quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Eliézer de Mello Silveira denunciou Luiz Mott ao Ministério Público Federal da Bahia: APOLOGIA DE CRIME DE PEDOFILIA. Luiz Motta, professor universitário, líder do movimento gay, petista, esquerdista, marxista e socialista da Universidade Federal da Bahia, agraciado por LULA por medalha, se orgulha de ter tido relações sexuais com mais de 500 homens, deve ir URGENTE PARA CADEIA POR FAZER APOLOGIA A PEDOFILIA. Um abismo chama outro abismo!

Eliézer de Mello Silveira denunciou Luiz Mott ao Ministério Público Federal da Bahia: APOLOGIA DE CRIME DE PEDOFILIA. Luiz Motta, professor universitário, líder do movimento gay, petista, esquerdista, marxista e socialista da Universidade Federal da Bahia, agraciado por LULA por medalha, se orgulha de ter tido relações sexuais com mais de 500 homens, deve ir URGENTE PARA CADEIA POR FAZER APOLOGIA A PEDOFILIA. Um abismo chama outro abismo!

http://luis-cavalcante.blogspot.com/2011/12/eliezer-de-mello-silveira-denunciou.html

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Por que matar o bebê com a síndrome de Down?

Por que matar o bebê com a síndrome de Down?



Julio Severo
Nenhum casal quer ganhar um bebê com doença. Mas o que fazer se nasce um bebê doente ou deficiente? Tratá-lo? Jogar fora como um objeto descartável?
Mais do que tratá-lo, a atitude mais humana seria amá-lo. E seria um amor contra-cultural, pois a cultura de hoje, profundamente consumista e hedonista, nos ordena rejeitar tudo o que atrapalha nossa vida de prazeres. Tudo: Filhos, cônjuges, casamento, Deus, etc.

Pr. Jânio Clímaco e seu filho João Pedro
Quase vinte anos atrás, um pastor presbiteriano me contou que um casal membro de sua igreja foi fazer exame pré-natal da esposa grávida. Ao verem que o bebê em gestação tinha a síndrome de Down, o médico prontamente aconselhou um aborto, sob o manto “sagrado” da discrição médica. O casal evangélico aceitou o “conselho” do médico.
O aborto não está legalizado no Brasil. Mas o “jeitinho brasileiro” consegue driblar até a ética médica. Com ou sem lei, dentro da privacidade de seu consultório, o médico pode fazer o que bem entender, pois só Deus o vê.
O casal evangélico saiu do consultório sem o “problema”, e continuou normalmente indo aos cultos e ouvindo as pregações, numa rotina de ouvir e não praticar.
Será que a consciência nunca lhes doeu? Não sei. Algumas mulheres relatam sofrimento e desgraças depois de um aborto, inclusive de um bebê deficiente. Leia o relato de Marie Ideson e de como o aborto de sua filha com síndrome de Down arruinou sua vida e destruiu seu casamento.
O pior não é quando membros de conseguem ocultamente se aproveitar da privacidade do consultório médico para matar seus filhos em gestação. O pior é quando um homem que se diz ensinador das coisas de Deus orienta publicamente o assassinato de bebês com síndrome de Down, concordando com a cultura que ter um bebê assim trará “sofrimento” ao casal. Caio Fábio, que já foi o maior pastor presbiteriano do Brasil, hoje está nessa posição, usando artifícios psiquiátricos a favor da cultura da morte, oferecendo suas soluções para tirar os “problemas” que atrapalham a vida.
Se a cultura da morte manda matar, os apóstatas dizem amém.
Se tivéssemos de descartar pessoas deficientes da nossa vida a fim de preservar nosso conforto, o que seria de um marido, ou esposa, ou filho já nascido anos que sofreu um acidente que exige o sacrifício de nossa vida?
Um pastor da Igreja da Vinha contou-me que, mesmo depois de convertido, ele era orgulhoso e duro. Mas tudo isso mudou quando nasceu seu filho com síndrome de Down, que exigiu dele toda a paciência do mundo. Essa criança lhe ensinou a dar amor, carinho e cuidados o dia inteiro, todos os dias. Como pastor, hoje ele é literalmente um “pastor”: ele cuida das ovelhas de sua igreja com toda a paciência e amor que aprendeu com seu filho deficiente.
Um bebê com síndrome de Down pode trazer bênçãos e transformações inesperadas.

Pr. Jânio Clímaco e seu filho João Pedro: carinho entre pai e filho
Em resposta ao artigo da mãe inglesa que, seguindo conselho médico, abortou a filha com síndrome de Down, Jânio Clímaco, pastor presbiteriano do Nordeste, fez contato comigo, dizendo:
Oi Júlio, Paz em Jesus.
Tenho frequentemente lido o que você coloca na internet e essa matéria veio como uma bomba no meu coração. Tenho um bebê com Down, como você mesmo pode me ver na foto com ele. Eu sou pastor presbiteriano em Recife, PE. Minha esposa é médica pneumologista. Temos outro filho, Lucas Emanuel, sem a síndrome que tem cinco anos e meio de idade, e João Pedro (carinhosamente chamado de John John) que tem dois anos, ele é portador de SD. Pois bem, descobrimos na gravidez que o nosso bebê nasceria com SD, com mais ou menos dois meses de gestação. Nunca nos passou na cabeça que deveríamos abortar. Recebemos indiretas de alguns amigos médicos, mas todos eles perceberam que isso era uma ofensa para nós.
Foi uma gravidez difícil, minha esposa quase morre e o bebê também, mas fomos até o fim pelo direito de nosso filho ter a vida. Pensávamos o seguinte: Se ele não fosse portador de SD agiríamos de que forma? Ficou fácil depois da clara resposta. Sempre entregamos tudo a Deus e confiamos nEle.
Ele era muito esperado e quando soubemos da SD choramos, lamentamos, mas entregamos a Deus porque Ele teria um plano maravilhoso para nos confiar uma criança como essa.
Hoje ele já tem dois aninhos completos agora em outubro passado e só nos trouxe alegria ao coração de seu pai, mãe e irmão. Ele é lindo (como você pode ver), doce e extremamente carinhoso. Ele é a alegria da casa e de nossa família. Não saberia viver sem ele hoje, confesso, mas ele tem Dono, somo apenas simples mordomos desse tesouro maravilhoso.

João Pedro
Agradeço a Deus por ele existir em minha vida e não o troco por nenhuma criança sem SD neste universo. Tenho aprendido a cada dia a ser um ser humano melhor e a amar mais a Deus que da mesma forma me aceitou e me recebeu do jeito que eu sou. Na verdade, meu John John sempre será melhor do que eu, porque para entrar no céu tem que ser como uma criança. Confesso Júlio, como eu desejo ser assim quando me encontrar com o nosso Senhor Jesus quando as portas da eternidade se abrirem para mim.
 

domingo, 4 de dezembro de 2011

Direitos civis e erros civis

Direitos civis e erros civis


Joseph Farah
Um rapazinho está morto. Outro está na prisão, onde permanecerá pelos próximos 21 anos
Por quê?
Por causa da engenharia social nas escolas do Sul da Califórnia.
O caso começa com um adolescente confuso chamado Larry King. Quaisquer que fossem as razões, o adolescente de 14 anos estava exibindo comportamento estranho vestindo roupas de menina, usando maquiagem e dando em cima, de modo agressivo, dos meninos em sua escola de 7ª e 8ª séries em Oxnard.
O que não surpreende ninguém fora desse distrito escolar é que essa conduta deixou os outros estudantes bastante desconfortáveis e sujeitou Larry King a abuso verbal e até ameaças.
A mãe dele estava preocupada com seu bem-estar e segurança. Ela rogou às autoridades escolares que a ajudassem a estabelecer alguns limites para seu filho. Dawn King disse que entrou em contato com as autoridades escolares para solicitar sua cooperação para ajudar seu filho a abrandar sua conduta. Dois meses antes, as autoridades haviam tirado Larry King de seus pais por causa de problemas domésticos.
Em vez de reconhecerem o perigo que estava pairando sobre Larry e o nível de desconforto que os outros estudantes estariam experimentando como consequência da conduta dele, a Sra. King foi informada pelas autoridades escolares de que o filho dela tinha um direito civil de explorar sua identidade sexual.
“Eu sabia, meu instinto estava me avisando, que algo grave iria acontecer”, disse ela. “Deviam tê-lo refreado, refreado a conduta dele”.
Quatro dias mais tarde, Brandon McInerney, um adolescente então de 14 anos de idade, deu dois tiros na cabeça de Larry numa sala de aula. McInerney foi sentenciado nesta semana a 21 anos de prisão. Ele ficará ali até completar 38 anos.
Antes do tiroteio, a diretoria da escola havia enviado um comunicado advertindo os professores de que eles não deveriam incomodar Larry, mas deviam denunciar problemas de segurança. Os professores, no julgamento do tribunal, deram depoimentos de que quando tentaram denunciar crescentes tensões entre Larry e vários rapazes adolescentes, as autoridades escolares os evitavam.
A vice-diretora Joy Epstein passou a ser criticada por alegadamente ter mais intenção de proteger os “direitos civis” de Larry do que de reconhecer que o vestido que ele estava usando e a conduta que ele estava exibindo estavam causando problemas.
“Houve denúncia, mais de uma vez, feita por mais de uma pessoa”, disse Dawn Boldrin, professora de inglês. “Estava tudo documentado. Há documentação sobre isso. Ela ficava dizendo que não sabia e sabia. Ela sabia. Ela realmente sabia. Todo mundo sabia”.
Na esteira dessa tragédia totalmente evitável, Eliza Byard, diretora-executiva da Rede de Educação Gay, Lésbica e Hetero, disse numa declaração que o acordo entre acusação e defesa encerra um capítulo trágico:
“O Município de Ventura junto com as comunidades e distritos escolares em toda parte precisam se unir para promover uma cultura de respeito e criação do verdadeiro potencial que se encontra em todos os indivíduos, independente da orientação sexual, identidade de gênero e expressão sexual”.
Mas não é exatamente isso o que as escolas do Município de Ventura fizeram nesse caso? Elas não seguiram à risca a prescrição politicamente correta? E no que foi que deu?
Deu em assassinato.
Deu em destruição de outras vidas.
Eu poderia sugerir várias políticas de bom senso para evitar tais tragédias no futuro. Mas de que adianta? Ninguém em nossas escolas públicas vai dar atenção ao bom senso. Portanto, o melhor conselho que eu poderia dar aos pais que amam seus filhos e querem que eles evitem o abuso de crianças que está ocorrendo nas escolas — não só da Califórnia, mas também as de costa a costa nos Estados Unidos — é tirar seus filhos desses asilos de insanos.
As escolas públicas estão entre os lugares mais perigosos que você poderia deixar seu filho por sete horas por dia.
Você quer que seu filho sofra uma cantada ou avanços sexuais indesejados — por membros do mesmo sexo ou do sexo oposto?
Se não, tire-os dali.
Você quer que seu filho seja incentivado a expressar, de forma anormal, seus impulsos sexuais sem respeitar ninguém?
Se não, tire-os dali.
Você quer seu filho debaixo da autoridade de engenheiros sociais que não reconhecem o perigo quando aparece na cara deles?
Se não, tire-os dali.
Fonte: WND
Divulgação: www.juliosevero.com