sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

MINISTÉRIO PÚBLICO LEVA GLOBO MODIFICAR PERSONAGEM DE KLARA CASTANHO EM "VIVER A VIDA"

A Rede Globo, Record, SBT, Bandeirantes, Rede TV e outras, precisam aprender a respeitar a dignidade das crianças. Não adianta realizar CRIANÇA ESPERANÇA ou semelhantes e depois nas programações transformar o ser humano e principalmente as crianças em objetos e o LUCRO acima de tudo. O Ministério Público está de parabéns pela energia e capacidade de mudar esta situação. Vivemos em uma sociedade que juntamentamente com estas mídias foram demonizadas pelo lucro. Estão transformando LIBERDADE em LIBERTINAGEM e imoralidade. Se não colocarmos os freios, logo, logo, irão transformar a PEDOFILIA em algo normal como fizeram com o homossexualismo e ausência de PENA CAPITAL na constituição federal para aqueles que cometem assassinatos. Para continuar ler CLIQUE AQUI.


Ministério Público leva Globo modificar personagem de Klara Castanho em "Viver a Vida"

FLÁVIO RICCO
Colaborou José Carlos Nery

Divulgação/TVGlobo


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terça-feira, 26 de janeiro de 2010

CRIMES DE ÓDIO E O CASO DOS DOIS "SHEPHARDS"

Crimes de ódio e o caso dos dois “Shephards”

Muitas agressões violentas que heterossexuais sofrem de homossexuais são ignoradas no debate sobre crimes de ódio por Peter J. Smith

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quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

JUDICIÁRIO É O MENOS TRANSPARENTE DOS PODERES DO BRASIL

COMPORTAMENTO - TRANPARÊNCIA

Judiciário é o menos transparente dos Poderes do Brasil, constata

O Brasil precisa ampliar o acesso da população às informações sobre o que é feito com o dinheiro público, indica a pesquisa Índice Latino-Americano de Transparência Orçamentária, feita em 12 países da América Latina. Entre os Poderes da República, o menos transparente é o Judiciário, de acordo com o levantamento.

O Brasil ficou em quarto lugar no ranking, com 49 pontos em uma escala de um (nada transparente) a cem (totalmente transparente). Em primeiro lugar ficou a Costa Rica (69), seguida do Peru (54) e Panamá (50). A última participação do Brasil no levamento foi em 2003, quando alcançou 50 pontos.

Esse índice é feito com base em um questionário padronizado enviado aos entrevistados. No Brasil, foram ouvidas 86 pessoas, entre jornalistas da mídia impressa, sindicalistas, dirigentes de organizações não-governamentais, acadêmicos e parlamentares integrantes da Comissão Mista de Orçamento do Congresso Nacional.

O estudo no Brasil foi coordenado pelo Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc), em parceria com a organização não-governamental mexicana Centro de Análise e Investigação (Fundar), que supervisionou o trabalho nos 12 países.

De acordo com a pesquisa, dos Poderes da República, o Executivo é o mais transparente quanto ao Orçamento, aprovado por 74% dos entrevistados. O Poder Legislativo fica com 11% e o Judiciário, com 4%.

Segundo a assessora de política fiscal e orçamentária do Inesc, Eliana Magalhães, o Judiciário ainda não criou mecanismos para permitir transparência e a participação dos cidadãos. Ao entregar hoje (10) a pesquisa ao vice-líder do governo no Congresso, deputado Gilmar Machado (PT-MG), ela disse que tentará marcar reunião com algum órgão do Poder Judiciário.

Para Eliana, é preciso vontade política para garantir ao cidadão o direito às informações sobre o orçamento. “ A democracia tem que sair do ponto de vista formal de mero voto nas urnas e avançar para participação do cidadão nas decisões que vão sendo tomadas. O governo não gera recursos, recolhe da população. Então, é um direito saber onde o dinheiro está sendo aplicado”, disse Eliana.

Ela acrescentou, entretanto, que hoje é possível conseguir informações sobre o orçamento pela internet, o que não ocorria anteriormente. Mas ela sugere que haja mais debates dos parlamentares com a população nos municípios na hora de definir o orçamento, além de ter audiências públicas com a sociedade civil organizada.

Para o deputado o “processo de dar transparência ao orçamento no Brasil é recente” e por isso, ainda não necessários ajustes. “O apoio do movimento popular, das organizações não governamentais que acompanham a parte orçamentária do país tem ajudado a forçar a Câmara a se abrir e o Congresso discutir esse assunto”. Machado acrescentou que é preciso fazer com que as informações disponibilizadas sejam facilmente entendidas pela população.


FONTE: http://www.creio.com.br/2008/noticias01.asp?noticia=6615 - Data: 30/12/2009

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sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

GOLPE DE ESTADO ESTÁ SAINDO DO FORNO!

... por Jorge Serrão

Um organismo, sediado em Washington, que estuda e monitora a realidade da América Latina, enviou ao Senado brasileiro um documento em que chama a atenção para os próximos movimentos políticos do presidente Lula da Silva, rumo a um 'populismo socialista'. Plano tramado entre todos os presidentes do sul do planeta.

O estudo adverte que Lula pretende lançar medidas populares de impacto,incentivando o consumo para seus eleitores de baixa renda.

Segundo o dossiê, a intenção de Lula é consolidar seu poder de voto para uma futura reforma política que vai autorizar, a partir de agosto de 2009, a reeleição para um mandato de mais seis anos. O documento assinala que Lula prepara um dos maiores movimentos de reestruturação econômica, voltado somente para as classes populares, dentro do projeto de longevidade no poder. Segundo o estudo, os EUA estariam muito preocupados com este tipo de populismo no Brasil, que é um País continental e onde o povo é submisso, sem cultura e informação para avaliar as consequências políticas deste movimento rumo ao socialismo, tipo cubano e inspirado no 'Stalinismo'.

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quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

A BELEZA DO ILUMINISMO IMORAL DA FRANÇA ILUMINISTA - grifo do Prof. Luis Cavalcante

Ministro da Cultura da França nega participação em turismo sexual

Ele diz que os “meninos novos” eram realmente prostitutos adultos
Hilary White

PARIS, França, 9 de outubro de 2009 (Notícias Pró-Família) — O Ministro da Cultura da França disse que durante suas viagens a Tailândia para buscar encontros homossexuais pagos com meninos nos “mercados de escravos” e bordéis, os meninos em questão não eram menores, mas “jovens” e que os homossexuais chamam todos os homens de “meninos”.

Frédéric Mitterrand, o sobrinho abertamente homossexual do ex-presidente francês François Mitterrand, está tardiamente enfrentando vergonha pública depois de ter confessado num livro autobiográfico publicado em 2005, “Adquiri o hábito de pagar para ficar com meninos… O excesso de meninos novos muito atraentes e imediatamente disponíveis me colocou num estado de desejo que eu não mais precisava refrear ou esconder”.

Mitterand, de 62 anos, afirmou desde então que apesar de sua descrição deles como “meninos novos” no livro, ele foi para a Tailândia para ter sexo com prostitutos adultos, homens de sua própria idade, algo que é legal na França.
Depois de uma tempestade crescente de críticas, culminando em pedidos por sua renúncia, Mitterand apareceu num programa noticioso dizendo: “Condeno totalmente o turismo sexual, que é uma vergonha. Condeno a pedofilia, em que nunca participei de qualquer modo”.

“O livro não é de forma alguma uma defesa ao turismo sexual, ainda que um capítulo seja uma viagem a esse inferno, com toda a fascinação que o inferno pode inspirar”, disse ele.

Membros do círculo interno do governo de Sarkozy começaram a defender Mitterand. O principal assessor presidencial, Henri Guaino, disse na televisão France 2 nesta semana que a controvérsia é “digna de pena” e que não havia nenhuma necessidade para Mitterrand deixar o governo.

Guaino disse: “Quando há uma controvérsia tão patética quanto essa, com tanta demora, não acho que deva haver tais conseqüências drásticas”.

Sua autobiografia, La mauvaise vie (A vida má), foi aclamada pela crítica como best-seller quando foi publicada, com Mitterand, uma apresentador de TV na época, sendo elogiado por sua “honestidade”. Embora tenha sido publicado há quatro anos, o livro se tornou o centro da atenção internacional quando seu autor pulou para a defesa do cineasta Roman Polanski, que está foragido das autoridades dos EUA desde a década de 1970 depois de ter confessado ter estuprado uma menina de 13 anos.

Polanski foi amplamente defendido pelas elites de Hollywood desde que foi preso na Suíça em setembro e enfrenta processos de extradição. Polanski, que é cidadão francês, estava sob a proteção das limitadas leis francesas de extradição desde que fugiu dos EUA em 1977. O esquerdista Mitterand teve só uma curta carreira como político, tendo um papel importante nos meios de comunicação da França como ator, roteirista, apresentador de televisão, escritor, produtor e diretor. Mitterand havia chamado a prisão de Polanski na Suíça de “terrível”.

Em seu livro, Mitterand escreveu: “Adquiri o hábito de pagar para ficar com meninos… Todos esses rituais do mercado de jovens, o mercado escravo me excita enormemente”.
“Alguém poderia julgar esse espetáculo abominável a partir de um ponto de vista moral, mas isso me agrada além da razão”.

A ultra-direitista Frente Nacional lançou uma petição online pedindo a renúncia de Mitterand depois que a líder do partido, Marine Le Pen, leu trechos do livro na televisão na segunda-feira.

O partido socialista de oposição disse ontem que estava chocado que um pedófilo abusador estava trabalhando como ministro de governo. O jornal Daily Telegraph citou Benoît Hamon, um importante político socialista, que disse: “Acho chocante que um homem justifique o turismo sexual sob a capa de um relato literário”.

Mitterrand respondeu na terça-feira dizendo que ficou “perplexo” que os socialistas o tenham atacado. “Se a Frente Nacional me arrastar na lama, então é uma honra para mim. Se um político esquerdista me arrasta na lama, então é uma humilhação para ele”.

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/oct/09100907.html

Copyright © LifeSiteNews.com. Este texto está sob a licença de Creative Commons Attribution-No Derivatives. Você pode republicar este artigo ou partes dele sem solicitar permissão, contanto que o conteúdo não seja alterado e seja claramente atribuído a “Notícias Pró-Família”. Qualquer site que publique textos completos ou grandes partes de artigos de Notícias Pró-Família ou LifeSiteNews.com em português tem a obrigação adicional de incluir um link ativo para “NoticiasProFamilia.blogspot.com”. O link não é exigido para citações. A republicação de artigos de Notícias Pró-Família o LifeSiteNews.com que são originários de outras fontes está sujeita às condições dessas fontes.

Por que a nossa justiça é tão injusta?

O grau de honestidade das pessoas é medido de acordo com a possibilidade e a magnitude de práticas de atos ilícitos, imorais e antiéticos que cada indivíduo possa praticar. É sabido e notório que muitas pessoas quando têm oportunidade tendem a correrem em práticas não recomendáveis, tendo como objetivo obterem vantagens pessoais direta ou indiretamente que lhes possam proporcionar ganhos financeiros ou não em detrimento de outras pessoas, sociedade, empresas ou do poder público. Será que a justiça brasileira funciona adequadamente no combate à corrupção? As pessoas punidas são as que realmente merecem? A justiça está condenando pessoas que não deveriam condenar e deixando impunes as que deveriam ser punidas?

É bastante sabido que os atos de corrupção são praticados tanto envolvendo somente agentes privados (por exemplo, um funcionário rouba a empresa em que trabalha ou o sócio lesa outro sócio em um determinado negócio), envolvendo agentes privados e públicos (quando, por exemplo, empresários ou empregados de empresas particulares se envolvem juntamente com funcionário público em fraudes em licitações públicas em que ambos obtêm vantagens), envolvem agentes privados e o setor público (quando, por exemplo, uma pessoa física ou jurídica frauda o fisco público sonegando impostos) ou somente agentes públicos (quando recursos públicos são desviados de alguns projetos, por exemplo, e, por algum meio, são direcionados para esses funcionários públicos). Existem, evidentemente, muitos outros tipos de corrupção, mas esses são os principais. O grande problema é que esses crimes são raramente punidos e muitas pessoas ficam ricas e ganham fortuna por esses meios sem que nunca sejam questionadas e nas vezes que são, as punições eventuais são muito brandas e nunca é devolvido o que foi obtido de forma ilícita.

Nos últimos dias surgiu um caso muito emblemático que nos deixam intrigados, perplexos e sem entender absolutamente nada na justiça do Brasil: O caso da deputada Luiza Erundina. É um caso que nos leva a crer que a nossa justiça premia os bandidos, quem rouba do Estado, e condena os honestos que trabalham uma vida inteira para defender os que de fato necessitam de ajuda sem acumular bem nenhum. Uma pessoa em sã consciência, certamente não conseguirá entender uma decisão dessas. A deputada que hoje tem mais de 70 anos de idade e que há mais de 50 anos milita em atividades políticas tendo ocupado os mais diversos cargos públicos desde deputada estadual, deputada federal, prefeita da maior cidade do Brasil e ministra de Estado. Com toda essa bagagem, ela não formou nenhum patrimônio tendo atualmente apenas um apartamento simples e dois carros já bastantes usados. Pois, mesmo comprovadamente que ela não usufruiu em ganhos próprios nenhum benefício de ordem econômica, a nossa justiça a condenou a pagar à prefeitura de São Paulo R$ 350 mil. Isso simplesmente porque quando prefeita mandou confeccionar panfletos e os distribuiu à população informando os motivos da paralisação dos ônibus na capital paulista há mais de vinte anos.

Isso é angustiante quando percebemos que muitos empresários ou altos executivos que lesam o fisco em milhões quase nunca sofrem condenação, muitos que ganham muito e que possuem muitos bens e lesam o poder público nunca sofrem punições tão severas. Muitos políticos que entram na política sem quase recursos ou sem nenhum e com alguns mandatos passam a ostentar riqueza totalmente incompatível com os salários recebidos nunca são chamados a darem explicações na justiça. Exemplos não faltam de políticos que ficam milionários e nunca são questionados, além daqueles que já são ricos e ficam mais ricos ainda e a justiça faz de conta que essas pessoas são as mais honestas possíveis. Também não faltam exemplos de pessoas que ficaram ricas obtendo recursos à custa de outras pessoas de forma ilícita e a justiça não mexe com essas pessoas. Será que é um péssimo negócio ser honesto em nosso querido Brasil? Ou será que precisamos mudar as pessoas que compõem a justiça brasileira?


Francisco Castro - Economista - http://www.franciscocastro.com.br

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

CRISE MILITAR: SEU NOME É DILMA ROUSSEFF (BLOG POLÍTICOS PERIGOSOS)

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PASTOR BOISSOIN É ABSOLVIDO: JUIZ DECIDE QUE CARTA DELE SOBRE HOMOSSEXUALIDADE NÃO É DISCURSO DE "ÓDIO"

Thaddeus M. Baklinski

CALGARY, Canadá, 4 de dezembro de 2009 (Notícias Pró-Família) — O pastor evangélico que foi arrastado diante do Tribunal de Direitos Humanos de Alberta (TDHA) por escrever uma simples carta sobre a homossexualidade para o editor de um jornal foi absolvido por um juiz do Superior Tribunal de Justiça que decidiu que a carta não é crime de ódio, mas legítima expressão permitida sob a liberdade de expressão.
O Pr. Stephen Boissoin disse para LifeSiteNews.com (LSN) que ele está “cheio de alegria e aliviado” que a longa, estressante e dispendiosa batalha legal de sete anos por causa de sua carta ao editor acabou a seu favor.

A Comissão de Direitos Humanos de Alberta havia ordenado que Boissoin parasse de expressar suas opiniões sobre a homossexualidade em todos os tipos de fóruns públicos, mandou que ele pagasse prejuízos equivalentes a $7.000 para o queixoso ativista homossexual Dr. Darren Lund, e exortou Boissoin a fazer um pedido pessoal de perdão a Lund por meio de uma declaração pública no jornal local.

“A linguagem não chega ao extremo de incorrer na classificação proibida de ‘ódio’ ou ‘desprezo à lei’”, escreveu Wilson em sua decisão e disse que não havia nada na carta que sugerisse que Boissoin estava incentivando as pessoas a cometerem discriminações contra os homossexuais em áreas que estão dentro da jurisdição provincial e estão estipuladas nos estatutos, tais como moradia, emprego ou acesso a bens e serviços.

“O público alvo da carta são pessoas que (Boissoin) crê que são indiferentes às invasões feitas pelo ativismo homossexual”, disse Wilson.

“Inferir algum tipo de chamada a práticas discriminatórias proibidas pela lei provincial é uma interpretação irracional da mensagem da carta”.

Em sua carta, o Pr. Boissoin colocou em dúvida os novos currículos de direitos homossexuais que estavam permeando o sistema educacional da província, à luz dos perigos físicos, psicológicos e morais da homossexualidade.

“Crianças de cinco e seis anos de idade estão sendo sujeitas à psicologica e fisiologicamente prejudicial orientação e literatura pró-homossexualismo no sistema de escolas públicas; tudo sob a fraudulenta fachada de direitos iguais”, escreveu Boissoin na carta.

A Fundação da Constituição Canadense (FCC), uma organização que defende a livre expressão e interveio no caso, divulgou um comunicado à imprensa dizendo que estava feliz com a decisão de ontem, mas também advertiu que a legislação que foi usada contra o Pr. Boissoin ainda está em vigor.

“Estou feliz que a Ordem da Comissão de Direitos Humanos contra o Rev. Boissoin tenha sido revogada”, declarou John Carpay, advogado e diretor executivo da FCC.

“Infelizmente, a lei que foi usada contra o Reverendo Boissoin para sujeitá-lo a dispendiosos e desgastantes processos legais por mais de sete anos ainda está em vigor”, acrescentou Carpay.

“Apesar da decisão do tribunal hoje, os habitantes de Alberta precisam continuar exercendo cautela máxima ao falar acerca de questões de políticas públicas, para que não ofendam alguém que então entra com uma queixa de direitos humanos. Nenhum cidadão está a salvo de ser sujeito a uma ação legal custeada pelo contribuinte de imposto por ter falado ou escrito algo que um concidadão acha ofensivo”, concluiu Carpay.

Boissoin disse para LSN que ele estava “cheio de alegria e aliviado” que a decisão saiu em seu favor, mas que ele também “sentia um pouco de ira justa porque por sete anos e meio da minha vida tenho sido arrastado na lama por causa de um debate comunitário que existia em Red Deer, Alberta, que acabou virando manchete internacional por causa de uma queixa”.

“Contudo”, o Pr. Boissoin acrescentou, “essa queixa me deu um meio de compartilhar o Evangelho e compartilhar o que minha carta realmente significava, em vez de como foi mal interpretada, e me deu a chance de falar para muitos, muitos homossexuais sobre o incrível amor de Deus”.

Comparando sua experiência com o Tribunal de Direitos Humanos (TDH) de Alberta com a audiência do Superior Tribunal de Justiça, o Pr. Boissoin disse: “Comparado com o TDH que foi uma situação perdida e ridícula onde eu não tinha nenhuma chance, quando sai do Superior Tribunal de Justiça (a audiência de recurso ocorreu em 16 e 17 de setembro) foi muito difícil dizer de que jeito o juiz Wilson decidiria, mas me parecia que ele tinha um senso muito forte de liberdade de expressão e de liberdade religiosa”.

Boissoin criticou fortemente os processos do TDH, observando que num ponto o advogado nomeado pelo governo dirigiu uma pergunta à única testemunha especialista de Boissoin, dizendo: “Qual é a diferença entre a carta de Boissoin e o livro Minha Lula de Adolf Hitler?”

Os comentários do juiz Wilson sobre essa questão foram muito fortes. “A insinuação incriminadora é óbvia”, Wilson escreveu em sua decisão, acrescentando: “Por outro lado, se desse para fazer um paralelo justo deveria-se notar que, longe de ser proibido, Minha Luta encontra-se à disposição na Biblioteca Pública de Calgary”.
O Pr. Boissoin concluiu agradecendo de coração àqueles que o apoiaram em toda essa tribulação.

“Desejo agradecer a todos os que me apoiaram em todo esse tempo de muitos testes. Mais de sete anos se passaram e o que aprendi a maior parte desse tempo é que Deus é incrivelmente fiel ao longo do caminho. Nunca se envergonhe de falar o que Deus pôs no seu coração. Fale com coragem e confie em que sua fidelidade ao Senhor jamais voltará vazia”.

O texto integral da decisão do juiz Wilson, Boissoin v. Lund, 2009 ABQB 592, será disponibilizado do site do Superior Tribunal de Justiça aqui em futuro próximo.
Veja a cobertura anterior de LSN:

Rev. Stephen Boissoin In Court Today Challenging "Hate Speech" Conviction
http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/sep/09091610.html

Alberta Pastor Fined $7000 and Ordered to Publicly Apologize and Remain Silent on Homosexuality
http://www.lifesitenews.com/ldn/2008/jun/08060902.html

Alberta Human Rights Tribunal Rules Against Christian Pastor Boissoin
http://www.lifesitenews.com/ldn/2007/dec/07120306.html

Alberta Christian Pastor Hauled Before Human Rights Tribunal For Letter to Editor on Homosexuality
http://www.lifesitenews.com/ldn/2005/sep/05090204.html

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com

Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/dec/09120407.html

Copyright © LifeSiteNews.com. Este texto está sob a licença de Creative Commons Attribution-No Derivatives. Você pode republicar este artigo ou partes dele sem solicitar permissão, contanto que o conteúdo não seja alterado e seja claramente atribuído a “Notícias Pró-Família”. Qualquer site que publique textos completos ou grandes partes de artigos de Notícias Pró-Família ou LifeSiteNews.com em português tem a obrigação adicional de incluir um link ativo para “NoticiasProFamilia.blogspot.com”. O link não é exigido para citações. A republicação de artigos de Notícias Pró-Família o LifeSiteNews.com que são originários de outras fontes está sujeita às condições dessas fontes.

O GAROTO SEAN

O amor não se regozija com a injustiça, mas com a verdade!
Reinaldo Azevedo

Lamentável, deplorável, detestável — escolham aí os adjetivos desse paradigma — o carnaval promovido pelo ramo brasileiro da família do garoto Sean Goldman. Lamento: não há amor que justifique isso. ATÉ PORQUE O AMOR NÃO ESTÁ ACIMA DA LEI; O AMOR ESTÁ É EM OUTRO LUGAR. E, havendo amor, então é preciso que haja também bom senso.

Estamos assistindo, com ampla cobertura de uma imprensa que, na média, também perdeu a medida, a uma espécie de concupiscência do sofrimento — um sentimento um tanto perigoso —, a que se somaram rasgos, calculem, de nacionalismo e até de teorias conspiratórias.

A presença desse menino do Brasil, contra a vontade de seu pai, de quem ele foi tirado, era SIMPLEMENTE ILEGAL. O Brasil já se viu na posição contrária e atuou para trazer de volta as suas crianças, e é o certo. É vexaminoso, se querem saber, que esse caso tenha chegado ao Supremo, o que pode ser atestado por qualquer pessoa com um conhecimento mínimo de direito. Lamento dizer que tenho minhas dúvidas se essa história teria chegado tão longe não fosse a fidalguia de uma das famílias envolvidas — Lins e Silva, do padrasto do menino. Um padrasto, à altura em que estavam as coisas, em situação muito especial.

Vestir no garoto a camisa do Brasil, mimetizando um confronto entre países, é não só ridículo; é perverso também. Os parentes do menino que assim procederam imputaram-lhe perdas adicionais, não fosse a tristeza, natural, de se afastar das pessoas com as quais conviveu nos últimos cinco anos. O que pretendem? Que se sinta para sempre estrangeiro em seu próprio país? Que resista a uma identidade a que tem direito? O apelo ao presidente Lula — e é chocante que alguns príncipes do direito tenham permitido tal investida — parece entender que o Brasil é um país sem leis, onde vigora a vontade do soberano; a verdadeira campanha que se desencadeou contra o ministro Gilmar Mendes — que decidiu segundo a lei — pretende pôr uma sombra de irracionalidade e emocionalismo numa decisão impecável. O que queriam as famílias Bianchi e Lins e Silva? Que as leis valessem para todos, menos para os fidalgos amorosos?

Vi a avó materna do garoto ontem na TV. Com a devida vênia, esta senhora está fazendo dumping de sofrimento. Mais do que ela, certamente sofre o menino Sean, submetido a um bombardeio emocional inacreditável, que só falta convocar a honra da pátria e acusar, sei lá, o imperialismo americano… Na TV, ela não teve dúvida: atacou Gilmar Mendes, COM TODA AQUELA AUTORIDADE E LICENÇA QUE AS PESSOAS QUE SOFREM TÊM PARA DIZER BOBAGENS E PARA SER INJUSTAS. E a televisão levou ao ar. E levará outras vezes. Porque isso é o filé das emoções baratas. Nem vou indagar se, fosse numa situação inversa, não estaria a pátria sendo igualmente mobilizada para trazer de volta um “brasileirinho”. Ela deitou falação. E fomos informados que o ministro preferiu não comentar. COMENTAR O QUÊ?

Há um processo de criminalização no país de quem segue as leis. Os “sofredores” podem ir para a televisão, como verdadeiros aiatolás, e declarar uma fatwa contra a reputação de A ou de B; afinal, se eles sofrem, então estão necessariamente certos. E que se danem as leis, a Constituição, os tratados internacionais. Depois do “Direito Achado na Rua”, chegou a hora do “Direito Achado nas Lágrimas”. E ele dá, então, licença até mesmo para seqüestros amorosos.

Chamem Salomão! Tenho dúvidas sobre o que fariam alguns desses sofredores se o Rei mandasse cortar a criança ao meio… Se as leis não bastam aos inconformados, eu lhes recomendo o “Amor”, aquele da Primeira Epístola de São Paulo aos Coríntios:

“O amor é paciente, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não se vangloria, não se ensoberbece, não se porta inconvenientemente, não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não suspeita mal; não se regozija com a injustiça, mas se regozija com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.”

É isto: O AMOR NÃO SE REGOZIJA COM A INJUSTIÇA, MAS COM A VERDADE!

Parem de expor essa criança em praça pública. Sejam mais comedidos. Sejam mais amorosos. Sejam menos soberbos e concupiscentes em seu sofrimento. E não peçam que o país revogue as leis e os tratados internacionais porque, afinal, vocês estão tristes. Não permitam que tanto afeto ajude a tornar muitos brasileiros ainda mais estúpidos. Deixem os holofotes de lado e se apeguem a São Paulo!

Fonte: Reinaldo Azevedo - Divulgação: www.juliosevero.com