terça-feira, 26 de março de 2013

O Mundo não suporta mais a arrogância, a prepotência e a falta de respeito e imoralidade dos MILITANTES GAYS contra aqueles que pensam diferentes deles e o uso imoral do "direito público" para os seus fins de ideologização homossexualista. Lech Walesa diz que minoria gay "persegue e castiga" heterossexuais.


O Mundo não suporta mais a arrogância, a prepotência e a falta de respeito e imoralidade dos MILITANTES GAYS contra aqueles que pensam diferentes deles e o uso imoral do "direito público" para os seus fins de ideologização homossexualista. Lech Walesa diz que minoria gay "persegue e castiga" heterossexuais.
http://intoleranciahomossexual.blogspot.com.br/2013/03/o-mundo-nao-suporta-mais-arrogancia.html

(Vídeo) - Ciência Moderna e Ateísmo Militante - Parte 1, 2 e 3

(Vídeo) - Ciência Moderna e Ateísmo Militante - Parte 1, 2 e 3
http://academiaemdebate.blogspot.com.br/2013/03/video-ciencia-moderna-e-ateismo.html

(VÍDEO - Imagens Fortes - Proibido para menores de 18 anos) - Redes de Pedofilia, Rituais Satânicos e o Espírito Socialista, Esquerdista e Pet__ ___ ____ ____ .


(VÍDEO - Imagens Fortes - Proibido para menores de 18 anos) - Redes de Pedofilia, Rituais Satânicos e o Espírito Socialista, Esquerdista e Pet__ ___ ____ ____ .
http://pedofilianauniversidade.blogspot.com.br/2013/03/video-imagens-fortes-proibido-para.html

quinta-feira, 7 de março de 2013

O Deputado socialista Jean do PSOL e BBB 5, é acusado de humilhar e perseguir seus alunos.


NO PAREDÃO

Jean, do BBB 5, é acusado de humilhar e perseguir seus alunos.

O baiano Jean Willys, um dos participantes do programa Big Brother Brasil 5, da TV Globo, está sendo processado por seis alunos da Faculdade Jorge Amado, em Salvador. Jean dá aula de Cultura Brasileira e Baiana no curso de Comunicação Social.
Ele é acusado de humilhar, perseguir e reprovar sem base os universitários da turma noturna, que agora cursam o 6º período. Os estudantes pedem indenização por danos morais e materiais ao professor e à Associação Baiana de Educação e Cultura – mantenedora da Faculdade Jorge Amado.
Segundo a ação -- impetrada dois dias depois do início do programa --desde o segundo ano os seis alunos sofrem discriminação de três professores, entre eles Jean. Os advogados dos alunos afirmam que não foram poucas as oportunidades em que “o professor Jean Willys dirigiu-se a um pequeno grupo de alunos e disse-lhe que ‘deveriam procurar outra profissão para seguir como porteiro, caixa de supermercado, vendedor… pois jamais seriam jornalistas’ , ‘que vocês não tem condições e competência para estar fazendo o curso de Jornalismo’.”
O comportamento de Jean teria feito alguns alunos desistirem de fazer o curso e outros pedirem transferência para outra faculdade. De acordo com os advogados Jean ignorava os universitários nas aulas e ironizava as dúvidas dos alunos. “Sem contar com a chacota através de comentários infelizes como 'alunos insuportáveis, incompetentes, que caíram na faculdade de paraquedas etc'”, registra a ação.
A perseguição, segundo os advogados, chegou a ponto de o professor reprovar os alunos apenas por implicância. A postura de Jean “atingiu em cheio a honra, a dignidade, a intimidade, o sentimento íntimo dos alunos que se viam obrigados a ter que aturar os destemperos e condicionamentos, loucuras, agravos, humilhações, pressões psicológicas, ameaças infundadas de seus mestres, sob pena de serem reprovados na matéria e até impossibilitados de concluir o curso”, alegam.
Os estudantes querem ainda que a faculdade restitua o dinheiro pago pela disciplina que tiveram de cursar aos sábados por conta da reprovação. Pedem também reparação por danos morais e psicológicos contra a faculdade e os professores.
Leia a íntegra da ação. Os nomes de advogados e alunos foram omitidos a pedido
EXCELENTISSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ DA VARA DA JUSTIÇA FEDERAL -- SEÇÃO JUDICIÁRIA DE SALVADOR-BA.
REQUERENTES: (...)
vêm respeitosamente, à presença de Vossa excelência, por seus advogados ao final assinado, profissionais legalmente constituídos pelas inclusas procurações1 proporem a presente AÇÃO DE INDENIZAÇÃO POR PERDAS E DANOS – MATERIAIS E MORAIS, dentro do rito ORDINÁRIO, CONTRA
REQUERIDA:
ASSOCIAÇÃO BAIANA DE EDUCAÇÃO E CULTURA – ASBEC, entidade mantenedora das FACULDADES JORGE AMADO, pessoa Jurídica de direito privado, CNPJ nº 01. 120. 386/0001-36, devendo ser citado na Av. Governador Luiz Viana Filho, 6775, Paralela - Salvador-BA.
LITISCONSORTE NECESSÁRIO: JEAN WYLLYS DE MATOS SANTOS, brasileiro, solteiro, devendo ser citado na REDE GLOBO DE TELEVISÃO, estabelecida Rua Jardim Botânico, 266/409 – RJ - já que o litisconsorte é um dos participantes do programa BIG BROTHER BRASIL 5;
LITISCONSORTE: UNIÃO FEDERAL, pessoa jurídica de direito público, com sede na Rua Mulunguns, 32, Caminho das Arvores, Salvador- Bahia, por ato do MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CULTURA.

Expondo e ao final requerendo o quanto se segue:
DO LISTISCONSÓRCIO NECESSÁRIO
Mister se faz esclarecer que em vista de todas as normas e controles quanto ao Exercício e Regulamentação da Profissão de “Nível Superior” ser de competência exclusiva do Ministério de Educação e Cultura Federal e, sendo esta a co-responsável pelo gravame e danos sofridos pelos Requerentes, cuja responsabilidade solidária é manifesta, não só por “omissão” como também por culpa “in vigilendo” de modo que a entrega da tutela jurisdicional ora requerida, alcançará e deverá ser uniforme para “ambas”. Uma vez que caber a Litisconsorte a fiscalização normatização e autorização para o funcionamento do Ensino Superior, máxime quanto ao Corpo Docente, portanto, permissa vênia, de inteira responsabilidade do MINISTÉRIO DE EDUCAÇÃO E CULTURA, causando os prejuízos suportados pelos autores, além dos danos morais e psicológicos daí decorrentes e subseqüentes, necessário a formação litisconsorcial, nos moldes do CPC, vigente.
DO PEDIDO DE ASISTÊNCIA JUDICIÁRIA GRATUITA
Requerem os Autores lhes sejam concedidos os benefícios da assistência judiciária gratuita, previstos no art. 3º da Lei 1060/50, uma vez que declaram, sob as penas da lei, ser pessoas pobres, sem condições de arcar com as custas e ônus da presente demanda sem prejuízo do sustento próprio e da família, nos termos do parágrafo único do art. 2º do dispositivo legal já mencionado, estando esses patronos que os representam, postergando seus honorários se houver ganho de causa.
(...)



Não ao totalitarismo homossexualista


Não ao totalitarismo homossexualista
http://intoleranciahomossexual.blogspot.com.br/2013/03/nao-ao-totalitarismo-homossexualista.html 

terça-feira, 5 de março de 2013

Diretor da ANAJURE participa de debate sobre Liberdade Religiosa na Faculdade de Direito da Universidade Mackenzie.


Evento promovido por Centro Acadêmico é marcado por clima hostil às opiniões do Dr. Guilherme Schelb contrárias à agenda gay.
anajure-logo
Em respeito à liberdade de expressão e ao livre debate de ideias, aconteceu na Universidade Presbiteriana Mackenzie um debate com o deputado federal Jean Wyllys e o diretor honorário da Associação Nacional de Juristas Evangélicos – ANAJURE e Procurador Regional da República, Dr. Guilherme Schelb, com o tema “Liberdade Religiosa e Diversidade Sexual: Um casamento possível?”.
O debate fez parte de um amplo painel de temas políticos e econômicos dentro da I Semana Política “Jorge Americano”, organizada pela Faculdade de Direito da Mackenzie e promovida peloCentro Acadêmico João Mendes, que incluiu temas como reforma política, panorama econômico atual, políticas de meio ambiente, entre outros. O Deputado Federal foi convidado especialmente pelo Centro Acadêmico. O Procurador da República foi convidado, ainda que de última hora, para exatamente fazer o contraponto e promover o debate de ideias.
Nas discussões, o Dr. Schelb abordou aspectos jurídicos a respeito da criminalização de opiniões e manifestações de pensamento contrários ao movimento gay, questões contempladas pelo PLC 122/2006, mostrando cabalmente o aspecto inconstitucional e autoritário da proposição. Além disso, falou sobre o material conhecido como kit gay, que contem aspectos que promovem a erotização da infância, uma das bandeiras do movimento LGBT que é veementemente combatida pela ANAJURE.
Apesar do jurista – que atua no Ministério Público Federal e é um dos Procuradores da República mais respeitados do país – ter sido aberto ao debate equilibrado de idéias, enfrentou franca oposição, não só de argumentos, mas também de vaias em alguns momentos.  Apesar disso, o Dr. Guilherme Schelb manteve-se coerente com os princípios da ANAJURE que inclui a liberdade de expressão irrestrita mesmo àqueles que pensam contrários a associação, suas bandeiras programáticas e ao movimento evangélico em geral.
Temos que respeitar as pessoas que têm idéias contrárias às nossas. Criminalizar opiniões contrárias – como querem o movimento gay e o PL 122 – só encontra respaldo histórico no direito nazista alemão. Não podemos aceitar a intolerância, ainda que para defender minorias. Como cristãos, agimos diferente: combatemos o pecado com vigor, mas respeitamos o indivíduo e sua dignidade humana (Gl 3,28), independente do que se faça ou fale“.
O presidente da ANAJURE, Dr. Uziel Santana, ressaltou o livre debate de ideias e a oportunidade que o segmento evangélico teve, através da ANAJURE, de contrapor pontos importantes da agenda gay – como é o caso do PL 122/2006 e da erotização infantil – de um modo equilibrado, respeitoso e sem ceder a provocações.
A ANAJURE, através do Dr. Guilherme Schelb, deixou claro ao movimento gay que os respeita como movimento político, mas que combate veementemente algumas de suas propostas, como é o caso do PL 122 e da recente tentativa de implantar políticas educacionais e culturais de erotização infantil”.
A respeito do debate ter ocorrido numa universidade cristã, é preciso lembrar – ainda que seja óbvio – que a presença do Deputado e o debate do assunto não significam o apoio ou concordância da direção da universidade à agenda LGBT, uma vez que o evento foi organizado e promovido por um de seus muitos diretórios acadêmicos. Ao mesmo tempo, é preciso lembrar que uma das características da universidade, desde a idade média, é a possibilidade de se discutir todos os temas sociais.
A posição da ANAJURE, neste sentido, é a de sempre participar das esferas acadêmica, pública e comum, de modo a deixar clara qual a posição cristã, sem que isso signifique a imposição autoritária da nossa cosmovisão, como é o caso de certos segmentos e movimentos sociais.
Mais informações
Jussara Teixeira – Assessoria de Imprensa – 
(11) 9 5256-6182  imprensa@anajure.com.br
Wanda Galvão – (83) 8899-3771
Curta a fanpage da Anajure e acompanhe o desenvolvimento dos trabalhos
Siga-no no Twitter: @anajure_oficial

Fonte: 










Pr. Marco Feliciano rebate acusações contra sua indicação a CDH


Pr. Marco Feliciano rebate acusações contra sua indicação a CDH

by pauladamas

No últimos dias o deputado federal e pastor Marco Feliciano (PSC-SP) vem sendo atacado e perseguido. Tudo por causa de sua indicação, por meio do Partido Social Cristão (PSC), para presidir a Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDH) da Câmara dos Deputados.
O portal Verdade Gospel entrou em contato com o pastor Marco Feliciano para que ele pudesse esclarecer a acirrada perseguição que vem sofrendo. Confira a entrevista exclusiva.
Verdade Gospel: Pastor qual a importância da sua indicação pelo PSC a esse cargo? Pois tradicionalmente o mesmo é preenchido pelo PT.
Pr. Marcos Feliciano: A Comissão de Direitos Humanos (CDH) foi criada há 20 anos e há 18 anos está sob a presidência do PT (esquerda). A perda desta Comissão mostra o senso de ganância e o desvio ideológico do PT, que outrora lutava pelo cidadão etc. Ganância, pois abandonaram a CDH para, no processo de proporcionalidade, como grande partido, escolher comissões de "maior valor político".
É nesta Comissão que a comunidade GLBTT faz o maior barulho. No ano passado fui humilhado dentro desta Comissão ao tentar discursar, pois a CDH foi tomada por ativistas gays. Liberei a partir da audiência deste dia um vídeo que ficou famoso, onde um militante gay afirma: SE PRECISO FOR PEGAREI EM ARMAS PARA DEFENDER NOSSA BANDEIRA.
Nesta mesma Comissão assisti a um seminário promovido pelo deputado-federal Jean Willis, intitulado: DIVERSIDADE SEXUAL NA PRIMEIRA INFÂNCIA. Fiquei transtornado. Como pode se tratar de sexo com crianças de 0 a 6 anos? Tive o desprazer de ouvir intelectuais ali afirmarem que criança não nasce HOMEM nem MULHER e sim UM GÊNERO e, portanto, não pode ter seus impulsos reprimidos. Exemplo, se um menino numa creche na hora do banho se interessar pelo órgão genital de outro menino, tem que deixa-lo tocar no objeto de curiosidade, pois se não for assim pode criar um bloqueio.
Ir para esta Comissão pode significar ISONOMIA, oportunidade para se descobrir o que fora feito com as emendas desta Comissão nestes 18 anos, qual o nível de paternalismo à comunidade GLBTT e trazer equilíbrio para a CDH; dar atenção a assuntos de relevância por hora abandonados, como o caso dos imigrantes brasileiros presos fora do país que têm sua dignidade destruída por falta de apoio dos consulados. Levantar questões junto ao executivo por qual motivo o Brasil mantém relações comerciais e amigáveis com um país como o Irã, que mata pessoas por sua opção religiosa e por sua opção sexual.
Há dois meses no Mato Grosso do Sul o INCRA COM A POLÍCIA FEDERAL expulsaram mais de 30 mil pessoas de terras que tinham documentação, mais de 160 mil hectares de terra para beneficiar 500 índios. Houve agressões, e, se não me engano, até mortes. Mas a mídia se calou. Tive acesso a informações de que os próprios índios abriram mãos da terra em troca de outros benefícios, porém, ninguém nada fez.
O PSC tem como bandeira a família e as premissas do cristianismo, então justiça e humanidade não nos faltam.
VG: A possibilidade do senhor assumir a presidência da referida Comissão gerou revolta entre parlamentares, como os deputados federais Jean Wyllys (PSOL-SP) e Érika Kokay (PT-DF), ex-vice-presidente da CDH. Em sua opinião qual é a motivação dessa forte oposição?
Pr. Marcos Feliciano: Ambos, Jean e Érika são ativistas em prol do movimento GLBTT declaradamente e conhecem meus posicionamentos. Ambos ao citarem um parlamentar como eu já começam agredindo, nos chamando de HOMOFÓBICOS, RACISTAS, NAZISTAS, OBSCURANTISTAS e REACIONÁRIOS. Ambos sabem que nossos embates são duros a respeito das ideologias deles e das minhas. Sempre os enfrento, e sempre com equilíbrio em nível intelectual. Mas de repente o desespero deles me coloca na lista dos mais cotados para a Comissão. Foram eles que divulgaram meu nome. Meu partido já tinha um acordo com outro deputado que assumiria a próxima Comissão. O ódio deles por pessoas religiosas vai ao extremo. Deve ter algum mistério nessa Comissão que eles não querem que alguém da DIREITA descubra e isso aguçou minha curiosidade, e neste momento eu ficaria muito feliz em ocupar esta presidência.
Outrossim, fazendo o que estão fazendo eles simplesmente demonstram ser verdade o que venho falando há dois anos na tribuna daquela casa, estamos vivendo uma DITADURA GAY.
VG: É possível esclarecer o motivo das acusações que estão sendo feitas contra o senhor, como chama-lo de racista e homofóbico?
Pr. Marcos Feliciano: No início de 2011 eu usava a minha conta no twitter para dar ensinamento teológico. A correria do dia a dia mal me deixava saber dos assuntos que pautavam a mídia naquele momento. O deputado Jair Bolsonaro estava no foco de uma polêmica sobre a cantora Preta Gil e foi acusado de racismo. Alguém me fez uma pergunta sobre o porquê do continente africano ser tão sofrido, descobri depois que foi um cidadão muito astuto da comunidade GLBTT. Quando usei a bíblia para responder, falando sobre o caso do patriarca Noé ter lançado uma maldição sobre um dos seus três filhos e deste filho vieram os que povoaram o que chamamos hoje de continente africano, falei sobre a escravidão, sobre as doenças que tiveram origem lá, como o ebola e a Aids; falei sobre a fome, as guerras e outras coisas, e ensinei que toda maldição pode ser quebrada na cruz de Cristo. Os ativistas então me ancoraram instantaneamente na polêmica de Bolsonaro e como são experts em internet e principalmente em redes sociais, horas depois eu estava nos TT e fui rotulado de racista.
Na verdade uma perseguição religiosa foi instaurada naquele momento e até hoje respondo processos por isso. Se eu como pastor não posso mais ensinar a bíblia como aprendi, tenho o meu direito de liberdade religiosa tolhida. Se eu for condenado pela justiça por citar a bíblia e fazer um comentário, então se iniciará neste país uma perseguição religiosa como nunca antes e tudo antes da votação do PL 122.
Considerações finais do Pr. Marco Feliciano
Vivemos um momento delicado em nosso país. Uma minoria extremamente protegida põe uma mordaça na boca de uma maioria acovardada. Mês passado o deputado Gabriel Chalita foi indicado para assumir a Secretária de Ciências e Tecnologia, mas a comunidade científica o impediu, criou polêmica. Afinal, afirmaram eles, como pode um representante da Igreja Católica que é contra os estudos de células tronco assumir a pasta que cuida de tal assunto?
Este mês um pastor sofre calunias, difamações, agressões verbais e tem toda a mídia secular contra si, por ser defensor da família tradicional. Há algum tempo tivemos a doutora Marisa Lobo ameaçada de perder seu diploma, perseguida pela mesma turma. Atualmente, o pastor Silas Malafaia sofre a mesma ameaça.
Até quando as Igrejas Evangélicas e Católicas irão permanecer caladas, escondidas e em cima do muro? Por que não se marca uma reunião urgente entre os principais líderes cristãos do Brasil e definem o Brasil de amanhã? O doutor Martin Luther King, grande ativista dos Direitos Humanos, pastor pentecostal dizia: O QUE ME ASSUSTA NÃO É O GRITO DOS MAUS, MAS SIM O SILÊNCIO DOS BONS. Já fiz esse discurso na Câmara dos Deputados, já enviei cartas a inúmeros líderes, mas sem resposta. Temos povo, temos meios de comunicação, precisamos aprender a usá-los.
O tendencioso site do Avaaz, colocou uma petição para que eu não fosse aceito na CDH, alguém de bom grado fez no mesmo site um para contrapor. O site que me persegue tinha mais de 40 mil assinaturas contra, mas o a favor não passava de três mil assinaturas. Como? Criei, a exemplo do pastor Silas, uma petição em meu site com segurança e em menos de 24 horas mais de 30 mil assinaturas em apoio. Tem algo escandaloso no ar, vou para cima do site também, já estou em contato com a Polícia Federal para uma investigação mais acirrada.
Acordemos Igreja Brasileira!
pauladamas | Março 4, 2013 ás 3:38 pm | Tags: Marco FelicianoSilas Malafaia | Categorias:Brasil | URL: http://wp.me/p1RNj5-7oU