, em Berlim.























Autora: Kate Bowen
Revisão: Soraia Vilela
Fonte: Deutsche Welle
Divulgação: www.juliosevero.com


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Prof. Luis Cavalcante
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domingo, 19 de abril de 2009

A MORAL E O CIVISMO

A moral e o civismo

QUANDO ALGUMAS palavras começam a sofrer desgaste pelo uso, é bom que se consultem os dicionários. As palavras acima, por exemplo.

Moral significa, entre outras coisas, bons costumes, boa conduta, segundo preceitos coletivamente estabelecidos. Já civismo é a fidelidade ao interesse público e também é sinônimo de patriotismo.

Isso me ocorreu ao refletir sobre o papel da escola -complementar à responsabilidade da família- na educação para valores de nossas crianças e adolescentes.
No passado, a educação moral e cívica era obrigatória no currículo escolar brasileiro. Foi adotada por decreto a partir de 1969 e excluída no fim do período militar.

É compreensível. A disciplina era identificada com alguns dos piores aspectos do regime, vista como algo imposto à sociedade civil, um programa de exaltação ufanista do país que ignorava nossas mazelas e um entrave à liberdade de crítica no meio estudantil.

Temo, porém, que, ao simplesmente eliminarmos o ensino de moral e civismo quando da redemocratização, em vez de reformulá-lo para os novos tempos que surgiam, tenhamos incorrido no erro clássico de jogar fora a criança junto com a água de seu banho.

A reinserção desses conteúdos no currículo atual de nossas escolas passa, obviamente, pela negação e pelo esquecimento das distorções do passado, porque nosso olhar deve estar posto no futuro.

O que é inquestionável é a obrigação da escola quanto ao tratamento de temas essenciais à vida do jovem, como senso de comunidade, espírito de cidadania, a ideia de que existem limites ao comportamento e de que o convívio em sociedade só é possível quando se respeita o outro, bem como as leis que regem tal convívio.

Nossos professores precisam transmitir mais que a mera instrução: junto com as famílias, devem ensinar aos alunos valores que os embasem na construção de suas próprias visões de mundo.

Um dos males que afetam os adolescentes de hoje é o relativismo exacerbado com que veem tudo. O ensino de moral e civismo nas escolas viria combater isso, ao informar que existem sim verdades sólidas, como a relevância da ação construtiva voltada para o bem comum e o amor à pátria, ainda que este não implique a negação da existência de problemas no Brasil.

Sem ignorar a responsabilidade que cada um tem por aquilo que é e faz, penso sim que a volta de uma disciplina que estimule o debate de temas como ética e vida em sociedade pode melhorar o caráter de nossos jovens e, por consequência, o dos adultos que eles um dia serão.
________________________________________
EMÍLIO ODEBRECHT escreve aos domingos nesta coluna.
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/fz1904200905.htm
São Paulo, domingo, 19 de abril de 2009

DIFERENÇA PRÁTICA DA "LEI NOS EUA" e a "LEI NO BRASIL

Nos EUA, brasileiro é condenado a 109 anos de prisão

Lindolfo Thibes, 48, foi acusado de abusar da filha sexualmente desde os seis anos e com ela teve 3 crianças

O réu, que fez sua própria defesa, afirmou que a condenação foi resultado de "testemunhos mentirosos e de provas fraudulentas"

ANDREA MURTA DE NOVA YORK

O brasileiro Lindolfo Thibes, 48, foi condenado a 109 anos de prisão na última sexta-feira, em Los Angeles (costa oeste dos EUA), acusado de abusar sexualmente da filha desde que ela tinha seis anos -hoje tem 29. Os dois tiveram três filhos, atualmente com 4, 7 e 11 anos.

A vítima teve seu nome mantido em sigilo, mas a Folha descobriu o telefone identificado como da casa de sua mãe, em Antelope Valley (Califórnia).

"É um alívio poder viver minha vida livremente", disse ela. "Eu perguntava a Deus o porquê de tudo o que me acontecia e pensava que meu pai ou me mataria ou me teria como prisioneira pelo resto da vida."

Segundo o jornal "Los Angeles Times", o caso foi descoberto em 2005, com um chamado de emergência de violência doméstica: um homem havia esfaqueado a namorada no estacionamento de um hospital em Las Vegas, Estado de Nevada.

Quando os detetives começaram a investigar, descobriram que o agressor -instrutor de artes marciais- era, na verdade, o pai da vítima, que o acusou de molestá-la sexualmente por quase duas décadas.

Testes de DNA confirmaram as acusações, indicando que Thibes era tanto pai quanto avô das três crianças.

Os ataques começaram quando a família vivia em Los Angeles, em meados dos anos 1980. Thibes aproveitava a ausência da mãe, que trabalhava à noite como enfermeira.
Além dos abusos sexuais, a filha contou que era espancada, inclusive com bastões de beisebol, e o irmão mais novo, chicoteado com fios elétricos.

Além disso, contou em juízo, ele lhe dava álcool e maconha desde os oito anos. Já adolescente, era proibida de sair de casa sozinha e teve de abandonar os estudos na sexta série.

A filha conta que, antes de ir parar no hospital por causa das facadas, nunca havia contado a ninguém sobre os abusos, nem mesmo à mãe.

"Eu era tão dominada por ele que, mesmo que ela me interrogasse, eu não contaria nada. Acho que minha mãe suspeitava, mas nunca falamos a respeito. Quando eu ficava grávida, dizia que os filhos eram só meus e que ninguém tinha nada a ver com isso", afirma.

Segundo ela, o pai ameaçava matá-la se o denunciasse e a mantinha prisioneira em casa, monitorando seus movimentos com câmeras de vigilância.

Problemas mentais

Ao todo foram quatro dias de julgamento, realizado no início deste ano. Thibes, que optou por se defender sozinho, sem advogado, foi sentenciado por estupro e outras agressões.

Durante o julgamento, ele afirmou que a condenação era resultado de "provas fraudulentas e testemunhos mentirosos", disse sofrer de problemas mentais e alucinações, mas não chegou a ser submetido a avaliação psicológica -segundo o vice-promotor distrital Rouman Ebrahim, porque não solicitou o exame.

"Alguém que faz isso não é mentalmente normal, mas não creio que seja caso de insanidade nem que ele é esquizofrênico. Ele tentou manipular o sistema com essas declarações", disse Ebrahim à Folha.

Segundo o vice-promotor Ebrahim, ainda cabe recurso, mas certamente o condenado vai passar o resto da vida na cadeia. Isso porque, pelas leis estaduais americanas, antes de começar a cumprir a pena por estupro da filha, Thibes cumprirá uma condenação de 22 anos por esfaqueamento, no Estado de Nevada. Só depois disso, diz ele, o brasileiro será transferido à Califórnia para cumprir a pena de 109 anos.

Texto Anterior: Reinaldo da Costa Maia (1951-2009) - O fundador do grupo teatral Folias d'Arte

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff1904200914.htm

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DIFERENÇA PRÁTICA DA "LEI/DIREITO NOS EUA" e a "LEI/DIREITO NO BRASIL"

O "direito brasileiro" profundamente influenciado por uma filosofia naturalista, secularista, darwinista e humanista" têm provocado o aumento da impunidade, das injustiças e do aumento cultural da corrupção em vários setores da sociedade.

A nossa política de "direitos humanos" extremamente "pelagiana-armeniana" têm colaborado para o aumento da violência na medida que não menciona e enfatiza a FONTE e o PRINCÍPIO do verdadeiro Direito (teodireito) proveniente da TEONOMIA (Leis de Deus - estabelecida por Deus para o funcionamento sustentável da sociedade)em detrimento da irresponsabilidade humana e a amenização das consequências de infringir as mesmas.

Precisamos de verdadeiros "direitos humanos" que são concretizados quando temos "direitos e deveres humanos para todos" e não somente para o "bandido".

Prof. Luis Cavalcante
http://direitoreformacional.blogspot.com


*

ALERTA AOS PAIS: O PERIGO DO ESTADO HOMOSSEXUALIZANTE

ALERTA AOS PAIS: O PERIGO DO ESTADO HOMOSSEXUALIZANTE



Estimados amigos

O documento anexo é um exemplo de orientações internas que professores e outros funcionários de escolas públicas estão recebendo. Esse documento é de caráter interno e inacessível aos pais.

O documento ordena claramente a aceitação total de todas as práticas homossexualis, implicando que qualquer não aceitação seja devidamente condenada.

Os professores são assim orientados a doutrinar as crianças das escolas no homossexualismo e vigiar para detectar “homofobia”. “Homofobia” para eles é qualquer atitude que não aceite o comportamento homossexual.



E se o professor detectar num aluno a ação amorosa de pais que se esforçam para ajudar um filho a sair de influências homossexuais? O professor encaminhará os pais ao Conselho Tutelar por desrespeitar a “orientação sexual” dos filhos?

*Ocultamante, sem a permissão e concordância dos pais, as escolas estão impondo sobre as crianças as opiniões do Estado e estão anulando e banindo quaisquer opiniões contrárias aos dogmas estatais.*

*Pais, acordem! O Estado os trata como inimigos. Não tratem o Estado como amigo. Cuidado com o Estado e suas intenções.*

*Como disse o falecido Presidente Ronald Reagan: “Nesta atual crise, o governo não é a solução para o nosso problema. O governo é o problema”.*



*Considerem a opção de educar seus filhos em casa:
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*Julio Severo*
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quarta-feira, 15 de abril de 2009

NOVO PRAZO PARA RECADASTRAMENTO DE ARMAS - 31 DE DEZEMBRO DE 2009

O Congresso Nacional e o Governo Federal após longas tratativas entenderam que o recadastramento como foi feito no ano de 2008, não atendeu às necessidades do cidadão honesto, jogando na ilegalidade milhões de brasileiros que não conseguiram realizar o recadastramento de suas armas.

Com a Lei 11.922 sancionada pelo Presidente Lula e publicada no Diário Oficial da União de hoje, 14 de abril de 2009, o prazo passa a valer até o final deste ano.
Será com certeza a ÚLTIMA chance para todos aqueles que possuem uma arma de fogo fazerem valer o seu direito à legítima defesa mantendo dentro da legalidade a sua arma.

Pedimos para que cada lojista, cada proprietário, a ANIAM (Associação Nacional das Indústrias de Armas e Munições), O Ministério da Justiça e a Polícia Federal façam a sua parte para que todos os proprietários de armas de fogo possam realizar o seu recadastramento e assim manterem-se dentro da lei, garantindo o direito duramente conquistado no referendo de 2005.

Em breve a página do SINARM estará disponível para realização do recadastramento.

CLIQUE AQUI PARA LER A LEI No - 11.922, DE 13 DE ABRIL DE 2009, QUE PRORROGA O RECADASTRAMENTO

FAÇA VALER O SEU DIREITO: RECADASTRE SUA ARMA
Transformar sua arma em uma arma ilegal e você em um "fora da lei" só interessa para aqueles que querem retirar esse direito. Não caia nesta armadilha. Mantenha-se na legalidade.

quarta-feira, 8 de abril de 2009

CIÊNCIA VICIADA

Ciência viciada por JOSÉ MARIA E SILVA

EM RECENTE defesa da descriminalização da maconha, Fernando Henrique Cardoso afirmou que o debate sobre a legalização das drogas enfrenta um tabu que precisa ser quebrado. Trata-se de miragem do ex-presidente, já que a descriminalização das drogas — incluindo a defesa explícita da legalização da maconha — não sai da pauta da imprensa e das universidades, permeando até os “temas transversais” do MEC, impostos às crianças nas escolas. Na prática, o uso de drogas já foi legalizado no país, com a bênção de tucanos e petistas — ideologicamente ecumênicos quando se trata de subverter costumes.

A lei nº 11.343, de 23 de agosto de 2006, que institui o Sistema Nacional de Políticas Públicas sobre Drogas, aboliu qualquer punição para os usuários. A pena máxima é a prestação de serviços à comunidade, que, se não for cumprida, acarreta simples “admoestação” por parte do juiz, até que o crime prescreva. E quem sofre as consequências é o bolso do contribuinte. Para a nova lei, consumir drogas é um direito inalienável do usuário, e curar sua dependência, um dever incondicional do Estado.

Essa tendência já havia sido antecipada pela Assembleia Legislativa de São Paulo, que, em 9 de fevereiro de 2006, derrubou veto do governador do Estado e, num arroubo de independência não muito comum no Parlamento brasileiro, promulgou, por decreto legislativo, a lei estadual nº 12.258, que confere privilégios aos usuários de drogas sem lhes impor nenhum dever. Essas leis nasceram de uma tese hegemônica nos meios acadêmicos: a política de redução de danos — eufemismo com que intelectuais universitários disfarçam sua apologia ao uso de drogas.

O brasileiro nem sonha, mas existe até a “Declaração dos Direitos dos Usuários de Drogas”, que, obviamente, não foi feita por uma Constituinte de usuários, mas por acadêmicos financiados pelo contribuinte. Subscrita pelo Cebrid (Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas), da Universidade Federal de São Paulo, a declaração finge-se arauto da ciência de ponta, mas não passa de entulho ideológico do Maio de 68. Nela se alicerçam a nova lei sobre drogas e as políticas do MEC e do Ministério da Saúde na área.

Professores universitários, a quem cabe a educação da juventude, proclamam, na referida declaração, o seguinte mandamento: “Conclamamos as organizações não governamentais e governamentais a incluir usuários de drogas em seus conselhos, gerências e direções”. Ou seja, as universidades estão defendendo cotas para drogados nas mesas diretoras do Congresso, nos gabinetes ministeriais e nas cortes de Justiça. Deve ser por isso que os autores da declaração condenam, veementemente, o exame antidoping.

Mas, enquanto não chega o mundo sonhado por essa espécie de “Manifesto Consumista” dos acadêmicos (versão lisérgica do “Manifesto Comunista” de Marx), a deputada Cida Diogo (PT-RJ), apoiada por Rita Camata (PMDB-ES), contenta-se em impor ao mundo real dos usuários do SUS os privilégios dos usuários de drogas. Cida Diogo é autora de projeto de lei que obriga o SUS a dar a eles, entre outros insumos, agulhas e seringas descartáveis. A expressão “outros insumos” abre brecha para que o SUS distribua a própria droga, como a maconha, usada como alternativa de redução de danos para viciados em crack. O projeto está sendo aprovado sem passar pelo plenário da Câmara, como se o luxo da distribuição de seringas para viciados não merecesse debate diante da miséria da falta de medicamentos para crianças nos postos de saúde.
Mais grave é que a atuação dos especialistas encarregados da redução de danos oscila entre a incapacidade e a inconsequência. O próprio Ministério da Saúde, em um texto sobre álcool e drogas recomendado em seu site para crianças de 12 anos, mistura vulgaridade, lascívia e imprecisão, ao comparar a “fissura” proporcionada pelo crack ao prazer do orgasmo — aguçando dupla e criminosamente a curiosidade das crianças. E ainda nega, taxativamente, que a cocaína produza tolerância e síndrome de abstinência, numa indisfarçável apologia da droga para menores, contrariando a lei e a ciência.

Eis, portanto, a danosa política de redução de danos. Ela se alicerça na crença pueril de que o drogado — useiro e vezeiro em escarnecer da lei, da pátria e da família — vai obedecer feito criança as recomendações dos engenheiros sociais. Ainda que quisesse fazê-lo, de nada adiantaria. A “Declaração dos Direitos dos Usuários de Drogas” é uma prova de que a ciência de muitos especialistas é mais alucinada do que delírio de viciado.

JOSÉ MARIA E SILVA, 45, jornalista, é mestre em sociologia pela Universidade Federal de Goiás, com dissertação sobre violência nas escolas.
Fonte: Folha de S. Paulo, 23 de março de 2009 - Divulgação: www.juliosevero.com

terça-feira, 7 de abril de 2009

CRIME DE "HOMOFOBIA" OU PERSEGUIÇÃO AOS CRISTÃOS?

Atenção que já está chegando a hora de despertar do sono! O blogueiro Julio Severo está fora do Brasil, sua pátria, por ser acusado de crime de "homofobia", inexistente na Lei brasileira, mas já adotada por alguns magistrados. O Ministério Público Federal está a procura do irmão Julio Severo. Cristãos do Brasil, até quando nos calaremos e ficaremos sentados em nossos bancos de igrejas enquanto há um movimento que tenta impedir-nos de expressar nossa fé e convicções? Ora, a atitude da igreja brasileira é um ato de covardia! Ah, Senhor, desperta esta Casa Rebelde! Hoje foi o Julio; amanhã será você, eu e outros cristãos.

ATENÇÃO DEPUTADOS E SENADORES CATÓLICOS CONSERVADORES E DEPUTADOS E SENADORES EVANGÉLICOS CONSERVADORES. ESTÃO NOS AMORDAÇANDO E O QUE VOSSAS SENHORIAS FARÃO? A FÚRIA GAY ESTÁ AGINDO E VOCÊS NÃO ESTÃO VENDO? MOVAM-SE!

SENADOR MAGNO MALTA, DÊ ATENÇÃO À AGENDA QUE ESTÁ IMPLODINDO O ESTADO DE DIREITO!
Caros leitores, acesse já a página do Senado e escreva para o seu Senador acerca do que está acontecendo. Exija dele uma posição a favor do Estado de Direito.

Acesse aqui por unidade federativa:
http://www.senado.gov.br/sf/senadores/senadores_atual.asp?o=3&u=*&p=*

"Um dia vieram e levaram meu vizinho que era judeu.
Como não sou judeu, não me incomodei.
No dia seguinte, vieram e levaram
meu outro vizinho que era comunista.
Como não sou comunista, não me incomodei .
No terceiro dia vieram e levaram meu vizinho católico.
Como não sou católico, não me incomodei.
No quarto dia, vieram e me levaram;
já não havia mais ninguém para reclamar…"

Leia no blog e, na medida do possível, vamos ajudar o Julio. Oremos e labutemos!
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Carta aberta aos amigos do Blog Julio Severo

Estimados amigos

Cheguei a um novo lugar, estando agora fora do Brasil e distante dos amigos. Não foi uma decisão fácil. Aliás, foi a única alternativa.

Por causa de uma queixa de 2006 da Associação da Parada do Orgulho Gay de São Paulo, o Ministério Público Federal (MPF) vem procurando minha localização. A queixa é “homofobia”.

É verdade que não há no Brasil nenhuma lei de “homofobia”. Mesmo assim, o MPF recentemente intimou um amigo meu a prestar informações sobre minha localização. Meu amigo tentou, com a ajuda de um advogado judeu, dizer que ele não é responsável pelo conteúdo do meu blog.

Contudo, o MPF não aceitou a defesa dele, e continuou pressionando-o com o único objetivo de saber onde está Julio Severo.

Portanto, diante desse absurdo, vi-me forçado a sair do país com minha família: uma esposa com gravidez avançada e duas crianças pequenas. Estamos neste momento num lugar totalmente estranho. Que escolha tínhamos?

Além da queixa da Associação da Parada do Orgulho Gay, outras entidades e indivíduos homossexuais também entraram com ações e queixas no MPF contra meu blog por “homofobia”.
Saindo do país, esperamos aliviar as pressões das autoridades sobre amigos inocentes.

Eu queria poder aqui registrar publicamente os nomes de todos os que me ajudaram a fazer esta difícil viagem ao exterior, mas não ouso fazê-lo, consciente de que o MPF não poupou nem mesmo um amigo meu inocente. Só revelarei que o grande filósofo brasileiro Olavo de Carvalho muito colaborou. Se o MPF quiser processá-lo, a localização dele está nos EUA.

Se quiserem continuar com suas ações absurdas contra mim por “homofobia”, aviso que não estou mais no Brasil. Deixem meus amigos em paz.

Entretanto, dou outro aviso. Não me calarei. A voz que Deus me deu continuará sendo usada para alertar o Brasil, quer eu esteja na Índia, no Quênia, na Nicarágua ou qualquer outro país do mundo.

Servir a Deus e falar a verdade custa um preço alto. Oro para que Deus dê a cada um dos leitores do meu blog a coragem de pagar esse preço.

Convido-os também a ajudar para que minha voz não se cale. Daqui do meu exílio no exterior, num lugar totalmente desconhecido para nós, quero continuar a alertar o Brasil. Deixei o Brasil fisicamente, mas não em espírito.

Se puder ajudar a colaborar comigo e com minha família, por favor ore e também envie contribuições, pois é um momento de necessidade para nós. Se Deus o tocar para ser um colaborador regular, aceite o desafio de Deus.

Par depositar sua contribuição, clique aqui ou use esta informação:

Julio
Conta corrente 02399-0
Banco Itaú Agência 5649

Chegamos ao aeroporto e tivemos a grata surpresa de ver um pastor que viajou de avião de outra cidade apenas para nos dar as boas vindas. Deus o tocou para que ele viesse nos receber. Só havia ele ali, mas foi muita bênção, pois nada conhecemos aqui!

Hoje, enquanto estávamos tomando o café da manhã, uma TV estava ligada, e o primeiro programa que vimos nesta língua estava tratando de opções sexuais e “casamento” gay. Nesta mesma noite, tive um sonho onde vi a obsessão da agenda gay alcançando este país onde estamos. Esse foi o meu primeiro sonho neste país.

Contudo, somos peregrinos de Deus, e nossa cidadania é do Reino de Deus. Estamos debaixo da autoridade do Rei do Universo.

Um dia Lula, cujo governo hoje intima os inocentes por “crime” de “homofobia”, será obrigado a comparecer diante do supremo Juiz, onde sua condenação é certa.

Que Lula não ouse rir da minha situação, pois a hora dele e de seu mestre está chegando.

Conto com seu apoio e cooperação neste momento,

Julio Severo
Fonte: http://juliosevero.blogspot.com/

DECISÃO ABORDA DIREITO À VIDA VERSUS LIBERDADE DE CRENÇA

Decisão aborda direito à vida versus liberdade de crença
Fonte: TJMS

Quando os direitos se cruzam, o que prevalece? Medicina e religião volta e meia se veem diante deste conflito. Essa questão foi enfrentada pelo juiz da 7ª Vara Cível da Comarca de Campo Grande, Ricardo Gomes Façanha, diante da propositura de uma ação pela Associação Beneficente de Campo Grande – Santa Casa em desfavor da paciente M.N.D de K., a qual, mesmo diante da grande possibilidade de transfusão de sangue, no decorrer de uma cirurgia marcada para tratamento de câncer, recusava-se expressamente a se sujeitar a tal procedimento, baseada em convicções religiosas.

O impasse originou-se quando a equipe médica alertou a paciente sobre a possibilidade de haver complicações durante a realização do procedimento cirúrgico, em especial, no que diz respeito ao “risco de grande sagramento”, o que implicaria a necessidade de transfusão sanguínea.

Todavia, em virtude de sua crença religiosa, a paciente não aceitava submeter-se à transfusão de sangue, apresentando para a equipe médica, até mesmo, um documento que autorizava os médicos a não proceder à reposição volêmica, caso fosse necessário, mesmo havendo risco de morte. E, ainda, o documento isentava o grupo médico de qualquer responsabilidade caso o procedimento levasse à óbito em decorrência da ausência de transfusão. Por esta razão, o hospital recorreu ao Poder Judiciário para determinar que a paciente “suporte/tolere” eventual transfusão sanguínea, no caso de complicações pré e/ou pós operatórias.

Conforme o juiz Ricardo Façanha, a questão posta à apreciação do Juízo não seria novidade, entretanto, segundo ele, “trata-se de discussão das mais tormentosas, na medida em que recai sobre esse tema acalorada discussão acerca da possibilidade de sobreposição do direito fundamental à liberdade de crença religiosa sobre o direito à vida ou vice-versa”.

Nesse sentido, o magistrado que proferiu a decisão ressaltou, inicialmente, que o interesse de agir do hospital decorre da nítida necessidade de "resguardar os direitos dos médicos integrantes da equipe técnica designada para o caso, bem como o próprio direito da entidade hospitalar que poderia responder civilmente por ato de seus prepostos, caso haja conclusão pela não prestação de um serviço que lhe competia levar a efeito – seja por imposição legal ou por vinculação contratual".

O dilema imposto foi, no entanto, resolvido ao se entender que “[...] o direito à vida (CR/88, art. 5º) é o direito individual primordial, de cuja existência dependem os demais direitos fundamentais, dentre eles a liberdade de crença (CR/88, art. 5º, inciso VI), pois aquela figura como o bem jurídico de maior relevância na ordem vigente, sendo, assim, inviolável e irrenunciável, não podendo ser transgredido por terceira pessoa e, menos ainda, por seu próprio titular”.

Assim, como explicou o juiz, entende-se que a liberdade de crença não é absoluta, uma vez que pode encontrar limites em outros direitos fundamentais, sobretudo no próprio direito à vida.

Ademais, fazendo uma correlação com o caso apreciado, o juiz esclareceu que "prevalece, entre nós, o entendimento de que a eutanásia não é juridicamente/constitucionalmente, moralmente ou religiosamente aceitável, seja qual for a justificativa", de modo que não se poderia fazer valer a opção da paciente, diante da indisponibilidade de seu direito à vida.

Por fim, a decisão deixou claro que a intervenção judicial somente se fez necessária porque havia risco de morte à paciente, pois, do contrário, prevaleceria a primeira parte do artigo 46 do Código de Ética Médica (Resolução CFM nº 1.246/88), que veda ao médico "efetuar qualquer procedimento médico sem o esclarecimento e o consentimento prévios do paciente ou de seu responsável legal".

Diante dessa interpretação e com base na jurisprudência já existente sobre o tema é que o juiz autorizou, com fundamento no art. 5º, caput, Constituição da República e art. 46 do Código de Ética Médica, que a equipe de médicos responsáveis pela paciente procedesse, se necessário, à reposição volêmica, bem como a outros procedimentos que se fizerem necessários para o êxito da intervenção cirúrgica.

FONTE: https://secure.jurid.com.br/new/jengine.exe/cpag?p=jornaldetalhejornal&id=60092&id_cliente=63980&c=5