terça-feira, 27 de janeiro de 2015

"MP-DF - Ministério Público do Distrito Federal" se comporta de forma vergonha e fútil. A pedido de Jean Wyllys, "MP - Ministério Público do Distrito Federal" interrompe curso para pastores sobre temática gay

A pedido de Jean Wyllys, MP interrompe curso para pastores sobre temática gay

O caso seria investigado pelo MP-DF, que decidiu pelo seu arquivamento.
por Thiago Cortês

Por solicitação do deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ), um curso de orientação sobre homossexualismo ministrado pelo ex-homossexual Claudemiro Ferreira – e voltado para pastores – foi interrompido pelo Ministério Público do Distrito Federal (MP-DF).
Apesar de voltado para lideranças evangélicas, o evento que aconteceria entre os dias 19 e 23 do presente mês foi interrompido por um oficial de Justiça. A programação foi denunciada porque supostamente tratou da homossexualidade “como doença”. O caso seria investigado pelo MP-DF, que decidiu pelo seu arquivamento (veja abaixo).
Mas o foco do evento traz uma perspectiva bastante distante de qualquer vestígio de homofobia. O cartaz do evento dizia somente: “Homossexualismo: ajudando, biblicamente, a prevenir e tratar aqueles que desejam voltar ao padrão de Deus para sua sexualidade”.
Mesmo assim, com base na denúncia de Jean Wyllys, o Ministério Público do Distrito Federal intimou os palestrantes Airton Williams e Claudemiro Soares durante evento em Brasília. Contra eles, foi feita por Wyllys uma acusação sobre “charlatanismo”.
Com a divulgação do caso, lideranças evangélicas passaram a questionar se agora é crime no Brasil ensinar que o homossexualismo é pecado. Outras questionam se Jean Wyllys acionaria o MP se o curso fosse ministrado por um clérigo muçulmano em uma mesquita.
“Qualquer um pode defender o aborto e o uso de drogas, que são crimes, abertamente. O Ministério Público não diz nada. Mas falar em lugar privado sobre terapia para gay é proibido e o lugar invadido pelo MP-DF. É revoltante”, afirmou o pastor Silas Malafaia.
Por sua vez, o deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP) questionou o “oportunismo” de Jean Wyllys, lembrando a origem do deputado do PSOL, que se deu em um reality-show.
“Não me assusta que o pacóvio deputado ex-BBB ter assumido a autoria da denúncia visando a prisão dos palestrantes. É um cristofóbico assumido. Se os cristãos ficarem calados, amedrontados, preparem-se para verem pastores e padres serem presos, retaliações piores que está virão”, declarou Feliciano.
A advogada e pastora Damares Alves destacou a força do lobby LGBT. “Pasmem, senhores, o Ministério Público foi no local e interrompeu o curso. Olhem o tamanho do poder do deputado Jean Wyllys. Conseguiu interromper um curso fechado para líderes evangélicos. Isso é só o começo. Temos que dar uma resposta à altura a esse episódio”, ressaltou.
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http://noticias.gospelprime.com.br/pedido-wyllys-mp-interrompe-curso-pastores/

sábado, 17 de janeiro de 2015

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Estado ‘laico’: quem paga por essa propaganda?

6 de janeiro de 2015

Estado ‘laico’: quem paga por essa propaganda?


Estado ‘laico’: quem paga por essa propaganda?

Julio Severo
Se você pensou que um Estado ‘laico’ é um Estado em que uma igreja não possa impor suas doutrinas no governo, seu pensamento é diferente do que pensam as elites socialistas.
Essas elites enxergam doutrinas com outros olhos.
De acordo com essas elites, valores morais — como honestidade, proteção sexual das crianças, etc. — equivalem a doutrinas e pertencem exclusivamente às igrejas. Mas ao desprezarem valores morais como se fossem meras doutrinas de igrejas, elas ignoram que antes de igreja ou Estado, já havia famílias com seus valores e, especialmente, proteção às suas crianças.
Quando havia Abraão, Isaque e Jacó milhares de anos atrás, não existia nenhuma igreja cristã ou sinagoga. Mas havia templos pagãos com seus sacerdotes homossexuais e sacrifícios de bebês. A homossexualidade era então sagrada e fazia parte do sacerdócio pagão.
O suposto Estado ‘laico’ moderno, que é muito mais socialista do que qualquer outra coisa, não imita perfeitamente as religiões pagãs do passado ao sacralizar as práticas homossexuais e o aborto, que é o sacrifício de crianças em gestação?
Abraão, Isaque e Jacó, apenas com suas famílias e sem nenhuma igreja, lutavam contra essas práticas pagãs, que hoje são a própria essência do Estado ‘laico.’
Eles defendiam suas famílias, e o paganismo defendia a homossexualidade e o sacrifício de bebês.
Hoje, defendemos nossas famílias, e o Estado ‘laico’ defende a homossexualidade e o sacrifício de bebês. Afinal, quem é então que está se metendo em assuntos religiosos?
A luta entre suposto Estado ‘laico’ e igrejas é na verdade uma luta entre a imoralidade e a moralidade. Quem comprovou essa verdade foi o Governo do Distrito Federal, sob o PT, que deu a exorbitante quantia de 150 mil reais para a realização de um evento chamado “Por um Distrito Federal laico, sem homofobia e pela cidadania LGBT” nas cidades de Sobradinho e Paranoá em 2011.
Nesse contrato com o GDF (página 37, em documento neste link), Elos LGBT foi contratado por “Inexibilidade de Licitação” — em resumo, o governo do PT entendeu que somente esse grupo homossexual tinha a capacidade necessária para promover esse tipo de evento. 
A campanha “Por um Distrito Federal laico, sem homofobia e pela cidadania LGBT” mostra bem as intenções do discurso do Estado ‘laico’: O governo paga fartamente para grupos homossexuais, notórios por promoverem mensagens e práticas imorais, para confrontar e derrubar quaisquer valores morais da sociedade.
As igrejas cristãs não criaram os valores morais, que já existiam com as famílias e estavam escritos na consciência das pessoas. As igrejas têm apenas sido defensoras da moralidade que já existia.
O Estado, que deveria se colocar ao lado das famílias, prefere financiar a propaganda de grupos hostis às igrejas e famílias.
O Estado foi ideologicamente sequestrado por grupos socialistas e homossexuais e agora os vê como sua única família.
Portanto, na próxima vez que você vir uma campanha em defesa de um suposto Estado laico, pergunte: Quem está financiando essa propaganda? Quem está recebendo dinheiro para fazer essa propaganda? A quem interessa essa propaganda?
Quando grupos homossexuais são pagos pelo Estado para promover o Estado ‘laico,’ o gênio do mal já saiu da garrafa, deixando evidente que a luta entre suposto Estado ‘laico’ e igrejas é na verdade uma luta entre a imoralidade e a moralidade. É a luta entre os que defendem imorais grupos homossexuais e igrejas que defendem a família.
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