sábado, 27 de fevereiro de 2010

PRÓ-DITADURA IMORALIZANTE DA ESQUERDA LULISTA



terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

SUPREMO TRIBUNAL DA ITÁLIA DEFENDE CRUCIFIXOS E SOBERANIA NACIONAL CONTRA TRIBUNAL DE DIREITOS HUMANOS DA EUROPA

Hilary White
ROMA, Itália, 6 de janeiro de 2010 (Notícias Pró-Família) — O Tribunal Constitucional da Itália deu uma decisão declarando a supremacia das leis e costumes italianos sobre as ordens do Tribunal de Direitos Humanos da Europa (TDHE). Em novembro, uma ordem do TDHE sediado em Estrasburgo para que todos os crucifixos fossem retirados das escolas públicas italianas provocou revolta na Itália. Especialistas legais avisaram que a decisão minaria as liberdades religiosas e a soberania nacional em todos os países membros da União Européia.

Mas o Supremo Tribunal da Itália disse que nos pontos em que as decisões do TDHE entram em conflito com as cláusulas da Constituição italiana, tais decisões “carecem de legitimidade”. Piero A. Tozzi, do Instituto Católico de Direitos Humanos e da Família, disse que a decisão tem o propósito de alertar contra veredictos politicamente motivados do tribunal de Estrasburgo e contra suas tentativas de ultrapassar limites de jurisdição.

Depois dessa decisão antes do Natal, veio um projeto de lei, apresentado no Senado da Itália, que pretende regular a exibição de crucifixos em todas as escolas estatais. O Senador Stephen Ceccanti, professor de direito constitucional, disse que o projeto exige que os crucifixos sejam exibidos, “considerando o valor da cultura religiosa da herança histórica do povo italiano e a contribuição dos valores constitucionais, e como sinal do valor e limites da Constituição”.

O projeto, apresentado no Senado em 17 de dezembro, propõe lidar com o problema de crianças cujos pais se ofendem com a presença de um crucifixo permitindo que outros símbolos religiosos sejam exibidos, ou que o crucifixo seja removido em casos individuais em que não se pode alcançar nenhum acordo mútuo.

Em novembro, o TDHE, órgão do Conselho da Europa que é influente nas políticas da União Européia, havia sustentado uma queixa de Soile Lautsi, uma finlandesa atéia com cidadania italiana. Ela disse que seus filhos foram obrigados a ver um crucifixo todos os dias na escola pública que freqüentavam e que isso constituía violação de sua liberdade religiosa. Ela foi compensada em €5000 (US $7200), a serem pagos pelo governo italiano.

O veredicto do TDHE disse: “A exibição compulsória de um símbolo de determinada confissão em dependências usadas pelas autoridades públicas… restringe o direito dos pais de educar seus filhos conforme suas convicções”.

O veredicto do TDHE já havia provocado ultraje nacional entre os italianos, virando manchete durante semanas. Prefeitos de várias municipalidades em todo o país responderam à ordem do TDHE de remover crucifixos ordenando em vez disso que todas as escolas e órgãos públicos que não os tivessem que exibissem um crucifixo ou enfrentassem multas diárias de até €500. Um prefeito, Umberto Macci de Priverno na Província de Latina, Lazio, no centro da Itália, até despachou a polícia local para inspecionar as escolas para garantir que os crucifixos estivessem ali.

O governo italiano prometeu recorrer da decisão do TDHE, citando o Artigo 7 da Constituição italiana que diz: “O Estado e a igreja são, cada um em sua própria esfera, independentes e soberanos”. O relacionamento entre a Igreja Católica e o Estado italiano é regulado pelo Patti Lateranensi, o Tratado de Latrão, que estabelece a coabitação e o reconhecimento mútuo das esferas seculares e religiosas e declara claramente que os crucifixos têm de ser exibidos em escolas públicas e nos tribunais.

Roger Kiska, assessor legal europeu do Fundo de Defesa Aliança, disse que o veredicto do TDHE desrespeita a “soberania cultural de cada país membro” da UE e que a decisão do Tribunal de Cassação é um sinal de que a Itália pode estar preparada para romper com o TDHE se o governo perder sua ação.

Kiska especulou que a decisão do Tribunal de Cassação pode estimular o Supremo Tribunal da Irlanda se o TDHE decidir contra a proteção constitucional irlandesa para as crianças no caso A, B, & C versus Irlanda.

Neil Addison, especialista de direito de discriminação religiosa, disse para LifeSiteNews.com que o veredicto do TDHE juntamente com a recente aprovação do Tratado de Lisboa colocando todos os países membros sob uma jurisdição, poderá ter efeito epidêmico na liberdade religiosa da Europa. Addison disse: “A menos que o Tribunal de Direitos Humanos da Europa rejeite suas próprias decisões na ação, a Itália e, aliás, o resto da Europa, tem um problema sério”.

O veredicto do TDHE recebeu respostas negativas da Grécia e da Polônia, com o presidente polonês Lech Kaczynski e a liderança da Igreja Ortodoxa Grega avisando que não haveria remoção de crucifixos ou outros símbolos religiosos em seus países.

Leia a cobertura relacionada de LSN:

Italian Mayors Order Crucifixes Put in Classrooms in Revolt against European Court Ruling

http://noticiasprofamilia.blogspot.com/2009/11/tribunal-europeu-de-direitos-humanos.html

Tribunal Europeu de Direitos Humanos proíbe crucifixos nas escolas da Itália

http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/nov/09110901.html

http://www.lifesitenews.com/ldn/2007/nov/07110202.html

Traduzido por Julio Severo: http://www.juliosevero.com/

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com/

Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/jan/10010604.html

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quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

NOTÍCIA INTERNACIONAL: LIDER DE UGANDA DEFENDE A PENA DE MORTE PARA GAYS

"Sem dúvida, o homossexualismo, do ponto de vista bíblico, cristão e evangélico é CRIME contra a dignidade humana, criada a imagem e semelhança de Deus. É uma nocividade que estimula a PEDOFILIA e todas as aberrações-sexuais humanas conforme os estudos apresentados nos links e sub-links do  http://pedofilianauniversidade.blogspot.com/2010/12/child-love-movement-um-olhar-critico.html.

Muitos gays não tiveram a figura do papai verdadeiro (masculino) e a mamãe verdadeira, e muitos foram abusados sexualmente e tiveram uma infância psicologicamente afetada. A homossexualidade é contrário aos princípios bíblicos, é contrário a LEI NATURAL, é uma enfermidade-letal que aniquilam famílias, princípios, valores, moral e bons costumes. Homossexualismo significa a destruição do HOMEM-MACHO, consequentemente, desencadeador da impossibilidade da existência humana plena do homem e da mulher. Toda sociedade dominada pelo homossexualismo e prostituição em geral não subsiste, não desenvolve socialmente e economicamente, e semeia a Ira do Eterno Deus de Amor e Justiça. Sociedades homossexuais é o estabelecimento destrutivo de qualquer sociedade moral civilizada. Um estudo teológico sério sem influência da heresia do liberalismo descobrimos que Antigo Testamento ou A Lei de Deus autoriza a Pena Capital para o homossexualismo por causa do perigo-destruidor-homossexualizante da subsistência humana. Podemos afirmar que todos os DIREITOS HUMANOS em prol do homossexualimo não é DIREITOS HUMANOS e sim a PROMOÇÃO DA MORTE HUMANA E A INSTITUCIONALIZAÇÃO DA INIQUIDADE.

CONDENAMOS TODA VIOLÊNCIA E ASSASSINATOS COMETIDOS AOS GAYS E TODOS OS GRUPOS NAZISTAS E SIMILARES QUE PRATICAM ESTE ATO DEVEM PARTICIPAR DO PROCESSO DE PENA CAPITAL. Nenhuma pessoa física pode tirar a vida de um ser humano e principalmente de um homossexual, somente o ESTADO (mão esquerda de Deus), democraticamente efetivo e constitucionalmente legítimo poderia aplicar a PENA CAPITAL com autorização bíblica teológica, mas, como o Estado brasileiro é dominado pelo petismo/esquerdismo, viveremos e veremos as maldições espirituais provacados pelo atual governo imoral e ditorial do P.T.".

Infelizmente, muitos cristãos têm sido humilhados, processados e redicularizados em todo mundo por suas posturas bíblicas e cristãs, porém, não devemos desistir de amar e seguir os mandamentos de DEUS mesmo que isto custa prisões e mortes. Amemos os homossexuais e acreditemos que os ELEITOS e PREDESTINADOS irão ser transformados pela PALAVRA ESCRITA DE DEUS através do nosso amor e carinho e direção aos homossexuais. Prof. Luis Cavalcante

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REPORTAGEM INTERNACIONAL CONFORME O LINK ABAIXO
Fonte: Folha online e G1 / http://www.creio.com.br/2008/noticias01.asp?resp=Indicação%20efetuada%20com%20sucesso!


PUNIÇÃO

Pastor defende lei de morte para gays em Uganda

A África concentra o maior número de países com leis antigays no mundo. São 36 nações, mais da metade do continente, que proíbem legalmente o relacionamento entre pessoas do mesmo sexo. O pastor Martin Ssempa, que é um forte apoiador da lei anti-homossexual na Uganda, liderou uma manifestação, nesta terça-feira, a favor do projeto de lei que prevê até pena de morte para o “homossexualismo agravado”.

Quatro países, Mauritânia, Nigéria, Sudão e Somália, aplicam a pena de morte para quem infringe a norma. Nos próximos dias, esse número pode aumentar para cinco, se Uganda, que já tem uma lei que rejeita o homossexualismo, aprovar um texto mais rígido para condenar a prática homossexual.

Para integrantes de organizações defensoras dos direitos homossexuais, a aprovação da lei de Uganda pode gerar um 'efeito dominó' em mais países africanos. "Esse é nosso grande medo, já que muitos países deram início a debates sobre o tema. No Quênia, processos constitucionais já retiraram conquistas positivas alcançadas antes da proposta de Uganda. A Tanzânia lançou uma campanha contra o ativismo gay, e, na Etiópia, líderes religiosos já se pronunciaram contra o apoio aos direitos homossexuais", disse em entrevista ao G1 Monica Mbaru, queniana, chefe do programa africano da Comissão Internacional pelos Direitos Gays e Lésbicos (sigla IGLHRC, em inglês).

Segundo ela, se o projeto virar lei, o perigo real e a hostilidade alcançarão níveis perigosos, levando a prisões e a justificativas para a violação dos direitos humanos.

A mesma opinião tem o secretário geral da ILGA, Associação Internacional de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Trans e Intersex, o italiano Renato Sabbadini. Para ele, ação parecida pode ocorrer pelo menos em Ruanda e em países que, assim como Uganda, têm uma presença forte de 'protestantes fundamentalistas'.

Pastor defende lei antigay em Uganda e diz que caminho é 'reabilitação'

Em 2007, o pastor ugandense Martin Ssempa recebeu financiamento norte-americano para sua luta de quase 20 anos contra a Aids no país. Além de ser um combatente histórico da doença, com diversos projetos nacionais, ele é contra o homossexualismo, que julga 'um distúrbio', e afirma que a camisinha oferece pouca proteção - ficou famoso após organizar manifestações em que queimou preservativos.

Atualmente, Ssempa é um dos mais enfáticos apoiadores do projeto de lei anti-homossexual para votação no Parlamento de Uganda.

O país já proíbe por lei o ato sexual entre pessoas do mesmo sexo, mas o novo texto é mais rígido, incluindo até a pena de morte em alguns casos.

Ssempa é pastor da Igreja da Comunidade Makerere e integrante da Força-tarefa Contra o Homossexualismo em Uganda. Ele também tem papel de conselheiro e consultor no governo. Em entrevista, ele falou sobre o porquê de o homossexualismo ser um problema.

Leia a íntegra da entrevista:

Por que a lei é importante?

Martin Ssempa - É importante para colocar um fim na sedução e no recrutamento de nossas crianças na sodomia por meio da máquina de propaganda gay. Isso é financiado por George Soros, [da ONG] Hivos na Holanda e outras agências suíças. Sodomia é um crime, mas precisamos de uma lei para impedir sua disseminação.

Por que a família tradicional precisa ser protegida? O que acontece em Uganda?

A família é a base da sociedade. Mas nós somos uma nação pobre com muitas famílias pobres... Esses ricos europeus e americanos chegam com seu dinheiro para corromper nossas crianças na sodomia. Precisamos protegê-las dessa exploração.

O senhor acredita que Uganda pode perder apoio internacional após apoiar a lei, já que o presidente americano, Barack Obama, já a classificou de 'odiosa'?

Qualquer nação que coloca a exportação da sodomia no topo de sua agenda internacional é um Estado falido. Toda nação deveria reconhecer o valor estratégico de Uganda em reserva de petróleo, depósito de urânio, cooperação militar na região, etc. Todos os países árabes, por exemplo a Arábia Saudita, têm leis mais fortes, e os EUA e o mundo negociam com eles.

Protesto a favor de pena de morte para gays reúne milhares em Uganda

Milhares de pessoas se manifestaram na cidade de Jinja, em Uganda, em apoio ao projeto de lei contra os homossexuais que tramita no Parlamento do país, o qual prevê até pena de morte para o "homossexualismo agravado".

O protesto, organizado pelo Movimento Internacional contra o Homossexualismo em Uganda, reuniu entre 25 mil e 30 mil pessoas a cerca de 75 quilômetros de Campala. Na capital do país, no entanto, a Polícia proibiu uma passeata convocada com o mesmo propósito.

O pastor da Igreja Pentecostal Martin Sempa liderou a manifestação, que foi pacífica e na qual os participantes carregavam cartazes com frases como "Não à sodomia, sim à família" ou "Dizemos não aos homossexuais, o homossexualismo deve ser abolido".

Ssempa, líder do movimento contra os gays em Uganda, disse à multidão presente no protesto que tinha recebido uma mensagem da polícia para que adiasse a manifestação em Campala.

Entretanto, ele afirmou que na terça-feira, 16, mesmo se reuniria com altos funcionários da área de segurança para realizar a manifestação quarta-feira, 17.

O governo de Campala teme manifestações grandes na cidade devido aos distúrbios ocorridos em ocasiões anteriores.

Kale Kayihura, inspetor geral da polícia ugandense, afirmou aos jornalistas que "o adiamento da manifestação foi solicitado porque o governo tem alguns assuntos a especificar sobre o projeto de lei."
O projeto de lei contra os homossexuais foi apresentado há meses no Parlamento ugandense pelo deputado do partido governista David Bahati, que em princípio obteve o apoio do governo e da maioria parlamentar.

Entre outras medidas, o texto propõe a pena de morte para pessoas consideradas culpadas de violação homossexual ou de "homossexualismo com menores". A lei também agrava as penas para qualquer prática homossexual, que já é ilegal em Uganda.

Organizações de defesa dos direitos Humanos e alguns governos ocidentais, entre eles os dos Estados Unidos, do Reino Unido e do Canadá, condenaram a iniciativa e ameaçaram impor sanções a Uganda caso o projeto seja aprovado.

Data: 7/4/2010

Fonte: Folha online e G1 / http://www.creio.com.br/2008/noticias01.asp?resp=Indicação%20efetuada%20com%20sucesso!

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

ADOLESCENTES QUE SE EMBRIAGAM REGULARMENTE TÊM MAIS PROBABILIDADE DE SEREM SEXUALMENTE ATIVOS.

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ABORTO É UM TIPO DE PEDOFILIA E ASSASSINATO...

ABORTO É UM TIPO DE PEDOFILIA E ASSASSINATO, E É UMA BANDEIRA ESQUERDISTA E PROGRESSISTA, UMA VEZ LEGALIZADO, TEMOS A OFICIALIZAÇÃO DO "ESTADO LAICO" RELIGIOSO DA MORTE PETISTA-UNIVERSAL. Prof. Luis Cavalcante

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