« I believe that blacks will take this Obama victory as a mandate, not to straighten out the mess in their own backyards, but to continue the job of “fixing” white folks. This means stepping up the crusade designed to keep whites in the habit of working to exterminate the “guilt” and “shame” that supposedly taints their hearts and souls. And it will not matter how you label these blacks. You may call them “liberal” or “radical” or even “conservative,” but their quest will be the same. If there is one thing that unites blacks across all politics, religious attachments, and classes, it is the desire to control the attitudes and behavior of whites. »

"In South Africa, the word racist has lost it’s original meaning and now only get’s used to describe a white person doing something a black person doesn’t like."
Nos Estados Unidos de Obama — assim como na África do Sul —, em vez de apaziguar as tensões raciais, a política correcta está a exacerbá-las.
O cidadão branco é considerado racista só porque é branco, a não ser que seja humilhado perante a cultura negra. Se um branco não segue os padrões culturais da negritude, então é racista; mas mesmo que siga esses padrões culturais da negritude, nunca é considerado um cidadão de pleno direito, mas antes é classificado como cidadão inferior ou de segunda classe.
Qualquer reparo feito a um negro é imediatamente classificado de “racista”. Não se pode criticar o mau comportamento de um negro sem ser chamado de “racista”. O negro é senhor de fazer o que lhe der na real gana, e quem o criticar ou contradizer é imediata e logicamente... um racista!.