sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Em defesa do casamento by Rodrigo Constantino - Em tempos de Carnaval e hedonismo, de apetites e emoções como os únicos guias das ações individuais, de promiscuidade total, não deixa de ser confortante ler uma visão clássica sobre o bom e velho casamento..."

Em defesa do casamento by Rodrigo Constantino - Em tempos de Carnaval e hedonismo, de apetites e emoções como os únicos guias das ações individuais, de promiscuidade total, não deixa de ser confortante ler uma visão clássica sobre o bom e velho casamento..."
Em defesa do casamento by Rodrigo Constantino - Em tempos de Carnaval e hedonismo, de apetites e emoções como os únicos guias das ações individuais, de promiscuidade total, não deixa de ser confortante ler uma visão clássica sobre o bom e velho casamento..."

"...Em tempos de Carnaval e hedonismo, de apetites e emoções como os únicos guias das ações individuais, de promiscuidade total, não deixa de ser confortante ler uma visão clássica sobre o bom e velho casamento. Que seja eterno enquanto dure. E que dure para sempre!"

Clique no link abaixo para acessar o artigo:
http://familiacalvinista.blogspot.com.br/2014/02/em-defesa-do-casamento-by-rodrigo.html

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Descubra uns dos motivos que mostra que o senador Aécio Neves (PSDB-MG) não está preparado para ser Presidente do Brasil. Precisamos Urgente um Candidato de Direita de Alto Nível. Prof. Luis Cavalcante

Comissão do Senado rejeita redução da maioridade penal

Imagem: Divulgação
 
Por 11 votos a 8, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado rejeitou relatório do senador Ricardo Ferraço (PMDB-ES) para a Proposta de Emenda à Constituição (PEC 33/2012) do senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) que reduzia a maioridade penal de 18 para 16 anos para adolescentes que praticarem crimes hediondos, como homicídio qualificado, estupro e sequestro, ou múltipla reincidência em lesão corporal grave ou roubo qualificado.
 
O senador Roberto Requião (PMDB-PR) ainda tentou adiar a votação para a próxima semana, mas não obteve apoio dos demais parlamentares.
 
O senador Aloysio Nunes Ferreira disse que vai recolher assinaturas dos demais senadores para que o assunto vai para o plenário, mesmo com parecer contrário da CCJ. São necessárias nove adesões (um décimo do total de senadores), o que deverá ser alcançado facilmente, uma vez que na própria CCJ o projeto teve apoio de oito parlamentares que estavam presentes. O senador Aécio Neves (PSDB-MG), integrante da CCJ, não votou nessa matéria polêmica porque já havia deixado a reunião.
 
O presidente da CCJ, Vital do Rêgo (PMDB-PB), disse que resolveu pautar o assunto porque é um tema polêmico e que merece discussão.
 
Deixe o seu comentário no Verdade Gospel.
 
Fonte: O Globo
 
Fonte via:

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

O governo das massas sairá triunfante na Ucrânia?


O governo das massas sairá triunfante na Ucrânia?

Pat Buchanan critica Kerry e McCain por se intrometerem no que "não diz respeito aos EUA”

Pat Buchanan
Apesar da tagarelice americana sobre democracia, os americanos parecem dispostos a deixar a devoção aos princípios democráticos de lado quando ela se põe no caminho da Nova Ordem Mundial.
Pat Buchanan: colunista do WND e ex-assessor do presidente Ronald Reagan
Em 2012, nas eleições presidenciais do Egito, Mohamed Morsi, da Irmandade Islâmica, ganhou por ampla maioria, e o presidente Obama elogiou o resultado.
Um ano mais tarde, o exército egípcio depôs e prendeu Morsi e matou mil membros da Irmandade. O golpe recebeu o apoio de John Kerry, que explicou que o exército egípcio estava “restaurando a democracia”.
Agora é a vez da Ucrânia.
Em 2010, Viktor Yanukovych, em eleições classificadas pelos observadores como livres e imparciais, foi eleito presidente. Seu mandato termina em 2015.
No entanto, desde novembro, manifestantes ocupam a Praça Maidan em Kiev, entram em conflito com a polícia e exigem a renúncia de Yanukovych. Os Estados Unidos parecem agora estar colaborando com a Europa para provocar a desestabilização ou a queda desse governo democraticamente eleito.
Golpes militares, ao estilo do Cairo, ou motins populares, ao estilo de Kiev; essas são as legítimas armas no arsenal da democracia.
O que Yanukovych fez para merecer ser derrubado pela multidão? Escolheu a Rússia em vez da Europa.
Na competição entre a aliança econômica de Vladimir Putin e a da União Europeia, Yanukovych havia fechado com a segunda. Mas depois de uma oferta de US$ 15 bilhões de Putin e um desconto no preço do combustível, o presidente ucraniano resolveu furar com a União Europeia e ficou com a Rússia.
Yanukovych sentiu que não poderia recusar a oferta de Putin.
A Ucrânia ocidental, que preferia a União Europeia, ficou enfurecida. E assim surgiram os protestos para derrubar o presidente. E lá se foi John McCain a Kiev demonstrar a solidariedade americana aos manifestantes.
E agora Kerry se juntou a McCain para se intrometer em assuntos que não dizem respeito aos EUA, declarando em Munique que “Em lugar nenhum a luta por um futuro democrático para a Europa é tão importante quanto agora na Ucrânia”.
Nós “estamos com o povo da Ucrânia”, declarou Kerry.
Mas qual povo? Os ucranianos que elegeram Yanukovych, e ainda o apoiam, ou a multidão na praça de Maidan, que o quer fora e se nega a abandonar seus acampamentos fortificados até que ele saia?
Kerry coloca os americanos ao lado do motim que quer derrubar o presidente, forçar novas eleições e assumir o poder. Mas esses mesmos americanos jamais ficariam de braços cruzados caso uma multidão com objetivos similares ocupasse Washington.
Agora o governo americano supostamente está conspirando com os europeus para montar um pacote de ajuda, caso Yanukovych se renda, para que o país abandone o acordo com a Rússia e se junte à União Europeia.
Mas se a oferta de Putin de US$ 15 bilhões foi suborno, o que é então essa “ajuda” americana e europeia?
Enquanto governa uma nação dividida, Yanukovych está longe de ser um tirano. À medida que a multidão foi ficando mais violenta, ele dispensou o comando do seu governo, ofereceu a cadeira de primeiro ministro a um líder da oposição, revogou as leis recentemente aprovadas para reprimir as manifestações e tirou uma licença médica de quatro dias.
Mas a multidão, sentindo que ele está cedendo e vislumbrando a vitória, está pressionando mais ainda. Agora já ocorreram várias mortes entre manifestantes e policiais.
Putin está irritado, mas inibido pela necessidade de manter uma postura amigável para as Olimpíadas de Sochi. No entanto, mesmo assim ele apresentou um argumento válido.
Como iriam reagir os europeus se, durante a crise financeira, ele (Putin) tivesse voado até Atenas e instigado os arruaceiros que exigiam o calote da Grécia e a sua saída da Zona do Euro?
Como a União Europeia iria reagir se Putin apoiasse o Partido da Independência do Reino Unido, que apoia a separação da União Europeia, ou o Partido Nacional da Escócia, que exige a separação da Grã-Bretanha?
A Ucrânia foi independente durante um curto período após a Primeira Guerra Mundial, e o foi novamente após a queda da União Soviética. Mas os laços religiosos, étnicos, culturais e históricos entre Rússia e Ucrânia vêm de séculos.
Oito milhões de ucranianos são da etnia russa. No leste da Ucrânia e na Crimeia, a maioria fala o idioma russo e cultiva esses laços. A Ucrânia ocidental olha para a Europa. Parte do território, de fato, pertenceu ao Império de Habsburgo.
Se hostilizada ou pressionada demais, a Ucrânia pode se desintegrar.
O serviço de segurança, que interrogou manifestantes presos, parece acreditar que os americanos estão por trás do que está acontecendo. E considerando o papel clandestino da Fundação Nacional para a Democracia nas revoluções coloridas há uma década atrás na Europa Oriental e Central, a suspeita não é sem fundamento.
E o ministro das relações exteriores da Rússia, Sergei Navrov, não está de todo errado quando diz que “uma escolha está sendo imposta” à Ucrânia, e que os políticos europeus estão instigando protestos e tumultos “por pessoas que invadem e tomam prédios públicos, atacam a polícia e utilizam slogans nazistas e antissemitas”.
Se, como resultado dos motins que estão paralisando a capital, o governo eleito democraticamente vier a cair, os americanos poderão ter nas mãos não somente uma Rússia furiosa e vingativa, mas uma segunda Guerra Fria.
E abrirão um precedente que poderá assombrar a Europa, pois os partidos de direita populista — que estão surgindo, se proliferando e desejam acabar com a União Europeia — estão aprendendo com o exemplo americano.
Pat Buchanan é colunista do WND e foi assessor do presidente Ronald Reagan.
Traduzido por Luis Gustavo Gentil do original do WND: Will mobocracy triumph in Ukraine?
Leitura recomendada:
Outros artigos de Pat Buchanan:


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segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Dois vídeos de "incitação à violência" de Ricardo Boechat e "todo mundo" (esquerda) ficou quietinho e a Rachel Sheherazade defende a legítima defesa e "tudo mundo" (esquerda) fica acusando de tudo....

Dois vídeos de "incitação à violência" de Ricardo Boechat e "todo mundo" (esquerda) ficou quietinho e a Rachel Sheherazade defende a legítima defesa e "tudo mundo" (esquerda) fica acusando de tudo....

Clique no link abaixo para acessar os vídeos:http://jornalismoreformacional.blogspot.com.br/2014/02/dois-videos-de-incitacao-violencia-de.html

domingo, 9 de fevereiro de 2014

Doutrinação ideológica na FATEC de Barueri - 3ª parte

Doutrinação ideológica na FATEC de Barueri - 3ª parte
 
Publicamos a seguir a 3ª parte da análise crítica que estamos fazendo sobre as aulas ministradas pela Prof.ª Cléo Tibiriçá, na Faculdade de Tecnologia de São Paulo - FATEC (a 1ª parte continua censurada por força de liminar concedida pela Juíza da 2ª Vara Cível da Comarca de Barueri; para ler a 2ª parte, clique aqui). Uma cópia do texto abaixo foi enviada à Prof.ª Cléo Tibiriçá -- a quem franqueamos o espaço do ESP para que exerça, da forma mais ampla, o direito de resposta --, ao coordenador do curso de Comércio Exterior da Fatec-Barueri, Givan Fortuoso, ao diretor da faculdade, Evandro Cleber da Silva, à Diretora Superintendente do Centro Paula Souza, Laura Laganá, e ao Secretário de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia do Estado de São Paulo, Rodrigo Garcia. Repetimos que não nos move nesta iniciativa nenhuma indisposição pessoal em relação à professora -- que sequer conhecemos --, mas a convicção de que é necessário denunciar publicamente essa prática antiética e ilegal que é a doutrinação política e ideológica em sala de aula.
 
Por Miguel Nagib
 
Vejamos, agora, um exemplo de atividade desenvolvida em sala de aula pela Prof.ª Cléo Tibiriçá a partir dos textos adotados em seu plano ideológico de ensino. Antes, porém, um aviso: a leitura dos artigos citados -- especialmente os do jornalista Matheus Pichonelli -- é indispensável para a justa compreensão da análise crítica que estamos fazendo.
 
Depois de ler e “debater” os artigos Mediocres e perigosos e Direitos humanos para humanos direitos, de Matheus Pichonelli, e Desassossego na cozinha, do sociólogo Ruy Braga, os alunos da Prof.ª Cléo devem realizar um “exercício de produção textual” que consiste em escrever sobre os seguintes tópicos:
 
-- “Porque ser conservador - uma defesa da classe média brasileira” (o certo seria “por que”, separado, mas quem sou eu para corrigir uma professora de Comunicação e Expressão formada em Língua Portuguesa pela USP?);
 
-- “Ser conservador, no Brasil, significa preservar as desigualdades e os preconceitos - uma crítica à conservadora classe média brasileira”
 
-- Eu, um conservador.
 
-- Eu? Um conservador?
 
(vejam aqui e aqui).
 
Ou seja: primeiro, a professora submete os alunos a um borbardeio impiedoso de estereótipos aviltantes da classe média e dos conservadores; em seguida, promove um simulacro de debate para dar-lhes a impressão de estar expressando livremente o seu pensamento; e, finalmente, obriga-os: a fazer uma defesa da classe média -- só para constatar, diante do que acabaram de ler, que a classe média é mesmo indefensável --; a fazer uma crítica à “conservadora classe média brasileira”; e a confessar (ou negar) o crime hediondo de ser conservador.
 
É preciso apostar muito alto na ingenuidade ou na falta de inteligência e coragem dos estudantes para dar a essa atividade o nome inocente de “exercício de produção textual”. Trata-se, aqui, a toda evidência, de um esforço para sedimentar na cabeça dos alunos os conteúdos veiculados nos textos cuja leitura lhes foi imposta; e de fazer com que eles expressem formalmente a sua adesão a esses conteúdos. A exemplo do que ocorre com a disciplina de Comunicação e Expressão como um todo, o “exercício de produção textual” é apenas a fachada respeitável do empreendimento ideológico ilegalmente desenvolvido pela Prof.ª Cléo Tibiriçá no edifício da FATEC de Barueri, sob os auspícios da “conservadora classe média brasileira”, que é quem paga seu salário (para quem não sabe, a FATEC é uma instituição pública de ensino, pertencente ao governo do Estado de São Paulo).
Perguntar aos alunos o que eles acham da “conservadora classe média brasileira” depois de obrigá-los a engolir o discurso de ódio de Matheus Pichonelli e a análise marxista de Ruy Braga -- que além de sociólogo é militante do PSTU -- é como perguntar o que eles pensam de Israel depois de obrigá-los a ler uma cartilha do Hamas.
 
Aliás, coloquem a palavra “judeu” no lugar de “reacionário” e “Almeidinha” (refiro-me aos textos de Pichonelli) e vocês terão uma ideia do que era o material de propaganda antissemita utilizado na Alemanha nazista. A diferença é que Pichonelli substitui a caricatura nazista do judeu pela caricatura comunista do burguês. Em vez de ódio racista, ele promove ódio de classe, um ódio que os progressistas da esquerda fazem questão de exibir publicamente contra a classe média, como deixou claro recentemente a também professora Marilena Chauí (vejam aqui).
 
Se a Prof.ª Cléo Tibiriçá compartilha desse ódio à classe média, eu não sei; o que sei, pois não existe outra explicação para o fato de ela obrigar seus alunos a ler esses artigos de Matheus Pichonelli, é que ela usa suas aulas na FATEC para tentar propagá-lo.
 
Assim, não há dúvida de que a finalidade desse nada inocente “exercício de produção textual” é estigmatizar a “conservadora classe média brasileira”, marginalizá-la social e culturalmente, expô-la à execração perante os alunos, induzindo-os e constrangendo-os a renegar ou esconder suas eventuais afinidades com pontos de vista conservadores e a aderir à visão esquerdista -- odienta e preconceituosa -- dos textos em questão.
 
Se a professora fizesse isso na sua casa ou no meio da praça, ninguém poderia se meter. Mas a FATEC é uma entidade pública (além de fazer parte do sistema público de ensino) e, como tal, não pode ser colocada a serviço desse ou daquele grupo ou corrente política ou ideológica.
 
Como entidade pertencente à Administração Pública, a FATEC está sujeita ao princípio constitucional da impessoalidade, e isto significa, nas palavras de Celso Antonio Bandeira de Mello (Curso de Direito Administrativo, Malheiros, 15ª ed., p. 104), que “nem favoritismo nem perseguições são toleráveis. Simpatias ou animosidades pessoais, políticas ou ideológicas não podem interferir na atuação administrativa e muito menos interesses sectários, de facções ou grupos de qualquer espécie.”
 
E não é só. O uso da máquina do Estado -- que compreende o sistema público de ensino -- para a difusão das concepções políticas ou ideológicas de seus agentes é incompatível, ainda, com o princípio republicano, com o princípio da isonomia (igualdade de todos perante a lei), com o princípio do pluralismo político, com o princípio da laicidade do Estado e com a liberdade de consciência. Desse conjunto de princípios constitucionais emerge cristalinamente o princípio da neutralidade política e ideológica do Estado.
 
No âmbito do sistema público de ensino, a liberdade de cátedra e a liberdade de expressão do professor são balizadas, de um lado, pelo princípio da neutralidade política e ideológica do Estado; e, de outro, pela liberdade de consciência e pela liberdade de aprender asseguradas aos estudantes pelos arts. 5º, VI, e 206, II, da Constituição Federal, respectivamente. Ora, é evidente que essas liberdades serão violadas se o professor puder se aproveitar da audiência obrigatória dos alunos e da autoridade que lhe é conferida pela cátedra para promover em sala de aula suas próprias concepções políticas e ideológicas.
 
Por fim, repetindo o princípio da neutralidade política e ideológica do Estado, o Regulamento Disciplinar dos Empregados Públicos do Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza - CEETEPS -- aplicável aos servidores da Fatec -- ainda prescreve:
 
Artigo 1º – São deveres do empregado público do CEETEPS:
XIV – observar neutralidade política e religiosa no exercício de sua função;
 
Será possível afirmar, em boa consciência, que a servidora pública Cleonildi Tibiriçá observou esse dever ao elaborar o seu plano de ensino? Obviamente, não. Será possível afirmar que ela pelo menos se esforçou para observar esse dever? Nem isso. Na verdade, é impossível não concluir do exame cuidadoso do plano de ensino da Prof.ª Cléo Tibiriçá que ele foi elaborado com a intenção consciente e inequívoca de promover uma determinada visão política e ideológica.
 
Continua.
 

Dez leis muito simples

Jacinto Flecha

Mandamentos

Minha má memória foi um sério obstáculo na escolha da atividade profissional, e tenho me defendido contra esta deficiência procurando entender bem o conteúdo, sem decorar as formulações (Entenda bem as regras, depois esqueça-as). Nunca eu conseguiria, por exemplo, ser ator de teatro, pois decorar textos longos estava fora de cogitação.

Eu não os repetiria com as mesmas palavras, e os chamados “cacos” desnorteariam quem contracenasse comigo. Excluí liminarmente a advocacia: Como decorar mais de quatro milhões de leis, normas, regulamentos, portarias, etc., que a atividade legiferante produziu nos últimos anos?
Falei sobre isso com um advogado. Ele deu uma boa gargalhada, e me explicou:

— Os advogados não sabem de cor as leis. Nós só guardamos na cabeça uma espécie de mapa ou índice, e por meio dele encontramos o texto da lei que interessa.

— Então vocês também não sabem todas as leis?! Eu achava que soubessem, pois ninguém pode defender-se num tribunal alegando o desconhecimento da lei, e é para isso que a gente tem de pagar caro aos advogados. Se eles também não sabem…

— Dizem os críticos que o emaranhado de leis e contra-leis é meio de vida dos advogados, pois assim valorizam a profissão. Talvez seja esse o seu pensamento.

— Vai nessa linha. Eu acho que essas coisas podiam ser simplificadas. Por exemplo, todo mundo sabe que não se pode roubar. Mas vocês criaram a complicação dos termos: roubo, furto, latrocínio, apropriação indébita, improbidade administrativa, fraude contábil, peculato, concussão, extorsão, rapina, formação de quadrilha, crime do colarinho branco, e vai por aí. Os termos se multiplicam, mas no fundo significam a mesma coisa: roubo.

— Há muitos graus na gravidade do roubo, daí várias expressões para qualificar o crime cometido, e consequentemente graduar a punição.

— Tudo bem. Mas quando um ladrão decidiu roubar, e no caminho teve que matar, não estava pensando nessas distinções todas. Ele só queria roubar, além disso cometeu outro crime que é matar.

— Mas você imagine, por exemplo, uma lei rudimentar como esta: Quem roubar, será enforcado.

— Excelente! Isso todo mundo entende. E se o ladrão já vai ser enforcado porque roubou, não precisa ser enforcado de novo porque também matou. Em alguns países árabes, a lei manda cortar a mão do ladrão. E por lá a quase totalidade da população mantém a mão no respectivo lugar. Não se arrisca a metê-la no que pertence a outros, para não ficar sem ela. Eu não investiria dinheiro numa fábrica de forcas, se houvesse uma lei como você sugeriu, porque logo após os primeiros enforcamentos os roubos acabariam, ou quase. Eu ficaria sem mercado para as minhas forcas, e naqueles países árabes seria mais sensato fabricar luvas.

— Mas é uma injustiça condenar com a mesma pena de morte um batedor de carteiras, que roubou dez reais, e um outro que matou para roubar.

— Justiça linear, muito boa, pois você sabe que cesteiro que faz um cesto, faz um cento. E a diferença entre um ladrão de galinhas e um juiz ou político corrupto que roubou do erário público é quase só quantitativa. Se o risco é grande, todos evitarão o roubo grande e o pequeno.

— O que as leis fazem é explicitar o que constitui crime, e em seguida atribuir uma pena proporcional à gravidade dele.

— Mas isso fica só para os especialistas, pois a população, o homem simples da rua, não toma conhecimento delas. E nunca servem para evitar os crimes, se as pessoas não as conhecem. O que faz falta são leis simples, que todo mundo entenda e respeite.

— Você quer dizer, por exemplo: Não matar, não roubar, não cobiçar as coisas alheias, não desejar a mulher do próximo…

— Isso mesmo! Se todo mundo tivesse bem na cabeça e no coração essas leis, que são simples e não passam de dez, a situação seria muito diferente.

— Acho essa posição muito ingênua e utópica. Só seria possível numa conjuntura de união entre a Igreja e o Estado, e isso é coisa do passado no mundo ocidental. Existe no mundo muçulmano, mas com vários inconvenientes graves.

— Um deles é que não sobra muito espaço para os advogados, não é?

Parece que ele não gostou do meu comentário, pois a conversa se encerrou ali. Mas uma verdade incontestável é que a moralidade verdadeira resulta de convicções religiosas. Elabore o Estado quantas leis quiser, só há de cumpri-las quem ama e respeita aquelas dez leis muito simples.

Fonte: http://ipco.org.br/ipco/noticias/dez-leis-muito-simples#.UvgO4HmYbIU

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Quando os esquerdistas acusam alguém de fazer “justiça com as próprias mãos” (contra um bandido), eu aproveito para levantar a ficha deles nesse ramo (contra inocentes)

Blog

Felipe Moura Brasil

Cultura e irreverência


06/02/2014
às 16:56 \ Brasil

Quando os esquerdistas acusam alguém de fazer “justiça com as próprias mãos” (contra um bandido), eu aproveito para levantar a ficha deles nesse ramo (contra inocentes)

…a começar pela da presidente, é claro.

dilma_assombrapb
O motivo é a gritaria da canalhada em função do caso dos justiceiros que amarraram um marginal adolescente no poste, conforme descrito no último post. Só convém esclarecer primeiro, como já anotei no Facebook:

Não é uma verdade literal que os esquerdistas e seus comparsas do narcotráfico fazem “justiça” com as próprias mãos. De Mário Kozel Filho a Celso Daniel, passando por dezenas de milhares de homicídios anuais no Brasil, a gente sabe que eles preferem fazer com bombas, fuzis, pistolas e microondas.

Segue abaixo um artigo meu de abril de 2013, ao qual acrescento um apêndice no fim. No próximo post, vamos falar de “apologia ao crime”, levantando a ficha de jornalista de esquerda nesse ramo também.

A verdadeira insanidadeFelipe Moura Brasil

Dilma condenou as explosões na Maratona de Boston como um “ato insano de violência”. Mas não foi assim que ela começou a carreira? Ou não terá sido um “ato insano de violência” aquele que matou o soldado Mário Kozel Filho, de 18 anos, em junho de 1968? Foi o seu grupo, a Vanguarda Popular Revolucionária, que acelerou um carro-bomba, com vinte 20 quilos de dinamite, para dentro de um Quartel General em São Paulo, despedaçando o corpo do rapaz e ferindo mais seis militares.

Mário foi apenas o primeiro dos oito assassinados pela VPR nos tempos de Dilma, e ainda haveria mais cinco pela VAR-Palmares e três pelo Colina, os outros dois grupos que ela integrou, em total sanidade, quando lutava pela implantação de uma ditadura comunista no Brasil, com instruções e armas vindas do exemplar regime de Fidel Castro em Cuba.

Dilma expressou sua “solidariedade, em nome de todos os brasileiros, às vítimas e suas famílias”? Falou em “trágico incidente”? Não. Ajudou a criar a “Comissão da Verdade” para glorificar seus feitos terroristas como luta pela democracia e demonizar os inimigos da revolução. Tudo com o amparo de professores e jornalistas militantes, que bombardeiam há 40 anos a cabeça dos brasileiros, despedaçando seus neurônios com a falsificação da história.

Se o atentado da Maratona de Boston tivesse ocorrido no Brasil, o autor seria forte candidato a presidente de 2055. Como foi nos EUA, o autor terá de se contentar em ser o padrinho político e intelectual do futuro presidente. O amigo e ghost-writer de Obama, Bill Ayers, responsável por lançar sua carreira em Chicago com uma arrecadação de fundos em sua própria casa, no bairro onde Obama morava, também começou como Dilma.

Co-fundador do grupo revolucionário comunista Weather Underground, Ayers participou da plantação de uma porção de bombas, como na estátua de sua cidade dedicada a baixas policiais, em 1969 (estátua que foi reconstruída no ano seguinte e novamente bombardeada por integrantes de seu grupo); na sede do Departamento de Polícia de Nova York, em 1970; no Capitólio, em 1971; e no Pentágono, em 1972.

Hoje Ayers é uma figura estelar da educação americana, autor de livros, professor aposentado da Universidade de Illinois e agora professor visitante da Minnesota State University Moorhead, onde poderá mais uma vez celebrar a decadência econômica, política e cultural do “império americano”, lamentar o poderio militar do país e falar aos jovens da importância de serem “cidadãos do mundo”, como fez ano passado na Universidade de Oregon. Qualquer semelhança entre suas ideias e os atos de seu afilhado Obama contra a soberania nacional não são mera coincidência.

(A amizade íntima entre eles e a festinha para um na casa do outro foram negadas durante a campanha de 2008, mas admitidas por Ayers na semana passada, porque, com Obama reeleito, já não há mais o que temer.)

Duas ex-integrantes do Weather Underground também são hoje estrelas acadêmicas: a esposa de Ayers, Bernardine Dohrn, é professora de Direito da Northwestern University School of Law; e Kathy Boudin, condenada em 1984 por assassinato, da Columbia University. Todos empenhados em promover a “justiça social”, isto é, em tornar os EUA um grande Brasil socialista.

Se são radicais? Ora, radicais somos nós, que julgamos o terrorismo real e intelectual dos esquerdistas revolucionários tão repugnante quanto o da Maratona de Boston. Radical sou eu que reconheço que aquele terror, pregado abertamente por Karl Marx, tampouco é o que há de mais insano no mundo. O verdadeiro “ato insano” do nosso tempo foi o dos americanos, brasileiros e outros que deixaram essa gente bombástica subir ao poder.

*****

PESSOAS ASSASSINADAS PELA VPR– 26/06/68 – Mário Kozel Filho – Soldado do Exército – SP
- 27/06/68 – Noel de Oliveira Ramos – Civil – RJ
- 12/10/68 – Charles Rodney Chandler – Cap. do Exército dos EUA – SP
- 07/11/68 – Estanislau Ignácio Correia – Civil – SP
- 09/05/69 – Orlando Pinto da Silva – Guarda Civil – SP
- 10/11/70 – Garibaldo de Queiroz – Soldado PM – SP
- 10/12/70 – Hélio de Carvalho Araújo – Agente da Polícia Federal – RJ
- 27/09/72 – Sílvio Nunes Alves – Bancário – RJ

PESSOAS ASSASSINADAS PELA VAR-PALMARES- 11/07/69 – Cidelino Palmeiras do Nascimento – Motorista de táxi – RJ
- 24/07/69 – Aparecido dos Santos Oliveira – Soldado PM – SP
- 22/10/71 – José do Amaral – Sub-oficial da Reserva da Marinha – RJ
- 05/02/72 – David A. Cuthberg – Marinheiro inglês – Rio de Janeiro
- 27/09/72 – Sílvio Nunes Alves – Bancário – RJ

PESSOAS ASSASSINADAS PELO COLINA
- 29/01/69 – José Antunes Ferreira – Guarda Civil – BH/MG
- 01/07/68 – Edward Ernest Tito Otto Maximilian Von Westernhagen – Major do Exército Alemão – RJ
- 25/10/68 – Wenceslau Ramalho Leite – Civil – RJ

Felipe Moura Brasil – http://veja.abril.com.br/blog/felipe-moura-brasil

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Leia também:
- Vamos comparar Rachel Sheherazade e Francisco Bosco, em homenagem ao PSOL e ao Sindicato dos Jornalistas

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12 Comentários

  1. Wombatmucholoco
    -
    07/02/2014 às 10:40
    Caro Felipe,
    com a recusa das pessoas (a maioria) de chamar as coisas pelo nome que elas têm, não é de se espantar que as coisas tenham chegado onde chegaram.
    Se, o então candidato, José Serra tivesse feito uma campanha mais incisiva, apontando o comportamento criminoso dos seus adversários, talvez hoje tivéssemos um Brasil um pouco mais arrumado e teríamos evitado por mais tempo esta catástrofe chamada PT.
    Não acho que seria a solulção final para o nosso país (porque afinal PSDB é…PSDB) mas ainda seria melhor do que 12 anos de PT.
    Ter uma criminosa, homicida (ainda que tenha só participado na confecçaõ do plano) e ladra, no governo é de mais para qualquer país.
  2. Eliézer de Mello Silveira
    -
    07/02/2014 às 9:41
    Rachel tem razão! Onde está a imprensa ideológica a defender tais vítimas da var-palmares de Dilma? Onde estão os artistas da globo que quando não estão pedindo desculpas a criminosos, posam com eles em fotografias? Apoio Rachel.
  3. Celso
    -
    07/02/2014 às 8:22
    Parabens pelo excelente texto. Esta esquerda terrorista tem que ser desmascarada. Terrorista num passado recente, que hoje recebem indenizaçoes do governo, por terem matado pessoas inocentes.
  4. FORA BOLIVARIANOS!
    -
    07/02/2014 às 7:46
    Brasileiros, o q vcs acharam do Programa MAIS MORTOS, criado pela escumalha petralha! Sim, somados a esta lista de pessoas covardemente mortas, temos os nossos anuais CINQUENTA MIL ASSASSINATOS e SESSENTA MIL MORTES causados pelas leis BANDIDOFÍLICAS da corja vermelha!
  5. o desPTtizador
    -
    07/02/2014 às 7:43
    O 1o da lista, Mario Kozel F. servia com meu sogro na Polícia do Exército. Meu sogro estava no quartel quando o menino de 19 anos foi DESPEDAÇADO covardemente pela corja vermelha! Foi tudo muito ardiloso, uma emboscada q os agora ministros, deputados VERMELHOS armaram… o Mario Kozel F., na intenção de ajudar o q parecia ser um acidente, se aproximou de uma carro, o qual foi foi explodido! Essas histórias não interessam àquela Comichão da Verdade!
  6. Renan
    -
    07/02/2014 às 4:19
    Acertou na veia.
  7. Nilo
    -
    07/02/2014 às 0:21
  8. Anderson Silva, do âmago do vulcão carioca e enxugando gelo
    -
    06/02/2014 às 19:43
    Fico aqui pensando, tio pim, por que a lógica que culmina na indignação geral da população de bem sobre o destino proveitoso (e remunerado) dos algozes da Daniela Perez não pode ser a mesma em relação aos terroristas do passado que hoje lucram uma vida mansa sobre os dividendos de cadáveres inocentes, né!?
    .
    Texto formidável, Felipe. Tem mesmo que acabar com essa palhaçada e fazer essa gentalha que fica posando de pessoas sensatas, equilibradas, justas, democráticas, piedosas (vou me emocionar), tropeçar no próprio salto.
    .
    Abs, meu brother (e que papai-do-céu continue a iluminar essa cabeçinha raspada por muitos anos) ;¬)
  9. Julio
    -
    06/02/2014 às 19:31
    Caro Felipe,
    Rolou recentemente um debate dessa besta do Ayers contra o Dinesh D´Souza: http://www.dineshdsouza.com/archives/news/video-dsouza-vs-ayers-dartmouth/
    Foi ótimo ver esse terrorista abjeto ser humilhado. Adoraria ver uma análise sua sobre este debate, se você tiver interesse, é claro.
    Parabéns pelo trabalho!
    Abs.,
    Julio.
  10. Octávio
    -
    06/02/2014 às 18:55
    Foi assim que “eles” chegaram ao poder. Será que sairão pela via eleitoral? Que ingenuidade!
  11. Eduardo
    -
    06/02/2014 às 18:30
    Ser petralha é chamar de virtude os vícios dos amigos e chamar de vícios até as virtudes dos inimigos.
    Ser petralha é desenvolver uma inimizade com quem não pertence à mesma chapa eleitoral.
    Ser petralha é ter uma norte moral ligado à seu bolso e às vantagens que pode amealhar.
    Ser petralha é mentir. Mentir mesmo quando não precisa. Mentir mesmo quando não adianta e mentir até quando está mentindo.
    Ser petralha é coisificar a vida de alguns, porque não é útil e coisificar a vida de outros, porque é mais útil ainda.
    Ser petralha é ter a ética de um partido que não tem ética. Serve o momento e o momento que servir é a direção que se toma com ética.
    Ser petralha é corromper e ser corrompido enquanto grita que tem gente corrompendo.
    Ser petralha é linchar e vilipendiar quem elogiava no instante anterior, só porque agora já não serve mais à mesma causa.
    Ser petralha é se rebaixar a sub humano. Só para conseguir uma boquinha no poder.
    Ser petralha é se deixar usar, usar os amigos e a família para obter uma vantagem.
    Ser petralha é buscar destruir sem construir. Fazer do pior o melhor e atingir o poder prometendo acabar com tudo isso que está aí. E realmente acabar com tudo: Petrobrás, Brics, poupança, inflação zero, etc.
    Ser petralha é vir ler os blogs dos conservadores, ficar com raivinha e depois querer postar comentários, para ver se conseguem acontecer.
    Ser petralha é ruim de doer.
  12. Elias
    -
    06/02/2014 às 18:04
    Esses que morreram são mártires sacrificados na luta contra a tirania e pela instauração da democracia socialista, então suas mortes foram justificadas como uma espécie de legítima defesa antecipada dos revolucionários.

Contra O Homo Proletarius

Contra O Homo Proletarius

Clique no link abaixo para acessar a matéria:http://economiareformacional.blogspot.com.br/2014/02/contra-o-homo-proletarius.html

(Rádio Vox) - Recomendo esta excelente entrevista do Repórter Vox com o Coronel Paes de Lira em 02/02/14 d.C - Prof. Luis Cavalcante

Recomendo esta excelente entrevista do Repórter Vox com o Coronel Paes de Lira em 02/02/14 d.C - Prof. Luis Cavalcante - Clique AQUI para ouvir e escutar a entrevista.


quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

(Vídeo) - Quem financia a esquerda mundial?

(Vídeo) - Quem financia a esquerda mundial?

Um excelente vídeo de 12 minutos mostrando as principais empresas e fundações que financiam a esquerda mundial.


Legendado (Português):


http://generoediversidadenaescola.blogspot.com.br/2014/02/video-quem-financia-esquerda-mundial.html